Gilmar, no Roda Viva: STF foi cúmplice da Lava Jato

Por Fernando Brito editor do TIJOLAÇO

Parece que a imprensa brasileira já não “dá muita bola” para aquilo que, em qualquer parte do mundo democrático, seria manchete.

Anteontem, o presidente do Supremo disse que havia planos de “atentado terrorista” contra o STF.

Agora, outro integrante da Corte, Gilmar Mendes, diz que o tribunal foi “cúmplice” das irregularidades de Lava Jato.

E, de novo, parece ter passado em branco.

Pois é, a leniência dos tribunais superiores, passando anos a fio a “passar pano” para Sérgio Moro cobra-lhes, hoje, este preço.

A perda da credibilidade pública e da autoridade que deveria ter exercido.

E não exerceu.

Agora, tem dificuldades em “falar grosso” de tanto que afinou sua própria voz.

Tiro no pé e com adversários deste porte não há o que temer

Reprodução do Inquérito Civil que Rocha Filho  exibiu como um troféu nas redes sociais

O ex-prefeito de Água Doce do Maranhão, Eliomar Dias é o que se pode chamar de um homem de sorte. Pelo que tenho visto nas redes sociais Rocha Filho – também ex-prefeito daquela cidade – seria o seu principal adversário dele na luta pela reeleição de Thalita Dias, a atual prefeita.

Tenho informações de que outros pré-candidatos se mobilizam para viabilizar suas candidaturas, porém nenhum com a agilidade de RF, talvez até porque esse tenha mais tempo do que os demais para fazer política.

Mas ao que parece essa vontade de voltar à prefeitura de Água Doce não está fazendo bem ao ex-prefeito, pois ele não vem agindo com a inteligência que essa luta exige se não vejamos.

Recentemente ele publicou – como um invejável troféu – na sua página do Facebook e em outras redes sociais uma reprodução de um Inquérito Civil de parte do MP na pessoa do Dr. John Derrick Barbosa Braúna – após representação do vereador Osvaldo de Sousa Silva – que recomenda a perfeita Thalita Dias que exonere dentro de 30 dias sua mãe Rosária Dias, do cargo de Secretária de Educação daquele município.

Embora Rocha Filho tenha publicado uma mensagem no seu Fecebook em que passa a imagem de ser um arauto da honestidade no trato da coisa pública e critique – mesmo sem reconhecer que é crime – o nepotismo que estaria sendo praticada pela prefeita, a recomendação do promotor seria embasada pelo fato de supostas irregularidade que Rosária Dias teria cometido quando secretária de Assistência Social de Água Doce.

Não vou entrar no mérito da legalidade da representação do vereador Osvaldo e amplamente divulgada por Rocha Filho e sim no que isso pode representar de negativo nas pretensões de seus autores, onde um provavelmente vai buscar a renovação de seu mandato de vereador e o outro realizar o sonho ao que parece – cada vez mais distante – de retornar ao comando da prefeitura aguadocense.

Ora, o trabalho que Rosário Dias vem fazendo como Secretária de Educação de Água Doce é elogiado até pelos adversários do governo de sua filha. Têm procurado – com muito gosto e dedicação – melhorar cada vez mais os índices educacionais do município.

Quando secretária de Assistência Social de Água Doce era uma das pessoas mais queridas da cidade exatamente pelo grande trabalho social e humano que ali realizou.

Ontem, domingo (6), conversei longamente com um amigo que é eleitor de Água Doce e nunca votou em Eliomar Dias e nem em seus candidatos. Para ele o que Rocha Filho e Osvaldo fizeram foi dá um tiro no pé.

Que eles deveriam ver o lado social e entende que essas atitudes só aumenta a rejeição deles perante a opinião pública. Me disse ainda que o trabalho de “dona Rosária” não estava ruim e que não viu ninguém reclamar dela até hoje e que estrategicamente Rocha Filho não devia ter mexido. “Foi um erro, escuta o que eu estou te dizendo, depois à gente vai analisar esse erro deles aí”.

Pelo visto, Rocha Filho na ânsia de criar dificuldades para o governo de Thalita Dias acaba, mesmo sem querer contribuindo para facilitar a reeleição dela na eleição do ano que vem.

