De volta ao passado, esse filme é reprise

Imagem de internet divulgada nas redes socais no primeiro turno

Faltando menos de duas semanas para a realização do segundo turno da eleição presidencial brasileira, tudo indica que o capitão da reserva Jair Messias Bolsonaro será eleito presidente do Brasil.

Não que ele seja o melhor nome para ocupar esse cargo, muito pelo contrário, Bolsonaro é menos qualificado do que Ciro Gomes, Geraldo Alckmin, entre outros que não passaram do primeiro turno.

Porém, o que ocorre no momento é uma onda coletiva e insana de uma boa parte de gente, que para eles a verdade e razão pouco importa.

Não adianta que venham a público documentos, vídeos, reportagens, seja lá o que for mostrando que JMB é um perigo para a democracia brasileira, que ele é favorável a tortura, que ele é racista e não gosta de negros, de pobres, de gays, que esses fanáticos não estão nem aí.

Para essa gente nada importa o que venha a ocorrer com o povo brasileiro a partir de 1º de janeiro do ano que vem.

Embarcaram na onda criada pela mídia conservadora de destruição do PT, como se esse partido fosse o único culpado de tudo de ruim que ocorreu no Brasil, no período em que esse esteve no poder.

O filme em cartaz no momento é uma reprise requentada de outro ocorrido em 1989. Naquela eleição apareceu o Fernando Collor de Melo, ex-governador de Alagoas com um discurso e atitudes muito parecidas com o de Bolsonaro agora.

Ele dizia que ia acabar com os marajás, acabar com a corrupção e botar o então presidente Sarney na cadeia. Nada disso ocorreu é o que diz a História.

Sua campanha também foi recheada de muita mentira sendo a maior e mais decisiva, o sequestro do empresário Abílio Diniz da rede de supermercados Pão de Açúcar.

Foi libertado pela polícia horas antes da eleição e as TVs brasileira – em completa sintonia com a desinformação mostraram os sequestradores com muitas marcas de espancamentos, porém vestido com camisetas novinhas, que pareciam ter acabado de sair da fabrica – com a estrela do PT – estampada na frente.

Agora Jair Bolsonaro diz que vai acabar com a corrupção, que vai acabar com a bandidagem, que vai acabar com bla bla bla…

A primeira coisa que Collor de Melo fez quando tomou posse foi confiscar poupança do povo brasileiro, onde ainda até hoje tem gente que ainda não recebeu os valores que lhes fora confiscado. Não acabou com os marajás, não acabou com a corrupção, pelo contrário, acabou sofrendo impeachment exatamente por ser corrupto. Sobre Sarney, ao invés de pô-lo na cadeia fez acordo com ele.

Depois disso a nossa sorte foi que o vice dele era o honrado mineiro Itamar Franco que criou o Plano Real e deu estabilidade ao País.

Agora até nisso estamos mal, pois o General Morão, vice do JMB está doido pelo poder e não sei se ele vai ter paciência de esperar um tropeço do titular para ocupar seu lugar.

Vou votar em Fernando Haddad, por reconhecer nele um homem preparadíssimo para guiar nossa Nação de volta ao desenvolvimento. Nada tem a ver por ele ser do PT ou ser amigo de Lula.

Não sou fanático e muito menos tenho paixão por ninguém. Em eleição temos a obrigação de escolher o melhor.

Roberto Rocha, o coveiro de políticos no Maranhão

Marrapá – O senador Roberto Rocha (PSDB) saiu das eleições de 2018 muito menor do que entrou. Com votação de deputado estadual – mesmo concorrendo ao governo – ele foi rebaixado de Asa de Avião para Asa de Muriçoca e ainda ganhou a alcunha, nos bastidores da política maranhense, de coveiro de políticos, tamanho foi o fracasso das suas investidas no pleito deste ano.

Desde as eleições de 2016, na verdade, Roberto Rocha vem acumulando uma série de derrotas que o fizeram perder força política. O primeiro que Asa enterrou foi o próprio filho, Roberto Rocha Júnior. Vereador eleito em 2012, ele concorreu ao cargo de vice-prefeito na chapa do deputado Wellington do Curso. O resultado foi a perda do mandato na Câmara Municipal.

Mas foi em 2018 que Asa de Muriçoca ratificou a sua fama de coveiro de políticos. Os dois senadores que concorreram na sua chapa, Zé Reinaldo e Alexandre Almeida, dificilmente voltarão a ter cargos no Maranhão.

