Vigarista que deu golpes em São Mateus/MA tem nome e não é Antonio

O vigarista da foto não se chama Antonio e muito menos professor de Matemática. Ele conhecido por Bernardinho

O vigarista que disse ser meu amigo e deu uma série de golpes na virada do Ano Novo em São Mateus/MA tem nome e não é Antonio, como ele se registrou em uma pousada daquele lugar.

Ele é realmente do município de Araioses, mas do povoado João Peres distante 6 km da sede da cidade. E lá naquele povoado ele é conhecido por Bernardinho, mas seu nome deve ser Bernardo Filho.

Bernardo é seu pai, só que ainda não foi possível saber o sobrenome e mora na Rua Santa Barbara, em João Peres/Araioses. A informação me foi passada hoje pela manhã, por um morador daquela comunidade que o conhece bem.

Bernardinho tem como única ocupação na vida aplicar trambiques, com um farto histórico pilantragens. Dificilmente vem a João Peres, pois sua vida é no mundo a procura de vítimas para enganar. Para seus familiares ele é uma vergonha.

Entre os golpes que aplica – como os noticiados aqui – ele costuma se passar por um homem rico – endinheirado – para enganar mulheres que acabam sendo depenadas por ele.

Ele já passou um bom tempo sem aparecer por aqui, após aplicar um golpe no troca-troca de Parnaíba/PI. De lá veio uns a João Peres para mata-lo, porém quando chegaram lá, ele já tinha sumido para rumo ignorado.

Soube que da última vez que ele visitou a família trouxe vários aparelhos de celular e um sistema de som que valia cerca de três mil reais e ele o vendeu por 500 reais.

Meu informante disse que agora, após a publicação da reportagem do TV Difusora de São Mateus e aqui no blog, ele corre sério risco de ser alcançado pela polícia ou por suas vítimas.

Só que dificilmente ele terá João Peres como destino.

Ex-doméstica, maranhense é classificada na primeira fase do ‘The Voice +’

Ex-doméstica, maranhense é classificada na primeira fase do ‘The Voice +’ — Foto: Reprodução/TV Globo

Por G1 MA – São Luís

Yeda Maranhão é o nome da maranhense de 76 anos que participou da primeira audição às cegas do “The Voice +”, novo reality show da TV Globo. A cantora escolheu a música “Nem Morta”, interpretada originalmente por Alcione, onde três cadeiras viraram para a artista.

A maranhense revelou que teve uma infância difícil, que onde morava nem tinha luz elétrica: “Tive meus filhos e o pai deles me abandonou, então fui para o Rio de Janeiro trabalhar em casa de família e ajudar minha mãe que ficou com eles lá. Encontrei uma grande patroa, Dona Beatriz, que me ensinou tudo e que me levou em um lugar para me apresentar. Ali, foi me dando mais vontade de cantar.”

Yeda, que estava usando um look confeccionado por ela própria, escolheu escolheu o Time Mumuzinho para disputar as próximas fases do reality show.

Quando trabalhava como doméstica, a artista lavava roupa cantando e foi aí que a patroa viu seu talento. Ela também já foi cabeleireira, manicure e costureira. Hoje, integra a ala de compositores do Salgueiro e já foi até indicada ao Grammy Latino.

“Comecei a andar em escolas de samba e fiz um samba para o Salgueiro, o presidente gostou e disse que dali para frente eu seria batizada na ala de compositores, como sou até hoje. Fiz parte do grupo musical da Velha Guarda. Em 2004, fomos indicados ao Grammy Latino. Sou uma cantora do povo”, vibrou Yeda, aplaudida pelos técnicos.

Após sua apresentação, a maranhense ainda recebeu elogios da jurada Claudia Leitte. “Sua história é inspiradora, seu vestido é lindo”, comentou.

Yeda Maranhão é participante da 1ª temporada do ‘The Voice +’                              Foto: Divulgação/TV Globo

Governo inicia distribuição de insumos aos municípios para a vacinação contra a Covid-19

Distribuição de insumos para vacinação aos municípios já começou (Foto: Rogério Sousa)

O Governo do Estado iniciou neste fim de semana a distribuição de seringas e agulhas aos municípios para a primeira fase da Campanha de Vacinação contra a Covid-19 no Maranhão. No sábado (16), foram beneficiadas as Regiões de Saúde de Itapecuru e Rosário.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, destaca que o trabalho é intenso até a chegada da vacina. “Estamos preparando nossas equipes, distribuindo os insumos aos municípios e trabalhando em conjunto para, assim que as vacinas chegarem, iniciarmos a imunização no Maranhão. Com um planejamento previamente elaborado, o Governo vem se organizando para este momento que é tão esperado por todos nós”, ressalta.

A ação faz parte da execução do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. A distribuição diz respeito a primeira fase do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19.