Eleitos os novos Conselheiros Tutelares de Araioses

Daiane Carvalho, Nazaré Rodrigues, Vânia Reis, Ribinha e Irmã Sulamita

Em uma eleição que só terminou sua apuração no início da manhã de hoje (7), os novos Conselheiros Tutelares de Araioses já são de conhecimento público. O local da apuração foi a Secretaria de Assistência Social de Araioses.

São cinco as vagas para o Conselho Tutelar e 19 candidatos disputaram o pleito.

Relação dos eleitos:

1º lugar: Daiane Carvalho com 401 votos;

2º lugar: Vânia Reis com 348 votos;

3º lugar: Nazaré Rodrigues com 343 votos;

4º lugar: Ribinha com 300 votos e;

5º lugar: Irmã Sulamita com 190 votos.

Não se sabe o que motivou a mudança dos locais de votação este ano, onde várias sessões foram extintas dificultando o trabalho de votação dos eleitores.

No povoado Placas, por exemplo, foi o local de votação de eleitores de toda a região do Remanso, Pirangi, entre outros povoados da zona rural de Araioses tendo entre esses, lugares distantes mais de 30 km.

O motivo dessas mudanças não tem explicação, porque o que se entende é que se deve facilitar o trabalho do eleitor e não dificultá-lo.

Segundo informação da Secretaria de Assistência Social de Araioses os locais de votação foram:

Sede: apenas na U. E. Tudes Cardoso, no Centro e na U. E. São Manoel, bairro São Manoel.

Zona Rural: João Peres, Placas, Cana Brava, Carnaubeiras, Ilha das Canárias e Água Fria.

Acompanhou a eleição em Araioses o CMDCA – Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Drª. Samara Cristina Mesquita Pinheiro Caldas – Promotora de Justiça da Vara da Infância e da Juventude em Araioses.

O Conselho Tutelar é órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente, definidos por Lei.

O art. 139, § 1º, da Lei Federal n. 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA), determina que o processo de escolha para os membros do Conselho Tutelar ocorra em data unificada em todo o território nacional a cada quatro anos, no primeiro domingo do mês de outubro do ano subsequente ao da eleição presidencial.

Fotos: João Filho e WhatsApp

Bandidos atiram na polícia e explodem três agências bancárias em Tutoia

Bandidos explodiram três agências bancárias no estado do Maranhão na madrugada desta segunda-feira (7). Os alvos dos assaltantes foram as agências do Banco do Brasil, Bradesco e do Banco do Nordeste na cidade de Tutoia, a 220 km de São Luís.

De acordo com informações de populares, o bando fortemente armado chegou por volta de 1h da madrugada, atirando e provocando terror na pequena cidade. Segundo eles, os bandidos se dividiram em grupos, um deles teria ficado atirando contra a delegacia, outro contra a Guarda Municipal. Já o terceiro grupo se dirigiu aos bancos. Uma viatura da PM ficou completamente destruída pelas rajadas de bala.

Os criminosos explodiram os caixas eletrônicos e levaram uma quantia de dinheiro ainda não informada, durante a fuga eles teriam levado um refém, além de jogar na rodovia miguelitos, pequenas armadilhas de metal usadas para furar pneus das viaturas.

Veja o vídeo:

 

Fonte: blog Enquanto isso no Maranhão

União – o caminho a ser seguido

Imagem ilustrativa – Internet

Daqui a exatamente um ano o eleitor araiosense estará elegendo o prefeito ou a prefeita que irá administrar o município de Araioses, a partir do dia 1º de janeiro de 2021 a 31 de dezembro de 2024.

No momento, mais de 20 pré-candidatos já mostraram o desejo de concorrer à prefeitura araiosense, sendo que a maioria certamente irá desistir da ideia pelo meio do caminho e aderir a outro projeto político.

Se a eleição fosse hoje – segundo apontou recentemente uma pesquisa eleitoral – a ex-prefeita Luciana Trina seria a vencedora com boa margem de votos sobre a Valéria do Manin, a segunda colocada.

Seria um retrocesso diria uns e digo mais, pois além de ser um passo atrás que o araiosense iria dar, seria também a prova maior de que os araiosenses se odeiam e que são incapazes de se unir em torno de um nome que seja capaz de dar um novo rumo a forma de se fazer política em Araioses, onde finalmente o povo seja colocado em primeiro plano das ações desse futuro administrador.

