Ministério Público pede a impugnação das candidaturas de Luciana Trinta e de Jacira Pires

O que já era esperado aconteceu. O Ministério Público pediu hoje (30), a Justiça Eleitoral à impugnação das candidaturas da ex-prefeita Luciana Trinta e da ex-vereadora Jacira Pires.

O motivo da impugnação segundo o PMMA diz respeito ao fato das duas estarem com contas irregulares, portanto inelegíveis.

Agora é aguardar a decisão da Justiça Eleitoral.

Araioses e a maldição da reeleição

Prefeito de Araioses Cristino Gonçalves caminha para manter o tabu da maldição da reeleição – Foto: Reprodução

Desde que foi implantado o sistema de reeleição – uma manobra casuística patrocinada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995/2002) – no País, Araioses não reelegeu nenhum de seus prefeitos nessas últimas seis eleições.

Chagas Paixão (1997/2000) foi o primeiro a concorrer por esse sistema, portanto o primeiro a provar da maneira como o araiosense gosta de reprovar gestor que não honra os compromissos de campanha.

Depois veio Pedro Henrique, Zé Tudes, Luciana Trinta, Valéria do Manin e por último, tudo indica que o atual prefeito – o médico Cristino Gonçalves de Araújo – também terá seu governo reprovado pelo eleitor araiosense.

Todos esses gestores perderam suas reeleições comandando grandes grupos políticos – em números – a exceção de Luciana Trinta, que do alto de sua arrogância deu a entender que ela não precisava de lideranças políticas para se reeleger, o que permitiu que Manin Leal a custa da máquina administrativa de Santa Quitéria montasse o mais expressivo naquele ano de 2012.

Mas esses fatos, que já são tradição na política de Araioses, nos leva a perguntar por que ocorreram, se a lógica indicaria o contrário?

Primeiro e o mais importante é que em uma campanha de reeleição não há mais espaço para promessas. O gestor que pleiteia uma reeleição tem que chegar às localidades/povoados é fazendo prestação de contas do que fez para aquela comunidade. Se nada fez não adianta dá desculpas pela omissão e muito menos pedir votos prometendo que ‘agora vai fazer’.

Outro fator importantíssimo é que em regra os gestores araiosenses – tão logo iniciam seus mandatos – esquecem e viram as costas para muitos dos que trabalharam para elegê-lo e abrem os braços para receber, de preferência que trabalhou contra. Agindo assim, já começam a governar desagradando quem não devia.

O que todo mundo ver – menos esses gestores – é de que quem mais eles valorizam é quem mais contribui para a derrocada deles. Na condição de estarem vivendo uma nova vida deixam-se levar a pratica da ostentação, sistema esse que para ser mantido não tem como não agregar outra praga – a corrupção.

Cegos, esses gestores gostam por demais de quem mais contribui para jogar no fundo poço os seus governos.

Não é o araiosense que é ingrato, são os gestores que fazem péssimas escolhas e por isso pagam caro e aqueles que contribuíram para o fracasso desses, pouco se importam com isso, porque hábeis como são na arte de bajular, logo estarão empoleirados no governo de plantão.

Simples de entender!

Oposição anuncia obstrução na Câmara até que auxílio emergencial seja votado

Foto: Agência Brasil

Revista Fórum – O líder da Minoria na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), anunciou na terça-feira (29) que os partidos de oposição irão lançar mão da estratégia de obstrução até que a Presidência da casa cumpra com a promessa de colocar em pauta a Medida Provisória Nº 1000, na qual o presidente Jair Bolsonaro diminuiu o valor do auxílio emergencial pela metade. A oposição acredita que pode retornar com o benefício ao valor original, de R$ 600, caso o texto seja apreciado no plenário.

“Na próxima semana, nós vamos dizer em alto e bom som que vamos obstruir tudo para exigir que esta Câmara, este Congresso, discuta e vote a Medida Provisória nº 1.000. Esta é a primeira questão importante que eu queria levantar em nome da Minoria, Sr. Presidente”, afirmou Guimarães. Lideranças de PSOL, PCdoB, Rede e o deputado André Janones (Avante-MG) também cobraram a votação durante a sessão.

