Alunos do IEMA participaram de seletivo para intercâmbio na Argentina e Dinamarca

Reitor Jhonatan Almada conversa com estudantes

A manhã deste sábado (18) foi especial para um grupo composto por mais de 150 alunos do Instituo Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA). Eles participaram do seletivo que classifica para o IEMA no Mundo, programa de intercâmbio do Instituto. Estudantes de todas as 13 unidades plenas, selecionados previamente, concorreram às duas vagas de intercâmbio ofertadas via edital.

As provas foram realizadas na UP de São Luís/Centro. O primeiro teste foi escrito: prova de inglês para quem vai para a Dinamarca; prova de espanhol para quem vai para a Argentina. Participaram da prova oral os que pontuaram na prova escrita. Grande parte dos estudantes estava acompanhada pelos pais, mas mesmo assim não faltou gente nervosa.

Diretor Elinaldo Silva e reitor Jhonatan Almada conversam com mãe de aluna

Thais Fé Nascimento, 16 anos, do curso técnico em serviço jurídico, da UP SLZ, temia não entrar na sala onde o teste seria aplicado porque não levou a identidade, mas apresentou outro documento com foto e tudo deu certo. “Muitos gostariam de ter esta oportunidade que o IEMA está proporcionando e não têm. Venci mais um desafio antes da prova”, disse sorridente.

Esta é a terceira edição do IEMA no Mundo. Desta vez foram ofertadas duas vagas em parceria com a empresa Via Mundo: uma para a Dinamarca e a outra para a Argentina. O diretor de Ensino do IEMA, Elinaldo Silva, falou sobre o seletivo deste sábado. “É um programa de extrema importância porque, além de possibilitar a aquisição de uma segunda língua, nosso estudante quando volta traz um repertório cultural riquíssimo, o que faz uma enorme diferença na vida pessoal e profissional de cada um deles”.

Entusiasmado, o professor de física da unidade plena de Brejo Fábio Sousa acompanhou os alunos da UP na realização do teste. “São alunos bons, têm boas notas em português e matemática e se destacam em inglês e espanhol”.

A estudante Keizy Alleyssa, o reitor Jhonatan Almada e Maria dos Anjos, mãe da aluna

“O IEMA é um sonho na minha vida e agradeço a Deus todos os dias por estudar nesta escola”, disse Suellen Jhoyna de Oliveira, da UP Brejo, sob o olhar atento do professor Fábio.

Keizy Alleyssa Pouso Dutra, do curso técnico em eletrotécnica, veio da UP Axixá acompanhada pela mãe, Maria dos Anjos Sousa Pouso. “É o sonho da minha filha esse intercâmbio. Se é dela, é meu também, por isso ela tem meu total apoio. Estou aqui torcendo, cheia de expectativas para que ela seja aprovada”, conta a mãe.

Luís Paulo Cantanhede Marques, 16 anos, do curso técnico em serviços jurídicos, também da UP Axixá, fez a prova escrita de espanhol. “Estou muito confiante e acho que vou conquistar a vaga. Estudei bastante, me dediquei bastante na preparação”.

O reitor do IEMA, Jhonatan Almada, conversou com os estudantes após a prova escrita e desejou boa sorte na prova oral. Almada pediu aos alunos que preservem, conservem e defendam as unidades da escola, o Instituto. “Falei com eles sobre preservar, conservar e defender o Instituto, o que é necessário para que cheguem ao intercâmbio. Se não estiver tudo bem com a escola, inclusive os prédios, o intercâmbio não terá sentido”.

Ao final do dia, era grande a expectativa dos alunos e familiares em torno dos resultados das provas. Mas o resultado final só será divulgado nesta segunda-feira (20), conforme o Edital Nº 8.

IEMA Bilíngue

Com o objetivo de nivelar o conhecimento dos estudantes, o IEMA desenvolve o programa IEMA Bilíngue, que começa com a ampliação da carga horária do inglês e do espanhol e seleção de professores fluentes. As avaliações incluem o português e a matemática. A primeira etapa do IEMA Bilíngue consiste na avaliação das notas em língua portuguesa, matemática e das línguas estrangeiras.