Infelizmente, essa união está muito difícil de acontecer, pois para que ela venha se concretizar carece de um líder que possa ser apontado como uma referência de conduta e de defesa de Araioses e seu povo.

O momento exige seriedade e muita responsabilidade, pois nossa cidade está ficando cada vez mais difícil de ser governada, pois a cada gestão que tem passado pior elas tem deixado o município.

Não existem caminhos a ser seguido. A única saída, o único caminho a ser seguido é a nossa união.

Devemos ter um mínimo de dignidade e entender que enquanto não nos unirmos nossa terra e nosso povo vão ficar cada vez em pior situação.

Temos filhos, temos irmãos, temos pais e mães, temos muita gente que depende de nós.

Não devemos decepcionar e envergonhar essa gente.

Moro quer emparedar o STF mais uma vez, com a lorota de que não houve excesso na Lava Jato

Sergio Moro, quando ainda fazia politica de toga

Por Joaquim de Carvalho no DCM

Na entrevista que Sergio Moro deu à Veja, ele fez algumas colocações que podem ser facilmente confrontadas. A principal delas é sobre os abusos da Lava Jato.

“Não houve excesso, ninguém foi preso injustamente”, disse Moro.

Não houve?

A operação nasceu de um excesso, que foi a usurpação de competência do STF para investigar casos que estavam sendo apurados desde 2006.

Durante oito anos, Moro manteve sob sua autoridade um inquérito sem alvo e fatos definidos, mas que apresentavam indícios fortes de envolvimento de autoridades que só poderiam ser investigadas pelo STF.

A origem deste inquérito está em uma escuta telefônica realizada pela Polícia Federal em Londrina, que registrou conversa entre um advogado e seu cliente, que citavam o doleiro Alberto Youssef.

Moro não poderia receber a transcrição desta escuta exceto por decisão do juiz que havia ordenado a escuta. Mas, por vias transversas, essa escuta foi parar na sua Vara, a 13ª, em Curitiba.

Moro, então, decidiu abrir um inquérito, considerando que era o juiz do caso, já que envolvia Alberto Youssef, premiado por ele em um acordo de colaboração no âmbito do caso Banestado.

O inquérito foi aberto, mas Youssef não foi sequer chamado para depor. Um delegado da Polícia Federal em Londrina, Gérson Machado, alertou Moro que o doleiro praticava crimes e recomendou que aquele acordo de colaboração fosse rescindido, mas o então juiz não tomou nenhuma providência.

Só quando esse inquérito recebeu o nome Lava Jato, em 2014, é que Moro definiu a Petrobras como vítima, prendeu Youssef e passou a comandar uma investigação que desestabilizaria o governo federal.

Nesse inquérito, Moro banalizou as ordens de condução coercitiva, dirigidas a pessoas que não haviam se recusado a prestar depoimento, como o ex-presidente Lula.

Não houve excesso?

O STF acabaria proibindo essa prática, justamente por considerá-la abusiva.

Moro também manteve prisões preventivas prolongadas, em condições desumanas. Um exemplo: antes de decidir delatar, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, não podia deixar sua cela para tomar banho —  nem de sol, nem de água — nos fins de semana e feriados.

Seu advogado na época, Fernando Fernandes, apresentou habeas corpus, e iniciou uma luta para tentar mudar o tratamento desumano na prisão de Curitiba.

No habeas corpus, ele juntou cópia da lei de proteção aos animais, como fez o jurista Sobral Pinto, na ditadura do Estado Novo, em relação ao comunista Harry Berger.

Não houve excesso na Lava Jato?

No mesmo movimento de defesa, Fernando Fernandes apresentou uma reclamação ao STF, para denunciar as ilegalidades da Lava Jato e conseguiu libertar Paulo Roberto Costa.

Mas ele voltaria à prisão dois meses depois por um pedido do Ministério Público Federal que continha uma prova ilícita: documentos bancários obtidos informalmente de autoridades suíças, relativos a duas contas que Paulo Roberto Costa mantinha naquele país.

Não houve excesso?

Paulo Roberto Costa trocou de advogado e acabaria concordando com um acordo de delação.

Disse tudo aquilo que os procuradores queriam ouvir, ainda que faltassem provas.