Para Itapecuru foram entregues 6 mil insumos, Rosário outros 4.500. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) também se colocou à disposição para auxiliar os municípios menores e mais distantes. Caso seja necessário, serão enviados equipamentos de segurança, desde que sinalizem a necessidade para as Regionais de Saúde à qual pertencem.

De acordo com o coordenador das Unidades Regionais de Saúde, Aristeu Marques, a distribuição dos insumos está sendo feita de modo estratégico. “O transporte está sendo feito através dos nossos caminhões com destino às Unidades Regionais de Saúde, que ao receberem imediatamente encaminharão para as Centrais Municipais de Imunização. Essa logística já foi traçada e a nossa expectativa é que até esta quarta-feira todas tenham sido atendidas”, explicou.

Maranhão é o estado com menos mortes de Covid-19 por 100 mil habitantes no Brasil, segundo pesquisa

Gráfico sobre óbitos de Covid-19 por estados brasileiros (Reprodução)

Uma pesquisa da Fiocruz mostra que o Maranhão é o estado com menos mortes causadas pela Covid-19 no Brasil. O estudo elenca os óbitos por 100 mil habitantes com base de cálculo aplicada pelos organismos que monitoram a doença no país. No levantamento, o Maranhão está em último lugar na escala de mortes, resultado da eficiência das ações do Governo do Estado no controle da doença e do comprometimento dos profissionais de saúde no atendimento aos maranhenses.

O pesquisador Leo Bastos, da Fiocruz, mostra em estudo que o Maranhão é o estado com menos mortes por 100 mil habitantes causadas pela Covid-19 no Brasil. O estudo tem base de cálculo aplicada pelos organismos que monitoram a doença no país. No levantamento, o Maranhão está em último lugar na escala de mortes, resultado da eficiência das ações do Governo do Estado no controle da doença e do comprometimento dos profissionais de saúde no atendimento aos maranhenses.

O governador Flávio Dino se manifestou sobre o estudo, lembrando a importância e dedicação de todos os profissionais da saúde do estado e municípios, neste cenário de combate à doença. “Mais uma vez, complemento as equipes da Secretaria de Saúde do Estado e dos municípios e, especialmente, os nossos profissionais de saúde pelo desempenho”, pontuou o governador. No Maranhão, já foram registrados 203.156 casos da doença, sendo 4.549 óbitos e mais de 489,9 mil testes realizados pelo Governo do Estado.

“O Maranhão está entre os estados que menos têm mortes por 100 mil habitantes, que é a prevalência epidemiológica interpretada de maneira correta e um alento para nós. Obviamente, não gostaríamos de ter perdido nenhum maranhense, mas todos os nossos esforços são no sentido de garantir a vida e que o estado reconforte seus habitantes. Esperamos que a vacina chegue, que esses números zerem e que esse episódio fique como um período obscuro de nossa história”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Para a pesquisa foram utilizados todos os dados de óbitos notificados em 2020, com correção do atraso de notificação e previsão para a primeira semana de 2021. O levantamento mostra que o Rio de Janeiro é o estado com maior número de mortes por 100 mil habitantes provocadas pela Covid-19. O estudo é do pesquisador da University ir Sheffield, da Inglaterra e da Fiocruz, Leo Bastos. Na Fiocruz, o estudioso atua em pesquisas nas áreas de Saúde Pública, Estatística Aplicada e Epidemiologia das Doenças Transmissíveis.

Uma pesquisa da Fiocruz mostra que o Maranhão é o estado com menos mortes causadas pela Covid-19 no Brasil. O estudo elenca os óbitos por 100 mil habitantes com base de cálculo aplicada pelos organismos que monitoram a doença no país. No levantamento, o Maranhão está em último lugar na escala de mortes, resultado da eficiência das ações do Governo do Estado no controle da doença e do comprometimento dos profissionais de saúde no atendimento aos maranhenses.

O governador Flávio Dino se manifestou sobre o estudo, lembrando a importância e dedicação de todos os profissionais da saúde do estado e municípios, neste cenário de combate à doença. “Mais uma vez, complemento as equipes da Secretaria de Saúde do Estado e dos municípios e, especialmente, os nossos profissionais de saúde pelo desempenho”, pontuou o governador. No Maranhão, já foram registrados 203.156 casos da doença, sendo 4.549 óbitos e mais de 489,9 mil testes realizados pelo Governo do Estado.