Segundo o parlamentar, o governo “está com medo” de ver a MP ser votada. “[Bolsonaro] não quer que a matéria seja votada. Esta é a denúncia que nós queremos fazer: ele não quer que seja votada a Medida Provisória nº 1.000 porque não quer enfrentar o debate, um debate que é necessário, sobretudo para as regiões onde a pandemia afetou as populações mais carentes. Essas populações sobreviveram, neste tempo de pandemia, basicamente do auxílio emergencial que nós aprovamos na Câmara Federal”, declarou.

“Se o Governo capitalizou tanto esse auxílio, que ele tenha a coragem, agora, de colocar em votação a Medida Provisória nº 1.000, porque, sem ela, o desempregado, a pessoa que precisa, a pessoa que mora no Sertão, na periferia da cidade, vai deixar de receber 300 reais, e a mãe solteira vai deixar de receber 600 reais. É um verdadeiro absurdo o que o Governo Federal está fazendo com as pessoas que estão sofrendo as consequências desta pandemia. Como se não bastasse a omissão e a irresponsabilidade do Governo na condução da política de enfrentamento à COVID-19, agora ele quer afetar, com essa medida, diretamente, as populações mais carentes do Brasil”, disse ainda.

Após ser provocado por Janones, que prometeu levar 10 milhões de pessoas no plenário da Câmara, o presidente em exercício da Câmara, Marcos Pereira (Republicanos-SP) classificou a defesa do auxílio pelo parlamentar como um “teatro” e disse que o texto será pautado “no momento oportuno”.

Pedalada

Guimarães ainda aproveitou o tempo para criticar a utilização de recursos do Fundeb e de precatórios para financiar o programa Renda Cidadã, o que ele classificou como “calote” e “pedalada”. “Se concretizando isso, nós temos que caracterizar o Governo como o maior caloteiro da história do Brasil, aquele que não cumpre contratos. Eu fico imaginando, Srs. Parlamentares: se isto ocorresse no Governo do PT, o que diriam do nosso Governo? Diriam: ‘É um Governo irresponsável, que não honra contratos’. Portanto, esta medida é inconstitucional. Nós não podemos aceitá-la”, criticou.

“Além do mais, querem fazer uma pedalada com o FUNDEB. O Governo vai ter duas marcas: o calote que vai dar nos seus credores e a pedalada fiscal, com a utilização de recursos do FUNDEB para o financiamento do Renda Brasil”, completou.

Polícia Civil cumpre mandados de Tráfico de Drogas e Porte Ilegal de Arma de Fogo em Chapadinha

Foto: Reprodução

O Imparcial

Duas pessoas foram indiciadas hoje (29) através de Mandados de Prisão no município de Chapadinha. Os mandados foram em razão dos crimes de Tráfico de Drogas e Porte Ilegal de Arma de Fogo pela Polícia Civil do Maranhão.

Direcionado à delegacia da Polícia Civil de Chapadinha, sendo indiciados foram um homem e uma mulher, o primeiro foi preso recebendo o Mandado de Prisão Preventiva por razões como o delito de Porte Ilegal de arma de Fogo; em sequência, a segunda foi indiciada com a Sentença Condenatório por Tráfico de Drogas.

‘Quando o povo quer ninguém muda’ – É a onda Monhata tomando conta de Araioses

A equipe de Monhata Lima – o candidato a prefeito do povo araiosense – fez uma etapa de visitas ao povoado João Peres no período da tarde de ontem e o resultado segundo foi muito bom.

Lá, a onda Monhata também avança conquistando o povo daquela comunidade, que também sonha com profundas mudanças que venham contribuir para melhores condições de vida do povo e de desenvolvimento de Araioses.

Já no início da noite, chegando aqui, percorreram várias ruas da cidade de motos e de carros, onde Monha Lima e o vice Dadá Coutinho e os demais integrantes do grupo foram saudados com muita alegria pelas pessoas que acenavam da porta de suas casas e janelas, por todos os lugares que passaram.