Para Moro, nada disso foi abuso. E quem diz o contrário é militante político. Será que ele estaria se ferindo a Gilmar Mendes, que compara os abusos da operação à prática de tortura?

Certamente.

Mas não vai dizer. Pelo contrário. Da boca para fora, defende a corte. “É fundamental para a democracia”, afirmou.

Mas, no fundo, ataca, quando diz que está preocupado com o possível resgate do princípio constitucional da presunção de inocência, com prisões autorizadas apenas a partir de esgotados todos os recursos.

“Espero, respeitosamente, que não ocorra. O Supremo terá de avaliar bem as consequências de uma eventual reversão sobre o movimento anticorrupção e sobre a esperança das pessoas por um país mais íntegro e mais justo”, disse.

Os ministros da corte constitucional precisam ficar atentos, porque Moro usa a estratégia de sempre: na dificuldade, recorre a seus aliados na imprensa para tentar criar um ambiente que produza decisões favoráveis a seus interesses, que quase sempre representam uma posição autoritária.

Moro não fala pela população. Sua entrevista deve ser recebida como a manifestação de quem quer a Lava Jato ativa como parte de um movimento que o levou ao poder.

Sem a Lava Jato, Moro fica ainda menor.

Vereadores elogiaram as instalações e a recepção da APAE

Depois de 15 dias sem seções, os vereadores araiosenses voltaram a se reunir hoje (4), desta vez como já dito aqui no Auditório da APAE de Araioses.

Os vereadores – sem exceção – elogiaram as instalações e a recepção da APAE, onde se sentiram muito bem para exercerem suas atividades enquanto durar a reforma do prédio da Câmara de Vereadores.

Diferentemente do que estava ocorrendo no auditório do U E Tudes Cardoso, as sessões voltaram a serem realizadas nas terças e sextas-feiras.

Mídia alinhada ao golpe esconde do público que Lula é Cidadão de Honra de Paris

(Foto: Felipe Gonçalves/247 | Reprodução)

247 Lula é agora Cidadão de Honra de Paris. A notícia é destaque em todo mundo, mas foi escondida por toda a mídia conservadora do país, que decidiu esconder de seus leitores o fato de um preso político brasileiro ser honrado com o título de cidadão parisiense. Até o conservador jornal francês Le Figaro deu a notícia com grande destaque.

A notícia foi censurada em toda a mídia responsável pelo golpe contra Dilma Roussef e pela eleição de Jair Bolsonaro, que baniu o assunto das páginas dos jornais, das TVs e sites.

A decisão de Paris representa uma grande derrota para Jair Bolsonaro, que só é presidente porque Lula foi artificialmente barrado da disputa presidencial, para Moro, que operou a farsa judicial, e para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que ajudou a articular a prisão de Lula e, embora tenha apartamento à disposição em Paris, jamais mereceu tal honraria.

O conservador Le Figaro registrou assim a notícia: “A cidade de Paris decidiu na quinta-feira conceder cidadania honorária ao ex-presidente brasileiro Lula, que atualmente está cumprindo pena de prisão, por seu compromisso de reduzir a “desigualdade social e econômica” em seu país”.

A Prefeitura de Paris em seu comunicado afirmou que a ação de Lula “permitiu que quase 30 milhões de brasileiros escapassem da pobreza extrema e acessassem direitos e serviços essenciais”.

“Lula é conhecido por sua política proativa de combater a discriminação racial particularmente acentuada no Brasil”, acrescenta o comunicado, dizendo que “através de seu compromisso político, todos os defensores da democracia no Brasil são atacados.”

A carta da Prefeitura destaca ainda a perseguição judicial movida por Moro contra Lula, o posicionamento de parlamentares franceses, juristas e ex-chefes de Estado no entendimento de Lula teve seu direito de concorrer à presidência em 2018 barrado e cita o The Intercept e a revelação de que houve um conluio entre o então juiz e autoridades da Operação Lava Jato para condená-lo e prendê-lo.

Município é condenado a incluir paciente com anemia autoimune em TFD

Medida atende pedido do Ministério Público do Maranhão

Atendendo pedido do Ministério Público do Maranhão, formulado em Ação Civil Pública, o Poder Judiciário determinou, em 27 de setembro, ao Município de Tufilândia a inclusão de uma paciente com anemia hemolítica autoimune no programa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD).