“O Maranhão está entre os estados que menos têm mortes por 100 mil habitantes, que é a prevalência epidemiológica interpretada de maneira correta e um alento para nós. Obviamente, não gostaríamos de ter perdido nenhum maranhense, mas todos os nossos esforços são no sentido de garantir a vida e que o estado reconforte seus habitantes. Esperamos que a vacina chegue, que esses números zerem e que esse episódio fique como um período obscuro de nossa história”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Para a pesquisa foram utilizados todos os dados de óbitos notificados em 2020, com correção do atraso de notificação e previsão para a primeira semana de 2021. O levantamento mostra que o Rio de Janeiro é o estado com maior número de mortes pela Covid-19. O estudo é do pesquisador da University ir Sheffield, da Inglaterra e da Fiocruz, Leo Bastos. Na Fiocruz, o estudioso atua em pesquisas nas áreas de Saúde Pública, Estatística Aplicada e Epidemiologia das Doenças Transmissíveis.

Jessé Souza: elite brasileira é a elite do saque, e ela está contente com o que Guedes e Bolsonaro estão promovendo

“Esse é o serviço que essa elite quer de um presidente, essa elite tem desprezo pelo povo, essa elite, a classe média branca, odeia o povo, tem vergonha do povo brasileiro”, disse à TV 247 o sociólogo. Assista

Jessé Souza, Jair Bolsonaro e Paulo Guedes (Foto: Brasil247 | Divulgação)

247 – O sociólogo e escritor Jessé Souza, em entrevista à TV 247, classificou a elite brasileira como a “elite do saque”, que colocou Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, a seu serviço para vender as instituições do Brasil que garantem algum tipo de estabilidade ao povo. E é este, segundo o intelectual, o motivo pelo qual esta mesma elite não vocaliza de uma vez por todas o “Fora, Bolsonaro”.

Segundo o autor de ‘A elite do atraso’ e ‘A classe média no espelho’, a elite aprova o trabalho que Bolsonaro e Guedes desempenharam nos dois primeiros anos de mandato. Ele ainda sugeriu que alguém esteja recebendo valores em contas no exterior para compensar a venda barata de empresas brasileiras. “A elite brasileira é uma elite do saque, e ela está contente com o saque que Bolsonaro está promovendo. O grande saqueador de Bolsonaro é Guedes. Guedes está vendendo todas as coisas a preço de banana. Ninguém é imbecil. Se você vende uma coisa com 1% do valor que ela vale, alguém está recebendo isso em paraíso fiscal, obviamente. Ninguém é idiota. Então a roubalheira no Brasil nunca foi tão grande como sob Guedes e Bolsonaro”.

Para Jessé, o povo só conseguirá se libertar de suas amarras quando perceber que a classe média trabalha contra ele. “Esse é o serviço que essa elite quer de um presidente, essa elite tem desprezo pelo povo, essa elite, a classe média branca, odeia o povo, tem vergonha do povo brasileiro. É isso que a gente tem que pôr, o povo brasileiro precisa saber quem é seu inimigo. O povo brasileiro nunca vai ter chance sem que seja explicitado o saque e o ódio que a elite tem desse mesmo povo”.

Só a vacina poderá deter o Covid-19

Pacientes com Covid-19 vindos da cidade de Manaus/AM chegam a São Luís      Foto: ASCOM/ HU

Estão dizendo por aí que o Covid-19 voltou. Não é verdade, pois o vírus nunca se foi e muito menos está extinto. Ele continua na ativo, matando menos é verdade, mas matando e cada vez mais perigoso.

Perigoso não só por sua natureza letal, mas pelo desleixo que tomou conta de muitos, que acham que quem se abraçar com uma cobra peçonhenta não está correndo perigo de vida.

Com a diminuição dos contágios e por tabela das mortes, muita gente deixou de lado os cuidados que deveriam ter sido mantidos, e o natural esse caso é a volta dos picos de contaminação e óbitos.

A virada do Ano Novo e antes – a campanha eleitoral -, em que muitos foram os abusos, está mostrando os resultados agora, onde no Amazonas a situação está fora de controle.

A saída é a vacinação, porém o Brasil é um caso aparte nesse contexto de proporções mundiais. Aqui a politização no combate ao Covid-19 está acima da saúde da população.

Tem muito governante querendo aparecer na foto ao lado o primeiro a receber a dose da vacina.

Corremos sérios riscos e não podemos nos omitir em fazer a nossa parte. As autoridades devem agir em favor da vida, mas não podemos ignorar os perigos que oferecem os locais, onde aglomerações acontecem.

Devemos tomar todos os cuidados que a situação exige e procurar o máximo não sair de casa, que não seja para a vacinação quando essa ocorrer.

Aqui em Araioses valeu tudo na campanha eleitoral, menos no Ano Novo, que com a fuga do prefeito Cristino Gonçalves, que desapareceu sem pagar os salários dos servidores, nada se tinha para comemorar.

Mas as vésperas do festejo de São Sebastião no povoado João Peres – de grande tradição popular – e da realização de muitas festas, o MPMA na pessoa da promotora Samara Cristina Mesquita Pinheiro Caldas publicou recomendação à prefeita Luciana Trinta, para que essa adote medida de revogar todos os alvarás de autorização da realização de eventos, sob pena de apuração de responsabilidade.