Concorrendo a vagas na Câmara Federal, o ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira e o deputado Waldir Maranhão são outros nomes que foram enterrados na política maranhense por Roberto Rocha. Com novas eleições para deputado somente daqui a quatro anos, se continuarem com Asa, eles não se elegerão nem se quiserem concorrer a cargos em 2020.

E não foi só em Brasília que Roberto Rocha enterrou políticos. No Maranhão, a família Paz, de Clodomir e Graça, também viu seus projetos irem por água abaixo depois de se juntarem a Asa de Avião. Guilherme Paz, filho do casal, candidato a deputado estadual, amargou doída derrota. E quase que Wellington do Curso, único nome eleito pelo PSDB, também naufraga na nau tucana.

Com a coleção de derrotas nas últimas eleições, o senador que foi eleito debaixo do sovaco de Flávio Dino conheceu seu verdadeiro tamanho. E ainda levou para o pré-sal da política maranhense nomes que, sozinhos ou aliados com outras forças, sempre conseguiram manter cargos de destaque.

“Canalha”, “covarde”, “mercenário”, “contrabandista”: relatórios do Exército expõem reputação de Bolsonaro nos anos 80

Por Vinícius Segalla

Diário do Centro do Mundo

Um dossiê formulado pelo Estado-Maior das Forças Armadas concluído em 27 de julho de 1990, ao qual a reportagem teve acesso, detalha informações nada abonadoras reunidas pelo alto-comando do Exército desde o julgamento que arrancou Bolsonaro do anonimato, nos anos 80, até o início da sua vida parlamentar, na década seguinte.

Na peça investigatória, há dezenas de anotações feitas pelos oficiais com relatos da jornalista Cássia Maria Rodrigues, então trabalhando na revista Veja, que disse ter sido ameaçada de morte por Jair Bolsonaro, conforme já informado pelo DCM.

Para além do que denunciava a repórter, chama a atenção uma carta sem assinatura recheada de denúncias e comentários ofensivos contra Bolsonaro. A investigação não descobriu quem era o autor, mas constatou ser de um colega de farda do agora presidenciável.

As autoridades militares que fizeram o relatório trataram de investigar as informações da carta apócrifa. Segundo informam, constataram a veracidade de uma parte do que consta ali. De outra, disseram não ter sido capazes de produzir provas.

O documento repercutiu dentro e fora da caserna, como mostra reportagem do jornal carioca “Tribuna da Imprensa” do dia 22 de abril de 1991.

Segundo consta no dossiê, uma cópia do relatório e da carta foi distribuída aos alunos e professores da ESEME (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército). O texto critica as intenções do capitão e faz acusações. Em um dos trechos da carta incluída nos documentos, lê-se, em mensagem a Jair Bolsonaro:

“Ao invés de fazer croqui de bombas, escreva quantas vezes você foi ao Paraguai trazer muamba. Conte sobre os seus problemas no Mato Grosso. Verifique qual é o seu conceito na Brigada Paraquedista”, diz a missiva, em parte referindo-se ao episódio narrado pelo próprio Bolsonaro à Veja, de que preparava atentados à bomba para promover sua campanha por aumentos de salários.

A conclusão do relatório aponta que Bolsonaro passou a atuar na esfera dos militares sem “representatividade” ou “delegação” para tanto, questionando e acusando autoridades “de forma descabida” e contrariando as regras de hierarquia e ordem das Forças Armadas.

Também há menções ofensivas a Rogéria Nantes Braga, então esposa de Bolsonaro. O militar autor da carta fazia acusações de cunho pessoal a Rogéria, que a reportagem preferiu não expor por não trazer conteúdo de interesse público. Mas não fizeram assim os colegas e comandantes de Bolsonaro que pregaram a carta na parede do quartel.

Rogéria é mãe dos três filhos mais velhos do capitão reformado e foi eleita vereadora do Rio sob influência do marido em 1992. Depois, se separaram, e Bolsonaro disse que foi porque ela não o estava mais consultando antes de decidir seus votos e outras ações na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

De qualquer forma, a insistência de Bolsonaro em fazer campanha dentro dos quartéis e os comentários que fazia na tribuna irritavam o oficialato. Em uma outra carta revelada pela imprensa em maio de 91, o então chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Jonas de Morais Correia Neto, o chama de “embusteiro, intrigante e covarde”, acusando-o de “inventar e deturpar visando aos interesses pessoais e da política”, como mostra reportagem abaixo, de 16 de abril de 1991.