A medida deve garantir o pagamento dos custos relativos às passagens, alimentação e hospedagem da paciente e de seu acompanhante, enquanto durar o tratamento dela no Hemomar e no acompanhamento pós-parto na Maternidade Marly Sarney, em São Luís.

Na ação, ajuizada pelo promotor de justiça Cláudio Borges dos Santos, titular da Comarca de Pindaré-Mirim (da qual Tufilândia é termo judiciário), o MPMA destacou que, em virtude da doença, a paciente precisa viajar quinzenalmente para fazer o acompanhamento em São Luís e teve o tratamento interrompido por não ter condições financeiras para realizar seu deslocamento até a capital.

À época do ajuizamento da ação, em 30 de abril de 2019, ela estava grávida e seu quadro de saúde requeria cuidados especiais em virtude da gravidez de risco por conta da anemia.

“O município de Tufilândia não vem fornecendo a ajuda financeira necessária para a continuidade ao seu tratamento fora do domicílio. A patente omissão da autoridade responsável em adotar as medidas necessárias ao pleno tratamento poderá até mesmo levá-la a regredir com maior intensidade o seu quadro clínico, bem como a sofrer graves consequências, o que comprovaria o absoluto cerceamento do seu direito fundamental à saúde”, afirmou, na ACP, Cláudio Borges.

O TFD é um auxílio prestado pelo Poder Público aos usuários do Sistema Único de Saúde para garantir o tratamento médico a pacientes com doenças não tratáveis no município de origem por falta de condições técnicas.

Fonte: CCOM-MPMA

Tudo pronto na APAE para a sessão desta sexta-feira (4)

Como podem ver na foto, está tudo pronto para a sessão da Câmara de Vereadores de Araioses, que a partir de agora serão realizadas no Auditório da APAE até que a reforma do prédio do Legislativo Araiosense fique pronta.

O TRE já desocupou as instalações da APAE que usou para a biometria eleitoral e a sessão de amanhã (4), já será no auditório da entidade.

Com isso, os vereadores que criticavam o uso do auditório do Tudes Cardoso – cedido apenas nas sextas-feiras – voltam a ter novamente os dois dias para participar das reuniões.

De preferência, com o máximo de assiduidade.

Polícia do Rio prende mulher de acusado de matar Marielle

(Foto: Mídia Ninja | Reprodução)

247 – A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta quinta-feira (3) três pessoas em uma operação relacionada à morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018. Entre elas está Elaine de Figueiredo Lessa, mulher do sargento reformado da PM Ronnie Lessa, acusado de ser um dos autores do crime. Também foram presos Márcio Montavano, o “Márcio Gordo” e Josinaldo Freitas, o “Di Jaca”, que são suspeitos de ajudar a ocultar provas.

A residência para onde Elaine se mudou, há cerca de três meses, fica ao lado da casa Jair Bolsonaro. No novo endereço, só há casas. A dela é de número 57. Lessa também morava no mesmo condomínio do ocupante do Planalto.

De acordo com a Polícia Civil, os envolvidos teriam ocultado armas usadas pelo grupo do sargento, entre elas a submetralhadora HK MP5, que teria sido usada para matar Marielle e Anderson.

A suspeita é a de que o assassinato da parlamentar tenha ligação com o crime organizado. Marielle era ativista de direitos humanos e vinha denunciando a truculência policial que ocorria nas favelas, bem como a atuação de milícias.

Os criminosos perseguiram o carro dela por cerca de três quilômetros e efetuaram os disparos em um lugar sem câmeras no centro do Rio.

Um quarto mandado de prisão ainda está sendo cumprido contra o irmão de Elaine, Bruno Figueiredo. Ronnie Lessa também é alvo de mandado, mas ele já está preso.

Os detidos são acusados de obstrução judicial, porte de arma e associação criminosa. A operação, chamada de “Submersus”, ainda cumpre 20 mandados de busca e apreensão.

Ronnie Lessa está preso na penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Além dele, o ex-policial Élcio Queiroz, que foi expulso da Polícia Militar, também está preso sob a acusação de ter matado Marielle e seu motorista. Queiroz havia postado no Facebook uma foto ao lado de Bolsonaro. Na foto, o rosto de Bolsonaro está cortado.