E ao que tudo indica já está valendo, pois vários eventos que estavam sendo anunciados já foram cancelados.

Que a vacina chegue logo, pois essa é a única medida conhecida capaz de frear o avanço das contaminações pelo Covid-19.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação contra o coronavírus no Maranhão

Vacina é passo fundamental no combate ao coronavírus (Foto: Divulgação)

O Maranhão e todo o Brasil estão se aproximando do início da vacinação contra a Covid-19. É um passo fundamental no combate à doença. Entenda:

Quando será a vacinação?

Ainda não há data definida. O Ministério da Saúde é quem vai definir o calendário. Há uma estimativa de que seja após o dia 20 de janeiro.

Quem é responsável por fornecer a vacina?

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde.

E a distribuição das vacinas?

O Ministério da Saúde leva até os estados. Em seguida, cabe ao governo de cada estado fazer a distribuição para as cidades.

Qual será a vacina usada?

Isso será definido pelo Ministério da Saúde, responsável pelo fornecimento.

Como será a distribuição no Maranhão?

Ela vai seguir o que está definido no Plano Estadual de Vacinação, feito pelo Governo do Maranhão. Após o recebimento das doses que virão de Fortaleza para São Luís, as vacinas serão armazenadas na Rede de Frio do Estado, localizada em São Luís. Em seguida, a Secretaria de Estado da Saúde fará a distribuição, em até três dias, para as Regionais de Saúde.

Quais veículos serão usados na operação dentro do Maranhão?

Dois aviões, um helicóptero, três caminhões baús e 18 vans refrigeradas.

Quantos locais de vacinação vai haver?

Serão 2.124 salas de vacinação, sendo possível ampliar para 2.500 salas.

E as agulhas e seringas?

O Governo Maranhão tem 4 milhões de seringas e agulhas para a primeira fase da vacinação. E uma nova leva está sendo comprada.

Como vai ser feita a segurança do transporte das vacinas?

Haverá escolta policial durante todo o trajeto. Toda a movimentação deverá acontecer em conjunto com o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e o Centro Tático Aéreo.

Como foram definidos os grupos que serão vacinados primeiro?

É o Ministério da Saúde quem define isso para todos os estados brasileiros.

Quais são estes grupos?

Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais em asilos; população em situação de rua; população indígena, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas.

Segunda fase: idosos de 60 a 74 anos

Terceira fase: pessoas com diabetes mellitus; hipertensão arterial grave; doença pulmonar obstrutiva crônica; doença renal; doenças cardiovasculares e cerebrovasculares; indivíduos transplantados de órgão sólido; anemia falciforme; câncer; e obesidade grave, com Índice de Massa Corporal igual ou maior que 40 (IMC≥40).

Quantas pessoas serão vacinadas nestas três fases?

A estimativa é de 1,75 milhão de pessoas.

E o resto da população?

Será vacinada após essas fases, em cronograma ainda a ser definido pelo Ministério da Saúde.

Quem vai aplicar as vacinas?

Isso cabe à prefeitura de cada município. Mas o Governo do Estado também capacitou 60 apoiadores, dentre eles, profissionais da Força Estadual de Saúde (Fesma), técnicos da Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária Estadual, que ajudarão os municípios a executarem a campanha.

A vacina tem contraindicações?

A vacina não é indicada para pessoas com menos de 18 anos, gestantes e quem tenha reação anafilática confirmada a qualquer componente da vacina.

Como será a vacinação de acamados e pessoas com dificuldade de locomoção?

A equipe de saúde de cada município definirá a estratégia para a vacinação dessas pessoas.

Com a vacinação, posso parar de usar máscaras?

Não. A máscara, o distanciamento e a higiene das mãos continuam fundamentais para o combate à doença. Isso tudo só será deixado de lado quando toda a população estiver vacinada.

O que está em colapso é a farsa oficial

Por Fernando Brito, editor do TIJOLAÇO

Mesmo neste Brasil dos absurdos, de morte e de dor, a tragédia que estamos assistindo em Manaus, deixa o país chocado.

É por ver que, depois de 10 meses de pandemia, ainda temos governantes nem terem mais o cinismo de dizerem-se preocupados com a maré de morte e doença que avança sobre as pessoas.

Tudo é ridículo e de uma improvisação chocante, incompatível com quem se pretende coordenador do que a toda hora dizem ser “o maior plano de imunização do planeta”.

O avião que vai buscar os dois milhões de doses indianas da vacina, indispensáveis para que não se inicie a vacinação com a “vachina” teve de parar em Recife porque, simplesmente, a Índia resolveu dizer ao Brasil o que Pazuello disse ao Brasil: “para que essa pressa, para que esta angústia”.