Reitor Jhonatan Almada com grupo de estudantes

Fotos e texto de Bento Leite

Fonte: IEMA

Em Londres, Flávio Dino defende escolas de tempo integral e Sistema Nacional de Segurança

Governador Flávio Dino palestra em Londres sobre segurança (Foto: Divulgação)

Governador à frente da gestão que criou 49 escolas de tempo integral no Maranhão e que reduziu índices de violência na ordem de 63% na Região Metropolitana da capital São Luís, Flávio Dino defendeu os investimentos em educação e a consolidação de uma Política Nacional de Segurança na palestra realizada neste sábado (18), na London School of Economics and Political Science, em Londres.

A participação foi parte da programação da edição 2019 do Brazil Forum UK, que busca construir diálogos para uma agenda construtiva para o país. O governador do Maranhão defendeu a aplicação de leis como as que criaram, em 2018, o Sistema Único de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança Pública.

“São ferramentas imprescindíveis para que nós tenhamos a alavancagem de investimentos na direção correta, medidas de qualificação e aprimoramento da polícia, da ação do sistema de segurança pública”, afirmou o governador, que também ressaltou a importância do enfrentamento a questões sociais ligadas aos índices de violência nas grandes cidades.

“Ao mesmo tempo é preciso combater as causas sociais que levam à violência, sobretudo agora a recessão econômica, o desemprego, e investir em escolas, juntando as duas visões principais sobre segurança pública, nós chegamos ao caminho correto”, completou.

Fórum

Governador Flávio Dino palestra em Londres sobre segurança (Foto: Divulgação)

No evento, estiveram reunidos especialistas e autoridades de diferentes pontos de vista e setores da sociedade para debater questões essenciais e urgentes ao desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil.

O governador do Maranhão fez a palestra “Justiça e Segurança Pública: a relação entre o Judiciário e Políticas Públicas de Segurança”, na qual abordou sugestões para os poderes executivo, legislativo e judiciário, defendendo a aplicação das atuais leis penais, estudo de impacto detalhados diante da propositura de mudanças destas e, para o executivo, o investimento em educação.

“E a última recomendação, investimento na escola de tempo integral. Essa é a principal providência”, ressaltou Flávio Dino.

Harvard

Em abril, Flávio Dino deu palestra no Brazil Conference at Harvard & MIT (Massachusetts Institute of Technology), em Boston, nos Estados Unidos.

Durante o painel “Transformação do Sistema Carcerário Brasileiro”, ele apresentou a experiência do Maranhão, com o balanço dos principais resultados alcançados, como a elevação considerável do número de apenados estudando e trabalhando.

Prefeita Thalita Dias caminha para a reeleição

A então candidata a prefeita de Água Doce Thalita Dias discusa entre Eliomar Dias (pai) e Rosário Dias (mãe), na campanha eleitoral de 2016

A prefeita de Água Doce do Maranhão Thalita Dias parece que não terá muitas dificuldades de reeleger para mais um mandato nas eleições do ano que vem, se essas ocorrerem.

A afirmação parte de um experiente observador político da região, que chegou a essa conclusão após a divulgação, com bastante alarde nas redes sociais, de uma imagem montada onde aparece a prefeita e gente de seu governo, que denuncia supostos exageros em diárias concedidas a si e aos seus.

No entender desse observador essa mídia deveria ter sido guardada para ser explodida no auge da campanha eleitoral e não agora.

Parece ter sentido e que não esqueçam que turbinando a campanha da jovem prefeita – que na eleição carregará a tiracolo seu primeiro filho – estará sei pai Eliomar Dias com vastíssima experiência nesse tipo de conquista e que sabe de todos os caminhos a serem seguidos para mais uma vitória…

… Se a oposição não acordar!