O que está ocorrendo tem tudo a ver com o dito popular que diz que quando ‘o povo quer ninguém muda’.

Abaixo Imagens e vídeos feitas por colaboradores da campanha:

Restaurantes Populares, incluindo o de Araioses terão mudanças nos atendimentos a partir de 1º de outubro

O Restaurante Popular de Araioses a partir do dia 1º de outubro, além das marmitas que o consumidor poderá levar para casa, também terá atendimento presencial

A partir do dia 1º de outubro, os 43 Restaurantes Populares do interior do Maranhão começarão a funcionar na modalidade híbrida, permitindo que os frequentadores possam fazer as refeições no local, além de poder levar a comida para casa em embalagens descartáveis, como vinha acontecendo desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Já nas oito unidades de São Luís, a modalidade híbrida será encerrada e os usuários só poderão consumir as refeições no local.

Os equipamentos receberam adequações estabelecidas pela Vigilância Sanitária para voltar a receber a população de forma segura. Coordenados pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes), as unidades contam com protetores salivares, pontos de higienização das mãos com água e sabão, distanciamento das mesas, EPIs completo (Equipamentos de Proteção Individual) para todos os funcionários, além de totens com álcool em gel e limpeza constante das mesas.

De acordo com o secretário Márcio Honaiser, as novas formas de funcionamento foram divididas por etapas para garantir a segurança e a qualidade do serviço aos usuários.

“Tivemos o cuidado de nos reunir incialmente com a equipe da Vigilância Sanitária para definirmos todos os procedimentos necessários e receber as pessoas com a devida proteção sanitária, tanto em São Luís como no interior do estado. Após o treinamento de nutricionistas e funcionários, investimos na aquisição de mais materiais para garantir a saúde das pessoas que querem uma alimentação de qualidade e livre da Covid-19”, explicou o secretário.

Mais de 34 mil refeições são ofertadas diariamente pelos 52 Restaurantes Populares do Maranhão, incluindo almoço e jantar. Além de uma refeição balanceada e nutritiva, os restaurantes disponibilizam atendimento nutricional e diversos serviços básicos de saúde, como aferição de pressão e teste de glicemia, atendimento psicológico para solução de transtorno alimentar e atividades físicas e laborais para as pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.

Eleição em Araioses tem 11 candidatos a prefeito e 165 a vereador

Entre os nomes que pontuam nos três primeiros lugares nas pesquisas de intenção de votos já realizadas até agora,  Monhata Lima (77) é o único filho de Araioses

Quem apostou em poucos candidatos a prefeito de Araioses errou feio. Após o fim do prazo de registros de candidaturas, 11 candidatos vão disputar a prefeitura na eleição do dia 15 de novembro. Um recorde, já que nunca tantos pretendentes entraram na disputa.

Também o número recorde de candidatos a vereador com 165 concorrendo a uma das 13 vagas da Câmara de Vereadores de Araioses, numa média de 12,6 postulantes para cada vaga, ocorre pela primeira vez.

O grande número de candidatos a prefeito reflete a falta de fortes lideranças políticas no município, juntando-se a isso a péssima gestão do prefeito Cristino Gonçalves.

O número excessivo de candidatos ao Legislativo Araiosense acompanha a tendência do que está ocorrendo no Executivo.

Agora é esperar em que tudo isso vai dar.

Relação de todos os candidatos já com candidaturas registradas

Monhata Lima inicia a campanha do corpo a corpo

Ciente do crescimento de sua aceitação popular na luta pela conquista da prefeitura de Araioses na eleição do dia 15 de novembro, Monhata Lima da coligação UNIDOS POR ARAIOSES deu início a campanha do corpo a corpo nos bairros da cidade e nos povoados da zona rural do município.

A coordenação já estipulou uma agenda de visitas objetivando que a caravana do candidato – genuinamente araiosense – percorra todos os bairros da cidade e povoados até o dia da eleição.