O avião ainda está aqui e Pazuello, a cinco dias do que seria o lançamento de uma campanha de vacinação continental, segue garantindo que ela começa na quarta-feira.

Nessa importação improvisada, o papel da Fiocruz reduziu-se, tristemente, ao de “laranja” de um governo inepto, porque vai, apenas, colar à pressas um adesivo com seu rótulo, sem efetuar nenhum controle de conformidade do que chegar por aqui – se e quando chegar.

Nenhuma notícia sobre a chegada dos insumos que permitirão a ela fazer o que de fato interessa: produzir as doses em dezenas de milhões necessárias para que o Brasil se vacine.

Tudo se resume agora em espetáculo e em espetáculo mórbido, sem que a imprensa e a inteligência brasileiras sejam capazes de dizer que temos genocidas no comando do país.

Erlanio Xavier vence eleição e vai presidir FAMEM até dezembro de 2022

A “Chapa 2 – Sálvio Dino: Municipalismo na prática” venceu as eleições da Diretoria e Conselho Fiscal da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, Famem, realizadas nesta quinta-feira, 14, na sede da entidade em São Luís. O prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier (PDT) vai presidir a Federação no biênio 2021-2022.

A eleição, com votação presencial, da nova diretoria e do Conselho Fiscal da Famem teve a participação de 214 prefeitos. O prefeito de João Lisboa, Vilson Lima, não justificou e nem se fez presente na sede da entidade. Dois prefeitos deixaram de votar por estar cumprindo isolamento social devido à Covid-19, os prefeitos de Bequimão, João Batista; e de São Domingos do Azeitão, Lourival Leandro dos Santos Júnior (Júnior do Posto). Cinco votos foram anulados pela comissão eleitoral.

Veja na integra os novos dirigentes e respectivos cargos:

CHAPA 1: “Sálvio Dino – Municipalismo na Prática”

Presidente: Erlanio Furtado Luna Xavier  (Igarapé Grande)

1º Vice-Presidente: João Luciano Silva Soares (Pinheiro)

2º Vice-Presidente: José Carlos de Oliveira Barros (Vargem Grande)

Secretário Geral: João Igor Vieira Carvalho (São Bernardo)

1º Secretário: Aluísio Carneiro Filho (Esperantínópolis)

2º Secretário: Emerson Livio Soares Pinto (São João Batista)

Tesoureiro: Fernando Portela Teles Pessoa (Tuntum)

1ª Tesoureiro: Amaury Santos Almeida (Mirinzal)

2º Tesoureiro: Alexandre Magno Pereira Gomes (São João dos Patos)

Diretor de Educação: Vanderly de Sousa do Nascimento Monteles (Anapurus)

Diretor de Saúde: Erik Augusto Costa e Silva (Balsas)

Diretor de Assistência Social: Samia Coelho Moreira Carvalho (Santa Quitéria do Maranhão)

Diretor de Meio Ambiente: Raimundo Nonato Carvalho (Magalhães de Almeida)

Diretor de Cultura: Raimunda da Silva Almeida (Fernando Falcão)

Diretor de Orçamento e Finança: Adriano Machado de Freitas (São Vicente Ferrer)

Diretor de Segurança: Edilson Campos Gomes de Castro (Palmeirândia)

Diretor Jurídico: Amílcar Gonçalves Rocha (Barreirinhas)

Diretor de Infraestrutura e Urbanístico: Raimundo Silva Rodrigues da Silveira (Parnarama)

Diretor de Representação de Brasília: Washington Luís de Oliveira (Bacuri)

1º Conselheiro Fiscal: Deibson Pereira Freitas (Trizidela do Vale)

2º Conselheiro Fiscal: Ubirajara Rayol Soares (Graça Aranha)

3º Conselheiro Fiscal: Cociflan Silva do Amarante (Ribamar Fiquene)

1º Suplente Fiscal: Antonio Coelho Rodrigues (Sítio Novo)

2º Suplente Fiscal: Francisco Flávio Lima Furtado (Duque Bacelar)

3º Suplente Fiscal: José Farias de Castro (Brejo)

Fonte: FAMEM

Vigarista que diz ser de Araioses aplica golpes em São Mateus/MA

Suposto Antonio e suposto professor de Matemática – Reprodução

Um caloteiro que disse se chamar Antônio e que seria de Araioses aplicou na virada do Ano Novo, uma série de golpes em pessoas na cidade de São Mateus/MA. As vítimas foram à dona de uma pousada, o dono de frigorifico, entre outras pessoas daquela cidade.

O caso chegou ao meu conhecimento após contato do repórter Fernando Gasparetto da TV Difusora daquela cidade, pelo fato do caloteiro citar meu nome como amigo dele e vereador de Araioses. Disse ele está naquela cidade me representando em uma reunião que iria ter com o ex-prefeito e com o atual prefeito Ivo Resende.