Em outubro daquele mesmo ano, quando Bolsonaro já era deputado federal então pelo PDC-RJ (Partido Democrata Cristão), suas frequentes visitas ao antigo emprego, para fazer propaganda política e angariar votos, contrariaram de tal maneira seus ex-comandantes que estes proibiram a entrada de Jair Bolsonaro nos quartéis do Rio de Janeiro. É que, de acordo com o Comando de Operações Terrestres (Coter) do Exército Brasileiro, Jair Bolsonaro estava insuflando a revolta na tropa.

O general Alberto dos Santos Lima Fajardo, então comandante do Coter, explicou a punição em entrevistas à imprensa. Disse que Jair Bolsonaro estava “insuflando oficiais superiores e sargentos com panfletos criticando exaustivamente comando da tropa”.

Ao ficar sabendo da punição, Bolsonaro disse que estava sendo perseguido pelo generalato que ocupava o Comando Leste (divisão administrativa do Exército Brasileiro em que está o Rio de Janeiro). Alertou seus colegas deputados para o risco que aquele tipo de arbitrariedade cometida pelo Comando Terrestre representava para a Câmara. Disse que o general Fajardo estava “agindo irresponsavelmente” e que era questão de tempo para que outros congressistas passassem a receber este tipo de tratamento persecutório que os comandantes do Exército lhe conferiam.

A punição a Bolsonaro durou mais um ano. Nunca mais até hoje o Exército proferiu uma ordem como essa contra qualquer outro parlamentar brasileiro.

General da reserva faz “ameaça” para caso de “mudança nas pesquisas”

Revista Fórum

O general da reserva Paulo Chagas, que foi candidato ao governo do Distrito Federal no primeiro turno pelo PRP, fez uma postagem no Twitter em tom de ameaça neste sábado (13).

“Se, nos próximos dias, houver mudança nas pesquisas, teremos que por as barbas de molho. Será o prenúncio da fraude. A opinião pública não muda de uma hora para outra, assim como um ateu não se converte ao Catolicismo e, num átimo, se transforma em um papa-hóstias!”, escreveu o general, que é um ferrenho defensor e aliado de Jair Bolsonaro (PSL).

Não é a primeira vez que o militar, que todos os dias dissemina fake news em suas redes sociais contra Fernando Haddad e o PT, faz postagens ameaçadoras. Em maio, às vésperas de uma votação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a liberdade de Lula, Chagas fez uma ameaça velada aos ministros envolvidos no julgamento. “CUIDADO COM A CÓLERA DAS MULTIDÕES! Até o dia 10 de maio, saberemos se Gilmar, Lewandowski e Toffoli tomarão o partido do Brasil ou do crime. Querem boicotar a Lavajato ou fazer justiça?”, escreveu à época.

Antes, o general já havia feito algo parecido. Em abril, às vésperas do julgamento de um habeas corpus de Lula também no STF, o comandante do Exército, general Villas Bôas, postou: “Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais? (…) Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”. Outros militares, então, retuitaram o recado do comandante – entre eles, Paulo Chagas: “Caro comandante, amigo e líder, receba minha respeitosa e emocionada continência. Tenho a espada ao lado, a cela equipada, o cavalo trabalhado e aguardo suas ordens!”, escreveu.

Artigo – Flávio Dino: Cuidar de nossas crianças

Nestes quase quatro anos de mandato que o povo do Maranhão me concedeu, cuidar das pessoas, especialmente as que mais precisam, tem sido meu maior objetivo. E são justamente as crianças, sementes do futuro de nosso Maranhão, as que mais merecem nosso cuidado.

Por isso, o principal programa de nossa gestão é voltado a elas. Com mais de 820 escolas construídas ou reformadas, o Programa Escola Digna está mudando a realidade da Educação em nosso estado.

Com ações como formação de docentes e reforço de conteúdo, já estamos colhendo frutos, como a significativa melhora do Ideb do Maranhão, que saiu de 2,8 no governo da oligarquia para 3,4 agora. E vamos seguir avançando, com o Pacto Estadual pela Aprendizagem, que será construído pela nossa Secretaria de Educação, em parceria com os municípios.