Abaixo as fotos das visitas que ocorreram ontem no Conjunto Novo:

Governo já beneficiou mais de 33 mil produtores rurais com o projeto Mais Sementes e Mudas

Produtor beneficiado pelo projeto

O Mais Sementes e Mudas é um projeto do Governo do Maranhão sob a coordenação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), em parceria com a Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), por meio da Agência Estadual de Pesquisa e Extensão Rural (AGERP). O objetivo é fortalecer a agricultura, utilizando sementes e mudas melhoradas com elevado potencial genético, propiciando, assim, o aumento da produção/produtividade das culturas para elevar o nível de renda dos agricultores familiares.

O projeto busca incentivar a produção de grãos, hortaliças, frutas e mandiocas, aumentando assim a área plantada e a produtividade média dos municípios maranhenses. Substituindo o plantio de grãos por sementes e mudas de alta qualidade, reduzindo os preços praticados no mercado, buscando a regularidade de oferta de produtos do mercado local, ampliação de área plantada, acesso a novas tecnologias pelas atividades de assistência técnica, aumento da geração de emprego e renda para as famílias, qualificação de mão de obra, geração de excedente agrícola para comercialização, aumentando assim a produção e produtividade.

Equipe da Sagrima em ação do Mais Sementes e Mudas

No Ano Agrícola 19/20 foram assistidos com a distribuição de sementes de arroz e milho e sementes de hortaliças 33.018 produtores. Foram distribuídos o total de 120.071kg de sementes de arroz, totalizando 4.003 hectares plantados; 391.844kg de sementes de milho, totalizando 19.593 hectares plantados; 108 kg ou 108.000g de sementes de Hortaliças, totalizando 70 hectares plantados.

O projeto conta em seu banco de dados com 60.984 produtores cadastrados, 311 instituições com 553 responsáveis técnicos até o momento, pois esta quantidade é variável, sendo que o cadastramento de produtores é contínuo.

Apesar da pandemia de Covid-19, o projeto Mais Sementes e Mudas não sofreu nenhuma paralisação. “O projeto está todo informatizado e não houve paralisação das suas atividades durante esse período da pandemia, beneficiando todas as instituições e produtores cadastrados em seu banco de dados”, destacou o engenheiro Flabrisio Henrique, coordenador do projeto Mais Sementes e Mudas.

Novidade Lançamento do APP do MSM

O projeto MSM conta agora com uma novidade que é o APP para monitoramento das sementes e mudas distribuídas em todo Maranhão. O objetivo do APP é confirmar o plantio das culturas  e verificar à área plantada. Em breve será divulgado mais informações sobre o aplicativo.

O MSM e um projeto de governo de importância impar para a agricultura familiar do Estado do Maranhão.

Fotos: Divulgação

Fonte: Sagrima

A estrada não foi feita e para onde foi o dinheiro?

Em 2016, o atual prefeito de Araioses Cristino Gonçalves, em uma reunião no povoado Algodões, prometeu fazer a estrada vicinal que inicia em João Peres e vai até o povoado Farias passando pelos Algodões

Na pré-campanha de 2016, em uma noite o pequeno grupo do atual prefeito de Araioses se reuniu numa casa no povoado Algodões, na zona rural distante 12 km localizado entre o povoado Jatobá e o povoado Farias.

Foi muito difícil chegar a aquela comunidade devido o difícil acesso por uma via que a partir de João Peres o perigo de cair em um dos inúmeros buracos é grande, principalmente quando se faz esse trajeto à noite.

O povoado Algodões está situado próximo a uma parte do Rio Santa Rosa, é uma região com grande potencial para o desenvolvimento da agricultura familiar e com grande extensão de carnaubais. É uma região rica onde tudo que se planta dá.

Os inúmeros buracos só ficaram mais velhos e outros surgiram por falta de manutenção da estrada 

Porém o problema é chegar lá em qualquer época do ano devido a falta de uma estrada vicinal que ligue o povoado a outros vizinhos. No verão ainda se passa por lá, porém no inverno Algodões fica isolado, pois nenhum transporte que não seja por meio de um animal tem acesso à comunidade devido o solo que molhado atola com muita facilidade.