A pousada Pingo de Ouro, que ele se hospedou por quatro dias fica ao lado do frigorifico do ex-vereador de São Mateus Zezinho, que me conhece desde anos atrás em São Luís, pelo fato de sermos muito amigos do saudoso jornalista Cícero Alves.

Isso acabou facilitando as coisas para o vigarista, pois Zezinho é um cidadão de bem, muito bem conceituado na cidade e o fato de me conhecer facilitou a trama para o suposto Antonio que disse ser também professor de Matemática.

Ocorre que todos sabem que nunca fui vereador de Araioses e não tenho a menor noção de quem seja esse caloteiro.

Inclusive peço aos leitores amigos do blog, que nos ajude a identificar esse trambiqueiro o mais rápido possível.

A reportagem de Fernando Gasparetto (veja no vídeo da TV Difusora de São Mateus) é rica em detalhes, o que poderá facilitar a identificação desse caloteiro que diz se chamar Antonio e que seria professor de Matemática.

Prefeita Thalita Dias apresenta sua equipe de governo para mais 4 anos em Água Doce do Maranhão

Prefeita de Água Doce do Maranhão, Thalita Dias (MDB) deu posse ao novo secretariado de sua gestão nesta terça-feira. Durante a solenidade, a gestora afirmou que a permanecia de 95% dos secretario que participaram de seu mandato, foi realizada com base no olhar técnico e o trabalho desenvolvido nos últimos quatro anos. Thalita ressaltou ainda sobre os avanços obtidos pelo município  nos últimos quatro anos e destacou que a prioridade de sua gestão é servir ao povo.

“São mulheres e homens competentes escolhidos a dedo pelas suas capacidades técnicas em exercer um trabalho em prol da população águadocense. Para montar esta nova equipe busquei valorizar os princípios de cada um, além dos trabalhos já realizados pelos mesmos. Estou animada e confiante que juntos iremos construir um futuro ainda melhor pelo povo de Água Doce!”, afirmou a prefeita Thalita Dias.

Confira abaixo a lista de Secretários empossados:

Nos próximos dias será definido os secretários de Agricultura/Assistência Social e Diretor do Departamento de Meio Ambiente.

Fonte: Blog do Edu Santos

Maranhão Parcerias lança edital para apresentação de estudos e projetos para a Loteria do Estado do Maranhão

A Maranhão Parcerias lançou nesta quarta-feira, 12, o edital de Chamamento Público Nº 01/2021, que trata sobre a implementação da Loteria do Estado do Maranhão. Na forma de Procedimento de Manifestação de Interesse Privado – PMIP, o edital tem como objetivo coletar estudos e projetos para a implementação do serviço de loteria estadual, cuja exploração foi atribuída à empresa Maranha Parcerias – MAPA, com base na Lei Estadual nº 11.389, de 21 de dezembro de 2020.

“Com o edital, buscamos obter estudos e projetos de viabilidade técnica, econômico-financeiro e jurídica que proponham formas de implementação da Loteria do Estado do Maranhão, bem como de explorar seus jogos lotéricos”, explicou o presidente da MAPA, Antônio Nunes.

Os interessados em participar deverão protocolar requerimento de autorização até 30 dias corridos após a publicação do Edital no Diário Oficial do Estado do Maranhão. Aqueles que forem autorizados terão o prazo de 60 dias corridos, contados da publicação da autorização, para apresentar os estudos à MAPA.

As consultas e envio de documentos poderão ser realizados na sede da Maranhão Parcerias – MAPA, localizada na Rua da Estrela, nº 473, Centro (Praia Grande), São Luís – MA, ou através do endereço eletrônico: [email protected]  As informações completas do edital e suas atualizações estão disponíveis no site da MAPA (https://mapa.ma.gov.br).

Sobre a Loteria

O serviço público de Loteria no Estado do Maranhão foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Maranhão no dia 17 de dezembro. O serviço será explorado pelo Executivo, por meio da Maranhão Parcerias S/A (MAPA), destinando-se a gerar recursos para financiar atividades socialmente relevantes relacionadas à promoção do direito à educação.

Esta não será a primeira vez que o Estado prestará o serviço lotérico. Desde 1956 os serviços lotéricos prestados pelo Poder Executivo Estadual foram marcados por suspensões e restabelecimentos. Entretanto, este ano, a Suprema Corte reanalisou a matéria e, no bojo das Ações de Descumprimento de Preceito Fundamental 492 e 493, firmou o entendimento de que a exploração de serviços lotéricos não é exclusiva da União.

Pelo entendimento do STF, a competência legislativa privativa da União para legislar sobre sistemas de consórcios e sorteios não afasta a competência material/executiva dos Estados-Membros e do Distrito Federal.