Pescador de Parnaíba/PI é resgatado no litoral do Maranhão após passar 20 horas no mar

Pescador é resgatado após passar 20 horas no mar no Maranhão – Foto: Reprodução/ TV Mirante

Por G1 MA — São Luís, MA

Um pescador do Piauí foi resgatado na tarde desta quarta-feira (2) no litoral do Maranhão, após passar 20 horas no mar. De acordo com a Marinha do Brasil, Francisco das Chagas dos Santos Pinto, de 45 anos, caiu de uma embarcação pesqueira que estava cerca de 200 km da costa maranhense.

Francisco das Chagas caiu da embarcação por volta das 2h50 da madrugada dessa terça-feira (1º). Os tripulantes chegaram a perceber, mas ele não conseguiram fazer o resgate por conta da visibilidade na região.

As autoridades foram acionadas e as buscas só foram iniciadas nas primeiras horas da manhã de terça-feira. Segundo a Marinha, Francisco só foi localizado por volta das 22h. O pescador que é natural de Parnaíba no Piauí, foi resgatado por um navio mercante.

Francisco das Chagas dos Santos Pinto, de 45 anos, foi resgatado após passar 20 horas no mar — Foto: Reprodução/TV Mirante

Após o resgate, ele foi trazido por um helicóptero da Marinha para São Luís, e em seguida, foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O pescador será ouvido nesta tarde pela Marinha que deve determinar a abertura de um inquérito para investigar as causas do acidente.

“Assim que a embarcação retornar para o seu local de origem que é em Parnaíba, será realizada uma perícia, e será feita uma oitiva dos tripulantes e dele também. Já entramos em contato com o armador da embarcação pesqueira, com o dono, que já está providenciando o traslado dele daqui para Parnaíba e lá ele será ouvido. Esse inquérito estamos verificando será aberto por aqui ou por lá”, explicou Márcio Ramalho Dutra, capitão dos portos da Marinha.

Após o resgate, ele foi trazido de helicóptero para São Luís. — Foto: Reprodução/TV Mirante

Veja os vídeos: Deputados César Pires e Yglésio Moyses travam discussão forte na AL

Foto: Reprodução

Por: John Cutrim

Os deputados César Pires e Yglésio Moyses travaram uma forte discussão na manhã de hoje (2) na Assembleia Legislativa. A pauta da discussão foi o Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão (HTO) que, segundo Pires, não estava conseguindo atender toda a demanda do Maranhão.

Yglésio subiu a tribuna e disse que César Pires espalhava mentiras, Fake News sobre o HTO. Em seguida, o parlamentar fez um discurso revelando que foi o próprio Yglésio, da base do governador Flávio, que tinha repassado a informação. “Canalha, mau-caráter, safado, vil, biltre”, disparou César ao sugerir que o colega toma remédio controlado.

Veja nos quatro vídeos acima.

Sem os forasteiros já estivemos melhores

Valéria do Manin e Luciana Trinta – ambas de outras cidades – já tiveram suas oportunidades e não souberam aproveitar

Tomei conhecimento recentemente de gente do grupo e que frequenta a casa da ex-prefeita Luciana Trinta, que diante da sua inelegibilidade que vai até 2026, o seu candidato na eleição do ano que vem não seria mais uma de suas filhas e sim o marido Remi Trinta.

Lógico, que esse tipo de informação depende do tempo para ser confirmada ou não.

Até porque dizem que Luciana Trinta dá risadas quando falam que ela está inelegível, que ela vai derrubar essa decisão do TCU e quanto as suas contas – de 2009 e 2010 – que foram reprovadas pela Câmara de Vereadores de Araioses diz que não foi notificada, que foram feitas de forma errada e que não aguentam uma contestação feita em um papel higiênico.

Pessoalmente vejo que devemos nos preocupar mais com o que é nosso, pois se nossa cidade tem estado nos últimos anos sob comando de forasteiros foi porque faltou união entre nós em torno de um ou uma araiosense de verdade que respeitasse o povo e o que é dele.

Para mim é uma tristeza saber que se a eleição fosse hoje seria decidido entre Luciana Trinta e Valéria do Manin, onde ambas já tiveram suas oportunidades e jogaram fora ao não cumprir em praticamente nada, os compromissos assumidos na campanha.