Se alguém adoece e precisa ser socorrido – o tempo volta ao passado distante – onde esse tipo de ação se dava carregando o doente em uma rede armada em uma vara por dois homens e é o que ainda acontece nos dia de hoje, pois só dessa forma se consegue resgatar um enfermo nessa condição.

A estrada inicia na ponte sobre o Rio Magu em João Peres  

Ciente desses fatos o pré-candidato Cristino Gonçalves assumiu o compromisso de fazer a estrada vicinal que por sinal foi iniciado na última gestão do prefeito Zé Tude (2005/2008) até a casa do falecido Zé Sameu no povoado Jatobá, obra parada após uma denuncia feita ao IBAMA pelo necessário corte de 50 carnaúbas.

Essa denúncia não só paralisou os serviços da estrada como também rendeu uma multa de R$ 50.000,00 para a prefeitura de Araioses pagar.

O prefeito está na contagem regressiva de concluir o pior mandato que um gestor araiosense já exerceu e nada foi feito do que fora prometido a aquele povo que o recebeu e ouviu Cristino Gonçalves muito bem.

A única mudança que ocorreu no que seria estrada vicinal é que os buracos do trecho com piçarra ficaram mais velhos e outros sugiram ao longo de três gestões após a de Zé Tude.

Hoje (28) passando por lá, alguns amigos que moram no povoado me perguntaram se era verdade que eu estava apoiando a candidatura de Monhata Lima a prefeitura de Araioses no que respondi que sim.

Também me disseram que os moradores falam muito nele e que estão esperançosos de que desta vez o isolamento deles tenha um fim.

Em tempo: Antes da campanha eleitoral de 2014 Manin Leal pai da prefeita Valéria me pediu que eu acompanhasse um engenheiro para que esse fizesse a medição de toda a extensão da estrada para que essa fosse feita, pois já tinha até ordem de serviço para esse fim.

O serviço de medição foi feita e nessa tarefa além de mim e do engenheiro estavam também o vereador Raimundinho do Remanso e um sindicalista.

Como é de conhecimento púbico a estrada não foi feita e para onde foi o dinheiro?

A parte de piçarra termina na casa do falecido Zé Sameu, no povoado Jatobá

Ponte improvisada, um perigo passar por ela

“Mágica fiscal” pelo Renda Brasil, além de ruim, é de legalidade duvidosa

Por Fernando Brito, editor do TIJOLAÇO

Quando aparecer uma ideia supostamente genial, desconfie dela.

É isso o que acontece com este “coelho da cartola” tirado pelo governo para arranjar recursos para financiar, ainda que modestamente, o tal “Renda Brasil”.

Parte virá dos precatórios, palavrão que serve para definir dívidas judiciais do governo, sobre as quais não há mais discussão, e que somam, este ano, perto de R$ 38 bilhões, que passariam a R$ 45 bilhões no Orçamento de 2021. Como é um remanejamento de despesa, arrancar de lá uns R$ 10 bilhões não afetaria o teto de gastos.

Outra parte viria da complementação de recursos federais para o Fundeb – essencialmente financiado por Estados e Municípios, pois os valores considerados são o de suas cotas nas transferências constitucionais obrigatórias. Como é transferência obrigatória e não despesa, também não se sujeita ao teto, como fixou a mudança do art.107, § 6, inciso I)

Tunga-se uma parte do financiamento à Educação previsto na Emenda Constitucional 108, que tem apenas um mês de vida, e não se pense que não fará falta, com o novo percentual de complementação da União que ficou estabelecido, de 23%. É que a emenda estabeleceu que este percentual só vai valer dentro de seis anos e que, no primeiro ano (este de 2021), ficará em 12% (cerca de 18 bilhões) contra os 10% de 2020, cerca de R$ 16 bilhões).

Portanto, vamos aos problemas, que acabarão, certamente, indo parar na Justiça.