Também temos cuidado das crianças oferecendo espaços públicos de convivência e brincadeiras. Todos de alta qualidade e totalmente gratuitos, como a Praça da Lagoa e oParque do Itapiracó, em São Luís; o Parque Centenário em Balsas; a Beira-Rio em Imperatriz; o Parque de Codó; e as praças de Santa LuziaParnarama e Matões, entre muitas outras obras similares.

Na área da Saúde, criamos a Rede Ninar, composta das maternidades estaduais, da Casa da Gestante em Imperatriz, e a primeira UTI Materna do Maranhão, inaugurada ano passado. Faz parte dessa rede uma das obras mais importantes do nosso governo que é aCasa de Apoio Ninar. O Centro de Referência em Neurodesenvolvimento, Assistência e Reabilitação de Crianças já fez mais de 200 mil atendimentos. Onde antes era uma mansão usada para festas e banquetes, agora é um local de acolhimento a mães e filhos. Função bem mais adequada para o dinheiro público.

Também criamos a primeira Unidade de Oncologia Pediátrica em Imperatriz, com leitos clínicos, cirúrgicos e de UTI, além de consultas médicas especializadas, exames laboratoriais e diagnósticos por imagem, garantindo o tratamento a crianças de mais de 40 municípios da região, que antes precisavam se deslocar para serem atendidas.

Foi destaque recentemente no jornal “O Estado de S. Paulo”, o nosso atendimento doCentro Especializado em Reabilitação (CER) no Olho D’água. O local cuida de crianças com transtorno do aspectro autista (TEA), tendo cerca de 70 pacientes atendidos com equipe de profissionais que inclui psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos, educadores físicos e terapeutas ocupacionais. É bom ver que nosso estado está passando a ser visto como referência positiva em serviços públicos. Bem diferente daquele tempo em que a imprensa nacional só olhava para o Maranhão para noticiar tragédias.

Sigamos assim, pelos próximos quatro anos, trabalhando por quem mais precisa. E as crianças vão continuar no centro da ação de governo, pois só assim teremos uma sociedade justa e sem violência.

No Dia dos Professores, Haddad acena a Mario Sérgio Cortella para Ministério da Educação

“Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação”, disse Haddad.

Página 2 – No Dia dos Professores, comemorado nesta segunda-feira (15), Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência da República, voltou a acenar para o escritor, filósofo e professor universitário, Mario Sergio Cortella, com a possibilidade de que ele ocupe o Ministério da Educação, caso o petista seja eleito.

“Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação. Quero montar a equipe dos melhores”, tuitou Haddad.

Em entrevista ao blog do jornalista Leonardo Sakamoto, publicada nesta segunda-feira (15), Haddad disse que já esteve com Cortella, além de outros possíveis ministeriáveis, caso ele seja eleito.

“Eu não convidei ninguém ainda para ministro. Mas tenho interlocução com pessoas que eu respeito. Fui falar com Joaquim Barbosa porque entendo que ele tem um serviço prestado ao país muito relevante. São 40 anos de serviço público e como ministro do Supremo Tribunal Federal. Não tenho como deixar de considerar a opinião dele para uma agenda tão importante quanto a questão republicana, de combate à corrupção, do fortalecimento da democracia. Falei ontem com o Mario Sérgio Cortella, sobre educação, dei abertura para que pudéssemos conversar depois das eleições. Quando Ciro voltar de viagem, vou procurá-lo, porque entendo que o Ciro é uma liderança preparada para ajudar Brasil a sair da crise.

Flávio Dino detona Bolsonaro: “Um parlamentar medíocre, fraco e omisso, sem a mínima condição de dirigir o Brasil”

Gilberto Lima – O governador Flávio Dino, reeleito no primeiro turno e engajado na campanha de Haddad, disparou críticas contra o candidato da extrema direita, Jair Bolsonaro.

Para o governador, em postagem nas redes sociais nesta sexta-feira (12), Bolsonaro é medíocre, fraco e omisso e não tem condições de dirigir o Brasil.

Dino acrescenta que o candidato não participa de debates por falta de condições mínimas e que é um perigo entregar os destinos do povo a um despreparado.

Leia a íntegra do posicionamento do governador

Fui deputado federal e posso afirmar que Bolsonaro era um parlamentar medíocre, fraco, omisso. Fui Relator de leis importantes para Segurança Pública e combate ao crime. Bolsonaro nunca participou, nunca trouxe alguma proposta. Não tem a mínima condição de dirigir o Brasil.