Bolsonaro divulga texto grave em que insinua renúncia ou golpe

247 – Jair Bolsonaro distribuiu na manhã desta sexta-feira em grupos de WhatsApp um texto que em tudo lembra a retórica de Jânio Quadros e insinua as hipóteses de um golpe de Estado para implantar um Estado policial ou a renúncia. O texto, que ele diz ser de “autor desconhecido”, usa a expressão “corporações” sem nomeá-las, quase num sinônimo das “forças ocultas” a que se referia Jânio Quadros, para falar das supostas dificuldade de Bolsonaro para governar. Termina com uma expressão típica do mercado financeiro, “Sell” (vendam), como a dizer que o governo acabou. Para introduzir o texto nos grupos, Bolsonaro escreveu: “Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: ‘Essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar’. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.”

Segundo a repórter Tânia Monteiro, do jornal O Estado de S.Paulo, a resposta de Bolsonaro por meio de seu porta-voz, o general  general Otávio do Rêgo Barros, ao questionamento sobre a iniciativa no Whatsapp foi: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”

O texto anônimo divulgado por Bolsonaro afirma que ele estaria sofrendo pressões das misteriosas corporações e que o País “está disfuncional”, não por culpa do presidente, mas que “até agora (Bolsonaro) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”.

Segundo a jornalista, Bolsonaro pediu que o texto fosse replicado nos grupos de WhatsApp. Tânia Monteiro acrescente: “fontes ouvidas pelo Estado consideram o desabado reproduzido como ‘muito grave’ e ‘preocupante'”.

Uma das fontes chegou a lembrar que o presidente está se deixando tomar pelas “teorias de conspiração”, que dominam os discursos em sua família e que, ao endossar o texto, ele pode provocar sim o que chamou de tsunami, na semana passada, e avisou que estava por vir, completou a veterana repórter de Brasília.

Leia a íntegra do texto, da forma como o presidente compartilhou em grupos de WhatsApp:

TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIA

Alexandre Szn

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: “Sell”.

Autor desconhecido

Felipe está “de boa” com o prefeito Cristino

Felipe Rodrigues

Felipe Rodrigues participou ativamente das duas campanhas eleitorais de Valéria do Manin: a que ela foi vitoriosa de 2012 e a que ela perdeu a reeleição em 2016.

Felipe participou do governo da jovem prefeita e era uma pessoa de inteira confiança da Menin Leal, pai da gestora e prefeito de fato – não de direito – da cidade.

Quem conhece a história, jamais poderia imaginar Felipe nas fileiras de outra liderança político como ocorre agora, onde está “de boa” – como dizem – com prefeito Cristino Gonçalves.

As razões para a mudança ainda não estão bem claras, porém tem quem diga que Felipe está se sentido muito bem com o novo chefe e que até pretende se candidatar a vereador pelo grupo do prefeito em 2020.

Pelos corredores da Câmara de Vereadores de Araioses, onde presta serviço, Felipe alardeia que tratem de se segurar, pois terão de aguentar por mais quatro anos de mandato o indigesto Cristino Gonçalves.

Aí tem coisa!

Polícia prende oito suspeitos e apreende 16 armas de fogo e droga em Santa Quitéria

A Polícia Civil, com o apoio da PM, deflagrou, nesta sexta-feira (17), a “Operação Strike” que culminou com a prisão de oito suspeitos de envolvimento em crimes, na cidade de Santa Quitéria, a 347 km de São Luís. Além disso, foram apreendidas armas de fogo e drogas.

Na ocasião, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de três mandados de prisão definitiva

Os presos foram identificados como Bernarda de Lima Dutra, José da Costa Viana, José Alves Viana, Isael Alves Caldas, Antonio Alves Viana, Luís Alves Viana, Bernardo Osvaldo Silva Souza e Diego Pedrosa da Silva.

A polícia apreendeu 16 armas de fogo e certa quantidade de drogas ilícitas.

Após os procedimentos legais, os presos acima foram encaminhados ao presidio da cidade de Chapadinha e ficarão à disposição do Poder Judiciário.