Em primeiro lugar, é uma evidente burla a realização de despesa (o pagamento do auxílio) com dinheiro contabilizado como transferência. Transferências não podem ser retidas (art. 160 da Constituição) nem mesmo para que a União vá utilizar os valores num programa social.

Em segundo lugar, o volume de aumento (2%) dos recursos do Fundeb não soma mais de 1/15 do valor total necessário ao programa de renda. Como se precisa mais, o resultado é que se vai tirar dinheiro – e grosso – da educação.

O caso dos precatórios promete dar encrenca na Lei de Responsabilidade Fiscal. Retirar dinheiro da rubrica orçamentária que paga dívidas judiciais é, numa palavra, dar calote nesta dívida, empurrando-a para o futuro de modo a obter folga fiscal e, como a despesa é permanente, repetindo e ampliando isso a cada ano.

Isso, sim, é pedalada fiscal.

Prefeita Thalita Dias se emociona com homenagem

As campanhas eleitorais também tem seu lado cultural e na de Água Doce do Maranhão não é diferente.

Nas visitas que tem feito pelos povoados daquele município, a prefeita Thalita Dias, que marcha firme para a reeleição foi surpreendida pelo Sr. Cesário do povoado de Sambaíba, com uma linda homenagem.

Veja o vídeo e confira a doçura dos versos e a alegria de seu autor:

Em uma das minhas visitas no povoado de Sambaíba, fui surpreendida pelo Sr. Cesário com essa linda homenagem. Seu…

Posted by Thalita Dias on Sunday, September 27, 2020

Monhata Lima é o candidato dos excluídos

Como gostaria de ocupar meu tempo – que tem sido pouco ultimamente – com coisas mais interessantes que estivesse ocorrendo na campanha eleitoral de Araioses, neste ano de 2020.

Infelizmente, nem tudo é como queremos e neste post vou ter que abordar uma situação chula, suja e imoral, que continua a ocorrer de parte de gente muito ruim, de nível rasteiro, capaz de se prestar a atos pútridos como se isso seja algo aceitável num processo político que exige mudanças dessas práticas de baixíssimo nível, em troca do debate limpo e democrático ao conhecimento de todos e não por trás do criminoso anonimato.

O criminoso pasquim diz que a convecção do UNIDOS POR ARAIOSES foi um fracasso. Não é o que mostra as imagens feitas naquele evento, que iniciou com uma oração de agradecimento a Deus pelo momento de muita alegria e confiança num futuro melhor para Araioses e seu povo

Como é de conhecimento de muitos, durante a pré-campanha em Araioses teve quem usou desse criminoso expediente para publicar informações – um suposto dossiê – em grupos de WhatsApp, altamente comprometedora a imagem de praticamente todos os pré-candidatos. Porém, as maiores doses de ofensas tiveram como alvo o então pré-candidato a prefeito de Araioses, Monhata Lima.

Além dessas ofensas publicadas nos grupos de WhatsApp, provavelmente o mesmo ou as mesmas pessoas confeccionaram uns pasquins (termo usado para publicações anônimas) e distribuíram na calada da noite em algumas casas, principalmente da periferia de Araioses. A diferença dessa, das demais é que desta vez apenas Monhata foi o alvo.

O último pasquim foi posto por baixo de algumas portas na noite de anteontem para ontem, ou seja, da noite do dia 24 para a noite do dia 25.

Dessa vez além de Monhata Lima, Dadá Coutinho – seu vice, os familiares desses dois, os candidatos a vereadores da coligação, os apoiadores, os comerciantes de Araioses, enfim ninguém escapou da maldade de quem está por trás de tudo isso.

Como já disse é muito difícil lidar com tanta baixaria, mas alguma coisa do que está escrito nesse pasquim tem que ser publicado não como um louvor, mas para que o araiosense possa tomar conhecimento do sentimento de preconceito, da homofobia, da calúnia, da difamação sem fim que está por trás do adversário ou dos adversários ou de Monhata Lima.