Quem conhece Bolsonaro, sabe a razão pela qual ele foge dos debates. Não é apenas covardia. É falta de condições mínimas. Ele não sabe nada sobre o Brasil. É um perigo entregar os nossos destinos a uma pessoa tão despreparada.

El País – Por que votamos em Hitler

Por que a Alemanha, o país com um dos melhores sistemas de educação pública e a maior concentração de doutores do mundo na época, sucumbiu a um charlatão fascista?

El País

Por Oliver Stuenkel

Ao longo da década de 1920, Adolf Hitler era pouco mais do que um ex-militar bizarro de baixo escalão, que poucas pessoas levavam a sério. Ele era conhecido principalmente por seus discursos contra minorias, políticos de esquerda, pacifistas, feministas, gays, elites progressistas, imigrantes, a mídia e a Liga das Nações, precursora das Nações Unidas. Em 1932, porém, 37% dos eleitores alemães votaram no partido de Hitler, a nova força política dominante no país. Em janeiro de 1933, ele tornou-se chefe de governo. Por que tantos alemães instruídos votaram em um patético bufão que levou o país ao abismo?

Em primeiro lugar, os alemães tinham perdido a fé no sistema político da época. A jovem democracia não trouxera os benefícios que muitos esperavam. Muitos sentiam raiva das elites tradicionais, cujas políticas tinham causado a pior crise econômica na história do país. Buscava-se um novo rosto. Um anti-político promoveria mudanças de verdade. Muitos dos eleitores de Hitler ficaram incomodados com seu radicalismo, mas os partidos estabelecidos não pareciam oferecer boas alternativas.

Em segundo lugar, Hitler sabia como usar a mídia para seus propósitos. Contrastando o discurso burocrático da maioria dos outros políticos, Hitler usava um linguajar simples, espalhava fake news, e os jornais adoravam sugerir que muito do que ele dizia era absurdo. Hitler era politicamente incorreto de propósito, o que o tornava mais autêntico aos olhos dos eleitores. Cada discurso era um espetáculo. Diferentemente dos outros políticos, ele foi recebido com aplausos de pé onde quer que fosse, empolgando as multidões. Como escreveu em seu livro “Minha Luta”:

Toda propaganda deve ser apresentada em uma forma popular (…), não estar acima das cabeças dos menos intelectuais daqueles a quem é dirigida. (…) A arte da propaganda consiste precisamente em poder despertar a imaginação do público através de um apelo aos seus sentimentos.

Em terceiro lugar, muitos alemães sentiram que seu país sofria com uma crise moral, e Hitler prometeu uma restauração. Pessoas religiosas, sobretudo, ficaram horrorizadas com a arte moderna e os costumes culturais progressistas que surgiram por volta de 1920, época em que as mulheres se tornavam cada vez mais independentes, e a comunidade LGBT em Berlim começava a ganhar visibilidade. Os conservadores sonhavam com restabelecer a antiga ordem. Os conselheiros de Hitler eram todos homens heterossexuais brancos. As mulheres, ele argumentou, deveriam se limitar a administrar a casa e ter filhos. Homens inseguros podiam, de vez em quando, quebrar vitrines de lojas, cujos donos eram judeus, para reafirmarem sua masculinidade.

Em quarto lugar, apesar de Hitler fazer declarações ultrajantes – como a de que judeus e gays deveriam ser mortos -, muitos pensavam que ele só queria chocar as pessoas. Muitos alemães que tinham amigos gays ou judeus votaram em Hitler, confiantes de que ele nunca implementaria suas promessas. Simplista, inexperiente e muitas vezes tão esdrúxulo, que até mesmo seus concorrentes riam dele, Hitler poderia ser controlado por conselheiros mais experientes, ou ele logo deixaria a política. Afinal, ele precisava de partidos tradicionais para governar.

Em quinto, Hitler ofereceu soluções simplistas que, à primeira vista, faziam sentido para todos. O problema do crime, argumentava, poderia ser resolvido aplicando a pena de morte com mais frequência e aumentando as sentenças de prisão. Problemas econômicos, segundo ele, eram causados por atores externos e conspiradores comunistas. Os judeus – que representavam menos de 1% da população total – eram o bode expiatório favorito. Os alemães “verdadeiros” não deviam se culpar por nada. Tudo foi embalado em slogans fáceis de lembrar: “Alemanha acima de tudo”, “Renascimento da Alemanha”, “Um povo, uma nação, um líder.”