Por Gilberto Lima 

Nos EUA, ao lado de Bolsonaro, Guedes fala em fusão entre Banco do Brasil e Bank of America

Ministro da Economia disse que fusão será aos moldes do que “já fizemos com Embraer e Boeing”. Guedes ainda prometeu à Exxon Mobil quebrar monopólio da Petrobras no segundo semestre

Paulo Guedes durante discurso em Dallas (Foto: Marcos Correa/PR)

Em discurso em Dallas nesta quinta-feira (16), durante homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos a Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou em fazer uma fusão entre Banco do Brasil e Bank of America aos moldes do que “já fizemos entre a Embraer e Boeing”.

“Vamos procurar fazer uma fusão entre o Banco do Brasil e o Bank of America. São bancos bons para empréstimos agrícolas. Já fizemos uma nova relação entre a Embraer e Boeing. Vamos construir empresas transnacionais. Vamos ultrapassar as nossas fronteiras na procura de melhores oportunidades econômicas”, disse o ministro, segundo a transmissão da TV Brasil.

Guedes disse ainda que esteve ao lado de Bolsonaro durante encontro com o CEO da da petrolífera Exxon Mobil, Darren Woods, e prometeu a abertura do mercado de petróleo no Brasil, com o fim do monopólio de exploração da Petrobras. “Na segunda parte do ano falaremos sobre voltar a crescer, quebrando o monopólio da exploração de gás e petróleo e também na distribuição”, disse.

Guedes ainda prometeu que nos próximos 60 dias, a reforma da previdência proposta pelo governo estará aprovada. “Os presidentes da Câmara e do Senado dizem que vão aprovar em 60 dias o sistema de previdência social. Isso vai mudar a perspectiva total do país.”

Fonte: Revista Fórum

CCJ cancela eleições e dá 2 anos de mandato a prefeitos e vereadores

Eleições de 2020 poderão serão canceladas e se isso ocorrer os prefeitos e vereadores terão seus mandatos alongados até 2022.

Valtenir Pereira é relator da CCJ e deu parecer favorável à medida.

Relator na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, o suplente de deputado Valtenir Pereira (MDB), que ocupa a cadeira do deputado Carlos Bezerra (MDB), emitiu parecer favorável à PEC 376, de 2009, de autoria do deputado federal Ernandes Amorim (PR), que trata sobre o período de vigência de mandatos políticos.

A medida visa alinhamento dos mandatos políticos de gestores de estados e municípios. Nesse caso os cargos municipais passam a ser disputados juntos com os estaduais e federais. Caso a regra passe a valer, as eleições de 2020 serão canceladas e os prefeitos e vereadores terão seus mandatos alongados até 2022.

A mobilização política é para que a medida seja aprovada esse ano na Câmara Federal.

Se a proposta for aprovada, prefeitos e vereadores serão beneficiados com mais dois anos de mandato. Mas políticos do Executivo não poderão disputar reeleição.

Além do alinhamento dos pleitos, a medida aumenta de 8 para 10 anos, o mandato de senador, estabelece o mandato de 5 anos para todos os cargos eletivos e põe fim à reeleição para prefeitos e governadores.

Fonte: Repórter MT

Doria trai Bolsonaro e toma o lugar dele no jantar de gala do Museu de História Natural de Nova York

A revista Época conta que, na falta de Bolsonaro, escorraçado de Nova York, quem falou no jantar de gala da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, no Museu de História Natural de Nova York, nesta quarta-feira, 15, foi João Doria.

O gestor, que já traiu seu padrinho Geraldo Alckmin, e que sonha com a presidência em 2020, não se importou em aproveitar a oportunidade para trair também Bolsonaro, enquanto o presidente vagava a esmo, com o deputado Hélio Negão, sem agenda, por Dallas.