Esse último começa falando inverdade sobre a convecção do UNIDOS POR ARAIOSES, onde diz que foi um fracasso, que lá só compareceram vagabundos dos familiares deles (de Monhata e de Dadá), além de muitas prostitutas, drogados, viciados, sapatões e alguns comerciantes bandidos que apoiam a candidatura do grupo.

Ainda diz que além de Monhata e Dadá, todos os candidatos do grupo não têm votos e que todos são bandidos sujos.

O texto final do pasquim é tão sujo e imoral que me nego sequer a comentá-lo, que não sejam as últimas palavras que diz: “Pensem bem, quem tem história em Araioses e quem merecem voltar”.

Lógico, que quem tem conhecimento do que já foi publicado em grupos de WhatsApp e nesses pasquins pode imaginar da parte de quem eles vieram, porém me coloco na condição de observador e na esperança de que mais cedo – de preferência mais cedo – ou mais tarde, a verdade venha a tona com o descobrimento de quem os fez, pois isso tem que ocorrer o mais breve possível, já que se trata de gente a serviço do mal, gente doente da mente e da alma.

Vejo que isso tudo ocorre pelo fato de a onda Monhata ter pego essa gente com as calças arriadas, como dizem, já que eles jamais poderiam imaginar que um filho de Araioses sem recursos financeiros, sem estrutura de campanha, sem tradição na política pudesse representar algum perigo aos interesses de quem sempre nos olhou de cima para baixo, de quem sempre nos tratou como meros objetos a ser usado na hora do voto.

Monhata Lima é sim o candidato de todos os araiosenses. Dos pobres e dos mais endinheirados, que sonham com uma cidade desenvolvida que proporcione uma vida digna a todos; Monhata é sim o candidato de todos aos araiosenses, independentes de suas preferências sexuais, porque ele não é homofóbico; Monhata é o candidato dos negros, dos brancos, dos pardos porque ele não é racista; Monhata é sim o candidato da prostitutas, dos drogados, dos vagabundos – como diz o pasquim porque para ele o voto desse araiosenses tem o mesmo valor do que qualquer outro voto.

Monhata Lima é o candidato de toda essa gente, porque ele é o candidato dos excluídos e ponto final.

Monhata Lima já consta na lista de registros de candidatos a prefeito de Araioses

O nome do policial Monhata Lima, candidato a prefeito de Araioses pela coligação UNIDOS POR ARAIOSES já consta da lista de registro de candidaturas do site Divulgacand, aguardando deferimento.

Até às 17 horas de hoje (25), oito candidaturas já estavam registradas, porém os nomes da ex-prefeita Luciana Trinta e de Jacira Pires ainda não aparecem na lista.

Governador Flávio Dino é ameaçado de morte após nomeação de policiais

Por Walber Oliveira

Foto: Reprodução

O Imparcial – Nesta sexta-feira (25) o governador do Maranhão, Flávio Dino, contou sobre ter sido ameaçado de morte, caso que agora está sendo investigado pela polícia. Segundo ele, quando ocorre a nomeação de novos profissionais para a polícia, recebe xingamentos, agressões verbais e desta vez ameaça de morte.

Entendo o desejo de integrantes do cadastro de reserva da PM em serem nomeados. Normal. Contudo, temos leis federais a cumprir. E de nada adianta xingar, agredir ou ameaçar. Aliás, são condutas bem estranhas para quem sonha em ser policial algum dia”, disse o governador.

O Governo do Maranhão nomeou 142 novos profissionais na última segunda-feira (21), dentre eles delegados, investigadores, escrivões e 40 policiais militares. De acordo com informações, alguns aprovados deste concurso, realizado em 2017,  que compõem o cadastro de reserva e ainda não foram chamados para nomeação, utilizaram as redes sociais para atacar Flávio Dino.

De acordo com o governador, existem dois parâmetros federais obrigatórios antes da nomeação de cadastro de reserva da PM, a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei Complementar 173. Ainda segundo ele, nomeação está sendo gradativa devido o limite de gastos e a reposição de recursos humanos.