Em sexto lugar, as elites logo aderiram a Hitler porque ele prometeu — e implementou — um atraente regime clientelista, cleptocrata, que beneficiava grupos de interesses especiais. Os industriais ganharam contratos suculentos, que os fizeram ignorar as tendências fascistas de Hitler.

Em sétimo, mesmo antes da eleição de 1932, falar contra Hitler tornou-se cada vez mais perigoso. Jovens agressivos, que apoiavam Hitler, ameaçavam os oponentes, limitando-se inicialmente ao abuso verbal, mas logo passando para a violência física. Muitos alemães que não apoiavam o regime preferiam ficar calados para evitar problemas com os nazistas.

Doze anos depois, com seis milhões de judeus exterminados e mais de 50 milhões de pessoas mortas na Segunda Guerra Mundial, muitos alemães que votaram em Hitler disseram a si mesmos que não tinham ideia de que ele traria tanta miséria ao mundo. “Se soubesse que ele mataria pessoas ou invadiria outros países, eu nunca teria votado nele ”, contou-me um amigo da minha família. “Mas como você pode dizer isso, considerando que Hitler falou publicamente de enforcar criminosos judeus durante a campanha?”, perguntei. “Eu achava que ele era pouco mais que um palhaço, um trapaceiro”, minha avó, cujo irmão morreu na guerra, responderia.

De fato, uma análise mais objetiva mostra que, justamente quando era mais necessário defender a democracia, os alemães caíram na tentação fácil de um demagogo patético que fornecia uma falsa sensação de segurança e muito poucas propostas concretas de como lidar com os problemas da Alemanha em 1932. Diferentemente do que se ouve hoje em dia, Hitler não era um gênio. Não passava de um charlatão oportunista que identificou e explorou uma profunda insegurança na sociedade alemã.

Hitler não chegou ao poder porque todos os alemães eram nazistas ou anti-semitas, mas porque muitas pessoas razoáveis fizeram vista grossa. O mal se estabeleceu na vida cotidiana porque as pessoas eram incapazes ou sem vontade de reconhecê-lo ou denunciá-lo, disseminando-se entre os alemães porque o povo estava disposto a minimizá-lo. Antes de muitos perceberem o que a maquinaria fascista do partido governista estava fazendo, ele já não podia mais ser contido. Era tarde demais.

“Fiz uma campanha da militância”, diz Márcio Jerry em entrevista

Deputado federal eleito com expressiva votação, o presidente do PCdoB-MA, Márcio Jerry, participou, na noite de quinta-feira (11), do programa Ponto e Vírgula, na rádio Difusora. Em conversa comandanda pelo radialista Marcelo Minardi, com participação do jornalista Leandro Miranda e de ouvintes, Márcio falou sobre a importância histórica da vitória da chapa liderada por Flávio Dino, sobre campanha no Maranhão para o presidenciável Fernando Haddad, agradeceu a grande votação e foi categórico: “fiz uma campanha da militância partidária, movimentos sociais e aliados”.

Grato aos mais de 134 mil votos, Márcio Jerry defendeu que o excelente resultado se deu ao engajamento massivo do partido e de aliados. “Tive apoio do nosso partido em todos os cantos do Maranhão, incluindo 23 prefeitos, dos quais 20 são PCdoB.”, contabilizou Jerry, que foi votado em 215 dos 217 municípios do estado.

Márcio coordenou, assim como em 2014, a campanha vitoriosa do governador Flávio Dino. Para ele, a vitória em 2018 tem uma importância histórica e simbólica para o Maranhão ainda maior do que a anterior, com eleição também de Weverton Rocha e Eliziane Gama ao Senado. “Vejam que tivemos, no pleito, disputando o filho e a filha da pessoa que se achava o dono do Maranhão e ambos foram derrotados fragorosamente. O governador Flávio Dino, pelos braços do povo do Maranhão, derrotou a ex-governadora Roseana Sarney, que chegou a 30% dos votos, menos do que o ex-senador suplente, Edinho Lobão, em 2014, e o deputado federal desde 1978, que é o Sarney Filho, teve uma derrota aqui no Maranhão. Portanto é uma mudança de página muito profunda, um novo momento para o Maranhão e isso é muito importante para a história do nosso estado”, considerou o deputado federal eleito.