Polícia realiza operação contra suspeitos de desviar bens públicos em prefeituras no MA

Ex-prefeito de Morros, Sidrack Santos é alvo de operação da Polícia Civil do Maranhão – Foto: Arquivo Pessoal

Por G1 MA – São Luís

Na manhã desta quarta-feira (13), policiais da Delegacia de Rosário realizaram uma operação e cumpriram quatro mandados de busca e apreensão contra suspeitos de desviar bens públicos nas prefeituras de Morros, Axixá e Icatu.

Os policiais estiveram em quatro endereços, inclusive de ex-secretários municipais e o ex-prefeito de Morros, Sidrack Santos. Na ocasião, os policiais apreenderam documentos, bens e instrumentos.

Material que pertence às Prefeituras de Axixá, Morros e Icatu, mas teria sido desviado – Foto: Divulgação/Polícia Civil

De acordo com as investigações, que foi detectado o roubo e ocultação de bens municipais como: tratores, toneladas de brita, motores de rabeta, roçadeiras, caixas d’água, GPS, betoneiras, filmadoras, máquinas fotográficas, notebooks, pendrives, barcos e equipamentos de pesca, maquinário, materiais de construção, equipamentos eletrônicos, HDs, CPUs das Secretarias de Administração, Finanças e Setor de Compras.

O G1 tentou contato com o ex-prefeito Sidrack Santos, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Arnaldo Machado: “Traidores são eles”…

Vereador Arnaldo Machado

O vereador Arnaldo Machado (PRB) me mandou um áudio – via WhatsApp – contestando as declarações do ex-vereador Felipe Pires abordadas aqui no post – Traição virou banalidade na política de Araioses.

Arnaldo fala sobre o desabafo do ex-vereador Felipe Pires, que se queixou do abandono sofrido – durante a passada campanha eleitoral – pela sua esposa Jacira Pires, que teve como candidato a vice seu primo Clauder Machado.

Diz que as palavras do ex-vereador são falácias, que permaneceu no grupo até o último minuto e que financiou sua própria campanha e que não teve ajuda do Fundo Partidário.

Que montaram (Felipe e Jacira) o maior grupo político de candidatos a vereadores na eleição de 2020, mas que, no entanto não teve êxito porque não houve da parte da candidata (Jacira Pires) o cumprimento dos acordos firmados.

Que campanha se faz com gastos e esses gatos, que uma parte é financiada pelo fundo partidário dos partidos e outra parte pelo candidato, mas que nenhum centavo caiu para nenhum dos candidatos.

Que desafia o Felipe Pires “mostrar um cidadão que eu fui a casa dele pedir voto para qualquer outro candidato quem tenha sido para Jacira e que se tem alguém que é traidor são eles”.

Ouça na íntegra, o áudio do vereador Arnaldo Machado:

Caixa-preta: extrema direita estaria ampliando influência dentro das polícias brasileiras

© AP Photo / Michael Sohn

Originalmente publicado em SPUTNIK

Por Ana Livia Esteves

Ideias de extrema direita estão cada vez mais populares dentre membros das forças de segurança de países como Alemanha e EUA. Qual é o risco que isso representa e como está a situação no Brasil?

Os últimos anos foram palco para o aumento significativo no número de atentados terroristas cometidos por apoiadores de ideias de extrema direita ao redor do mundo.

Os ataques cometidos por Anders Breivik na Noruega, que deixaram 77 mortos, seriam somente o início de uma tendência sombria que hoje ameaça grande parte do mundo ocidental.

Nos EUA, assassinatos na sinagoga de Pittsburgh em 2018 e na igreja de Charleston em 2015 são somente alguns dos vários ataques dirigidos contra imigrantes, negros e pobres do país.

Para proteger as populações de mais essa ameaça, é necessário que tenhamos forças de segurança preparadas.

Mas o que acontece se essas ideologias extremistas estão infiltradas dentro das próprias polícias? A quem os cidadãos poderão recorrer em caso de abuso?

Esse é exatamente o dilema em que países como a Alemanha e os EUA se encontram.

Na potência europeia, o ministério da Defesa identificou 20 extremistas em uma de suas unidades antiterroristas de elite, suspeitos de desviar nada menos do que 48 mil cartuchos de munição e 61 quilos de explosivos dos arsenais públicos.

Um grupo de soldados neonazistas estaria inclusive se preparando para o momento do “colapso apocalíptico” da ordem no país, para o qual teriam providenciado centenas de sacos mortuários e levantado dados de cerca de 25 mil políticos favoráveis à recepção de imigrantes, de acordo com a revista Foreign Affairs.

Nos EUA, a invasão da sede do Congresso do país, no dia 6 de janeiro, reascendeu o debate sobre infiltração de ideologias radicais nas forças policiais.