Não precisamos de forasteiros, pois sem eles, nós já estivemos melhores.

Livro de Janot pode anular ‘processo do triplex’ desde a origem. Leia o trecho-chave

Por Fernando Brito editor do TIJOLAÇO

O livro do ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot, escrito através de depoimentos aos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelin, que já circula, em pdf, pela internet tem material suficiente para anular desde o início, a ação penal que resultou na condenação de Lula no processo do triplex que lhe foi “atribuído” no Guarujá.

Desde o início, mesmo, porque a denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro não tinha sustentação, nas palavras dos procuradores Deltan Dallagnoll e Januário Paludo em setembro de 2016, quando foram procurar o ex-PGR para dar-lhe uma “chave de galão” e forçarem-no a antecipar a denúncia por organização criminosa contra o PT.

Leia como é clara a narrativa de Janot:

“Precisamos que você [Janot] inverta a ordem das denúncias e coloque a do PT primeiro”, disse Dallagnol, logo no início da reunião.(…)

“Não, eu não vou inverter. Vou seguir o meu critério. A que estiver mais evoluída vai na frente. Não tem razão para eu mudar essa ordem. Por que eu deveria fazer isso?”, respondi.

Paludo disse, então, que eu teria que denunciar o PT e Lula logo, porque, se não fosse assim, a denúncia apresentada por eles contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ficaria descoberta. Pela lei, a acusação por lavagem depende de um crime antecedente, no caso, organização criminosa. Ou seja, eu teria que acusar o ex-presidente e outros políticos do PT com foro no Supremo Tribunal Federal em Brasília para dar lastro à denúncia apresentada por eles ao juiz Sergio Moro em Curitiba. Isso era o que daria a base jurídica para o crime de lavagem imputado a Lula.

“Sem a sua denúncia, a gente perde o crime por lavagem”, disse o procurador.(…)

O problema era delicado. Na fase inicial das investigações sobre Lula e o triplex, eu pedira ao ministro Teori Zavascki o compartilhamento dos documentos obtidos no nosso inquérito sobre organização criminosa relacionada ao PT com a força-tarefa. Eles haviam me pedido para ter acesso ao material e eu prontamente atendera. Na decisão, o ministro deixara bem claro que eles poderiam usar os documentos, mas não poderiam tratar de organização criminosa, porque o caso já era alvo de um inquérito no STF, o qual tinha como relator o próprio Teori Zavascki e cujas investigações eram conduzidas por mim.

Ora, e o que Dallagnol fez? Sem qualquer consulta prévia a mim ou à minha equipe, acusou Lula de lavar dinheiro desviado de uma organização criminosa por ele chefiada. Lula era o “grande general” , o “comandante máximo da organização criminosa”, como o procurador dizia na entrevista coletiva convocada para explicar, diante de um PowerPoint, a denúncia contra o ex-presidente. No PowerPoint, tudo convergia para Lula, que seria chefe de uma organização criminosa formada por deputados, senadores e outros políticos com foro no STF.

“Se você não fizer a denúncia, a gente perde a lavagem”, reforçou Dallagnol, logo depois da fala de Paludo.

“Eu não vou fazer isso!”, repeti.

Resumindo: foram usadas para sustentar a denúncia indícios cuja utilização estava proibida por um ministro do STF, o que era absolutamente sabido pelo Ministério Público.

É por isso que Zavascki, dias depois, em sessão da 2a. Turma do STF, disse que havia uma “espetacularização” na denúncia:

“Nós todos tivemos a oportunidade de verificar há poucos dias um espetáculo midiático muito forte de divulgação, se fez lá em Curitiba, não com a participação do juiz, mas do Ministério Público, da Polícia Federal, se deu notícia sobre organização criminosa, colocando o presidente Lula como líder dessa organização criminosa, dando a impressão, sim, de que se estaria investigando essa organização criminosa (em Curitiba)”, comentou o ministro.

Dois meses depois, o ministro morreria.

A nulidade do processo, agora, não cuida da parcialidade do juiz Sergio Moro, mas da inépcia da denúncia, primeiro passo da ação penal.

Nem as provas dependem de diálogos obtidos por “hackers”.

A Lava Jato desmorona rapidamente.