Na noite de quarta-feira, um líder brasileiro discursou sob a icônica baleia de 25 metros do Museu de História Natural de Nova York. Mas não foi o presidente Jair Bolsonaro (PSL), cuja previsão de receber uma homenagem no local levou à direção do museu a cancelar o jantar de gala da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, estopim de uma sequência de polêmicas que levou o governo a trocar a viagem à maior cidade americana por uma ida ao Texas. O discurso foi do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Esse episódio retrata o diferente momento em que os dois líderes brasileiros vivem em suas respectivas jornadas aos Estados Unidos. Mais que isso, sinaliza um possível cenário para as eleições presidenciais de 2022, já que Doria é um dos cotados para o pleito. Diante de plateia de empresários, Doria tratou de diferenciar-se de seu virtual concorrente, embora ainda se apresente como aliado do presidente. Ao menos em um evento fechado, na série de encontros que teve em Nova York Doria classificou-se como um político de “centro-direita” e disse que Bolsonaro é “extrema-direita”.

Ao substituir o presidente na premiação da Câmara de Comércio, na noite de terça-feira, Doria fez um discurso pregando a tolerância e o diálogo. Embora os dois sigam como aliados, principalmente na pauta econômica, o governador tenta reforçar as diferenças que existem entre ambos. Como também prega uma agenda econômica liberal, o discurso de Doria agradou os investidores estrangeiros, que não escondem que para seus negócios não é bom um ambiente político conturbado.

Diferentemente do que ocorreu na época do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff — quando era candidato à prefeitura de São Paulo e pregava abertamente a destituição da petista e criticava durante o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva —, agora Doria tenta mostrar-se como um político moderado. Sua defesa enfática da troca de poder turbinou sua primeira campanha eleitoral, vencida diante de um oponente do PT, o ex-ministro Fernando Haddad. Mas a empresários americanos disse que “pode-se gostar ou não do presidente Jair Bolsonaro, mas ele foi eleito pelo voto popular e isso é algo soberano que precisa ser respeitado”.

Fonte: DCM

Em Chapadinha casal é executado com mais de 20 tiros

Um casal foi executado nessa quarta-feira (15) na cidade de Chapadinha, a 245 km de São Luís, com mais de 20 tiros. As vítimas foram identificadas como Silbane Conrado da Silva e Paula Andreia Silva Gomes.

O crime ocorreu na Rua Idalina Ferreira e foi praticado por dois homens que estavam em uma motocicleta. Após o crime, os acusados fugiram sem serem identificados.  Na casa de Paula Andreia, a polícia apreendeu 37 gramas de cocaína e 70 gramas de crack.

Nas proximidades do local das execuções, os policiais prenderam Ariel Monteiro das Neves. Ao perceber a chegada da polícia, ele tentou correr. Ele foi levado para a delegacia e está sendo investigado.

A Polícia suspeita que o duplo assassinato está relacionado com um acerto de contas motivado pelo tráfico de drogas.

Fonte: Blog Silvan Alves

Professores e alunos do IFMA Araioses se manifestam contra o bloqueio de verbas na Educação

Professores e estudantes do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) saíram na manhã de ontem (15), em passeatas pelas ruas de Araioses para se manifestaram contra o bloqueio de recursos anunciado pelo Ministério da Educação.

Todo corpo docente e discente do (IFMA) Araioses saíram em caminhada do bairro Comprida – aonde se localiza o Campus da entidade de ensino – passando pela Rua das Mugubeiras até a Praça Viva Araioses e de lá seguiram pela Avenida Paulo Ramos. Durante todo o trajeto alunos e professores exibiam cartazes contra o bloqueio de verbas federais, e gritavam palavras de ordem ao som de Legião Urbana, onde o compositor Renato Russo diz o emblemático refrão que país é esse.

Segundo informações do Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discriminarias; aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como conta de água, luz, compra de materiais básicos, contrato de terceirização e realização de pesquisas.

O professor e diretor de administração e planejamento do (IFMA) Araioses professor Rafael Ciarline , informou que o Campos de Araioses  já vinha  sofrendo inúmeros cortes desde o ano de 2017, mas nunca tinha acontecido  um corte de verbas desta magnitude promovido  pelo atual Governo Federal .