Muitos comentaristas contrastaram o uso massivo de bombas de efeito moral e detenções de manifestantes em passeadas do movimento Black Lives Matter, com uma aparente apatia da polícia enquanto manifestantes de extrema direita vandalizavam o edifício do legislativo nacional.

Forças de segurança norte-americanas são acusadas de conivência com a ação de grupos de extrema direita, evitando reprimir as suas ações ou mesmo incentivando-as.

Em 2017, a polícia da cidade de Portland teria permitido que uma milícia armada de extrema direita, a chamada Força de Segurança III%, prestasse auxílio a uma operação policial que levou à prisão de um manifestante de esquerda, reportou o Business Insider.

No entanto, a ampla cobertura da invasão do Capitólio tem aparentemente auxiliado grupos armados de extrema direita dos EUA a recrutarem novos membros para suas fileiras.

“Muitas pessoas estão interessadas em buscar nossos grupos patriotas nesse momento”, teria dito o líder do grupo Força de Segurança III%, Chris Hill, ao jornal USA Today.

O estado norte-americano torce para poder contar com a lealdade da sua Guarda Nacional e evitar que cenas como a do dia 6 de janeiro e repitam na posse do presidente eleito do país, Joe Biden.

Brasil

No Brasil, ideias de extrema direita e de “usar a violência acima de tudo” também se infiltram nas forças de segurança.

“Cada vez mais vemos uma proximidade ideológica entre os policiais e a pauta de extrema direita”, disse a pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Betina Barros, à Sputnik Brasil.

Segundo ela “existe um conjunto de fatores que faz com que policiais […] tenham afinidades maiores com a pauta da extrema direita, e isso fica muito personalizado com o [presidente do Brasil, Jair] Bolsonaro, no chamado ‘bolsonarismo’”.

“Bolsonaro agregar como personalidade várias pautas que a Polícia Militar entende como importantes […] como a ideia de uma segurança pública de enfrentamento do inimigo […] e de uso da violência para resolver o problema da Segurança Pública”, explicou Barros.

No entanto, o apoio à agenda da extrema direita por policiais ainda estaria localizado a nível individual, e não da corporação como um todo.

“Claro que é possível que existam contatos mais institucionais, mas nada que possamos dizer que a ação da corporação esteja voltada para a proteção do Jair Bolsonaro”, assegurou a pesquisadora.

No entanto, ela lembra que o presidente tem bom trânsito com membros das polícias militares de todos os estados.

“Bolsonaro tem muitos amigos e pessoas próximas que estão nas polícias e se dizem apoiadores, políticos que são ex-policiais, aposentados ou não, então é claro que isso abre portas”, disse Barros.

Um fenômeno de destaque no Brasil é o da politização da polícia, com aumento significativo do número de candidatos da corporação nas eleições para cargos eletivos desde 2018.

“Durante as eleições municipais de 2020, tivemos cerca de 800 vereadores policiais […] e algo em torno de 50 prefeitos eleitos, o que representa 10% de todos os que foram candidatos”, revelou Barros. “Essa é uma margem alta para uma categoria profissional.”

A eleição de candidatos policiais não é em si um problema para a democracia brasileira, desde que opiniões políticas particulares não “venham em alguma medida a influenciar a própria ação da polícia”, explicou a pesquisadora.

Além disso, os policiais gozam de alguns privilégios para se candidatar a cargos públicos que, segundo ela, deveriam ser rediscutidos.

“Diferente de outros cargos de servidores públicos, o policial que tem mais de dez anos de carreira não precisa se exonerar para se candidatar”, disse Barros. “O promotor de justiça, por exemplo, precisa […] deixar o seu cargo para se candidatar. Se ele perder a eleição ele não tem como retornar.”

“Agora o policial com mais de dez anos de carreira pode retornar […] então é muito fácil para ele usar a candidatura não tanto como uma forma de entrar na vida política, mas para se politizar dentro da corporação”, relatou Barros.

Para mitigar a influência de posições políticas de oficiais ou praças na corporação, Barros acredita ser necessário aprimorar controle social das polícias.

“Nos últimos anos a gente tem dado cada vez mais autonomia para as polícias […] o que dificulta tanto o controle dessa politização e da ideologização da ação policial, quanto na organização das operações”, argumentou Barros.

Segundo ela, “o controle é bom inclusive para o policial, uma vez que dá mais transparência à organização”.

“Precisamos ter acesso às normativas que indicam a forma de abordagem da polícia, tudo isso para que a transparência e o controle da sociedade possam servir para garantir uma maior democratização do que está acontecendo ali dentro”, disse Barros.

Caso contrário, a atividade policial “vira uma caixa-preta, à qual ninguém tem acesso”, concluiu a pesquisadora.