Rafael Cerline, professor do (IFMA) Araioses

Segundo o professor Rafael o (IFMA) de Araioses teve um corte orçamentário de 38%, o que reflete em torno de R$ 349.000,00 (trezentos e quarenta e nove mil reais) no orçamento; e isso tudo afeta os trabalhos realizados no Campos  impossibilitando assim os alunos a terem um maior desempenho escolar; nós não estamos  apenas preparando os nosso alunos para o mercado de trabalho , mais estamos formando seres humanos e cidadãos, disse o professor do IFMA , Rafael Ciarline.

O valor total contingenciado, considerando todas as universidades e Institutos Federais é de R$ 1,7 bilhões, ou 3,43% do orçamento completo incluindo despesas obrigatórias. Em entrevista a emissoras de televisão o presidente Jair Bolsonaro, que se encontra nos estados Unidos ao tomar conhecimento das manifestações disse que os manifestantes que estiveram nas ruas de todo o Brasil nessa quarta-feira são “uns idiotas” uns imbecis” e “massa de manobra”.

Com informações do blog Antonio Veras e edição de Daby Santos

Provocações do governo ajudam a lotar manifestações

Por Fernando Brito no TIJOLAÇO

Em todas as regiões do país, a crescente afluência de pessoas para os atos em defesa da educação tem, certamente, alguma contribuição da estupidez com que, lá dos Estados Unidos, o senhor Jair Bolsonaro se referiu aos manifestantes.

É o mesmo que você verá, daqui a pouco, na Câmara dos Deputados, com as reações à maneira autoritária e arrogante com que o encarregado da Educação, Abraham Weintraub está fazendo sua apresentação.

Não há, no Presidente e no ministro, qualquer sinal de desejo em abrir um debate para formular um projeto educacional – afinal, a não ser o corte de verbas e abrir uma meia-dúzia de colégios militarizados.

Fez pouco do ensino superior, como se este fosse o responsável pelas deficiência pelos outros níveis de ensino.

Não passou de uma arrogante desqualificação que fez de todo o esforço de ampliação da universidade pública e dos institutos federais de tecnologia, que até as pedras da calçada sabem que tiveram um imenso impulso nos governos Lula e Dilma.

A claque do PSL e do Novo, aplaudindo sua fala, qualquer que fosse, não vai disfarçar o fiasco e o despreparo.

Araioses, como sempre, continua abandonada

Bomba colocada na Rua Mariano Cardoso inviabiliza o trânsito e não resolveu o problema de alagamento do local

O inverno já acabou e chuvas agora, apenas alguma temporal, mas em que pese o caos no trânsito nas ruas da cidade e de seus acessos o prefeito de Araioses, Cristino Gonçalves não deu nenhum sinal de que as obras de recuperação das ruas e estradas serão iniciadas.

Incrível, como conseguiram transformar uma das cidades mais bonitas do Baixo Paranaíba Maranhense, em algo deplorável caracterizando um abandono que parece não ter fim.

As ruas de Araioses estão intrafegáveis, onde não existe uma via sequer que não careça de reforma. E o que é pior: o tempo passa, entre prefeito e sai prefeito e as coisas só pioram.

As imagens que vemos em determinados locais de nossa cidade são tão feias, que parece até que acabamos de sofrer as consequências de um temporal.

O que o prefeito fez para diminuir os impactos do alagamento das chuvas não surtiu o efeito que se esperava. Equipamentos como uma bomba posta na Rua Mariano Cardoso, bairro Nova Conceição, pode ser citado como uma prova de incompetência ou descaso com o problema que deveria ser enfrentado de forma séria.

Ao invés de ser colocada na parte mais baixa da bacia alagada, colocaram a bomba bem mais acima, o que fez com que a drenagem das águas fossem apenas parciais.

Outra bomba foi colocada para esvaziar uma baixada no bairro Comprida que joga as águas no asfalto da Rua do Marcado destruindo o pouco que resta

E não foi por falta de cano, pois segundo moradores da rua ouvidos pelo blog, chegou a aquele local, um caminhão carregado de farta tubulação e que nem todos foram usados, retornando para lugar ignorado.

A bomba puxava água até um determinado nível sem, contudo esvaziar a lagoa formada pelas chuvas. Como medida paliativa fizeram uma vala para que a água chegasse até a capitação da bomba. Insuficiente a operação e a lagoa continua lá sem solução.

A bomba colocada em local inadequado na Rua mariano Cardoso não suga as águas dessa baixada

Na baixada que dá acesso à cidade, próximo ao Conjunto João Machado, por pouco as águas não romperam a estrada de vez o que se tivesse ocorrido estaríamos isolados provavelmente até hoje. Lá, há anos tem uma tubulação para passagem das águas, mas um criador de peixes cimentou o local e com isso as águas acumularam e o estrago é grande.

Tão logo foi constatado o problema a prefeitura deslocou para lá uma escavadeira para destruir a estrutura de concreto sem sucesso. Se a cidade tivesse um prefeito de verdade ele teria dado um prazo mínimo para dono do açude desobstruir a passagem de água.

O retrato de Araioses está muito feio e não há fotoshop que dê jeito. Se essa cidade não mudar de comando vão se passar muitos e muitos anos e o abandono continuará.

E não será reconduzindo quem está e quem já esteve em seu comando que essa pouca vergonha terá fim.

Uma enorme vala foi feita para que as águas chegasse até a bomba, porém não resolveu o problema de alagamento

Asfalto, quebrado e rua interditada até quando?

Lagoa da rua Mariano Cardoso

Local onde um criador de peixes cimentou a passagem de águas

Retrato do abandono

Estudantes fazem primeiro ato nacional contra Bolsonaro

Manifestantes protestam contra bloqueio de recursos do MEC

Imagem do ato em Salvador feita pelo coletivoiso314, publicada pela UNE no Twitter (Foto: @coletivoiso314 via Twitter/UNE)

Jornal do Brasil

Estudantes e professores de todo o Brasil fazem nesta quarta-feira (15) a primeira mobilização nacional contra o presidente Jair Bolsonaro, cujo governo congelou 25% das despesas discricionárias de universidades e instituições federais de ensino.

O bloqueio de repasses foi anunciado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, e atinge os gastos que não são obrigatórios, ou seja, investimentos em pesquisas, contas de água e luz, aquisição de materiais, entre outros – os salários não fazem parte do contingenciamento.

Segundo Weintraub, o congelamento pode ser revisto caso a economia brasileira melhore, em um claro recado em defesa da aprovação da reforma da Previdência. O bloqueio, no entanto, arrisca inviabilizar a operação de algumas universidades e já provocou o corte de 3,5 mil bolsas de mestrado e doutorado da Capes, principal agência do governo de incentivo à produção científica.

A crise fez a Câmara dos Deputados aprovar uma convocação de Weintraub para esta quarta-feira, fato inédito até então no governo Bolsonaro. Na noite da última terça (14), líderes partidários, inclusive do PSL, chegaram a dizer que o presidente havia cancelado o contingenciamento, mas a informação foi desmentida pela Casa Civil.

Protestos

Em São Paulo, a paralisação de estudantes e professores conta com a adesão de escolas públicas e particulares, além das principais universidades da capital, como USP e Unifesp.

Também há registro de atos em Campinas, Sorocaba e Santos, além de diversos estados do país, como Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Sergipe. No Rio de Janeiro, a greve envolve a UFRJ e o Colégio Pedro II, que é de administração federal, entre outras instituições.

O Rio ainda será palco de um protesto unificado na Candelária, a partir das 17h, provavelmente o maior ato desta quarta-feira. Os manifestantes também protestam em defesa da liberdade de ensino nas universidades e contra o projeto “Escola sem Partido”, que busca impedir professores de abordarem temas políticos nas aulas.

Agência ANSA