SEGUNDO TURNO
Durante a entrevista, Márcio adiantou que uma frente, figurada pelo PCdoB ao lado do PT e partidos aliados, está trabalhando no Maranhão com a intenção de eleger Fernando Haddad e Manuela D’Ávila. A campanha é feita não só sob a percepção clara de que são os candidatos mais preparados, mas também combatendo à ameaça de retrocesso, intolerância e negação de direitos que representa o candidato Jair Bolsonaro.

“Já estou em campo, lutando pela eleição de Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, por acreditar que seja essa a melhor proposta, que mais pacífica o país, que mais tira da agenda essa clima de intolerância, de ódio, de pregação da violência e que mais conquistas pode trazer para o povo trabalhador”, destacou Jerry, que já convocou reunião plenária da militância do PCdoB para a próxima segunda-feira (15), para debater a eleição nacional.

Fake News: Haddad nunca foi considerado “pior prefeito do Brasil” em nenhum ranking

Revista Fórum

Falsas matérias jornalísticas em sites duvidosos que têm se espalhado pelas redes sociais, através de eleitores de Jair Bolsonaro (PSL), informam que Haddad foi “o pior prefeito do Brasil”; números, no entanto, mostram o contrário. Confira

Recentemente, alguns apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) estão pedindo para que os eleitores procurem o termo “pior prefeito do Brasil” no Google para que assim apareçam falsas matérias que atribuem à Fernando Haddad (PT) a pior gestão do país em uma cidade. Porém, os sites que compartilham essa informação não são de jornais e, muitas vezes, imitam a mídia tradicional.

Em resposta, a campanha do petista divulgou alguns dados sobre sua gestão como prefeito da capital paulista. Um deles é sobre a questão da merenda para as crianças de escolas públicas: Haddad inovou quando começou a oferecer alimentação saudável. Cerca de 27% da merenda da rede municipal era composta por alimentos orgânicos e as compras de alimentos de agricultura familiar subiram de 1% para 22% quando ele foi prefeito da cidade.

Leia também: Haddad provoca Bolsonaro e questiona o que ele fez em 28 anos

Além disso, a campanha de Haddad afirma que o então prefeito implantou o ensino em tempo integral em 110 escolas e aumentou o salário dos professores. O candidato petista também criou 32 UniCeus (ensino superior e gratuito de universidades nos CEUs) na sua gestão.

Com o foco em educação, os petistas lembram ainda que o candidato à presidência não poderia receber a pecha de “pior prefeito do Brasil” quando, na verdade, criou 96,5 mil vagas na Educação Infantil e abriu mais de 400 novas creches.

Não é de hoje que opositores tentam desqualificar a prefeitura de Haddad. Em 2014, isto é, na metade do mandato de Haddad como prefeito, o site SPressoSP fez uma matéria em que expunha a invisibilização na imprensa a que sua gestão foi submetida e divulgou, em contrapartida, um mapa que mostra centenas de feitos do petista na capital paulista. As obras e políticas estão ligadas às áreas de Educação, Habitação, Cultura, Saúde, Desenvolvimento Social e Mobilidade Urbana. Confira aqui.

Fortalecimento do municipalismo credencia reeleição de Tema na Famem

Gláucio Ericeira – O prefeito Cleomar Tema, da cidade de Tuntum, estabeleceu-se como candidato natural à reeleição para a presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), biênio 2019/20.

Tema, nestes quase dois anos, vem executando um trabalho transparente e focado no fortalecimento das cidades maranhenses.

Paralelo a isso, o líder municipalista promoveu uma aproximação institucional saudável e importante entre os gestores municipais, o governo do estado, órgãos de controle externo e os deputados e senadores maranhense que atuam em Brasília.

Foram várias as ações e vitórias obtidas na atual gestão de Cleomar Tema.

Foi graças a uma articulação da Famem, que, pela primeira vez na história, parlamentares destinaram diretamente ao setor da Saúde dos municípios emendas de bancada.

A Federação ganhou uma nova sede, bem estruturada e equipada para receber bem prefeitos e prefeitas de todas as regiões.

A gestão Cleomar Tema ampliou o oferecimento de cursos de capacitação gratuitos destinados aos técnicos municipais.

Tal medida já beneficiou quase 1.400 assessores e vem contribuindo, sobremaneira, para qualificar as administrações, tornando-as mais eficientes e ágeis.

A entidade propôs ao Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE/MA), de maneira inédita, a retirada dos programas federais dos limites de gasto com pessoal das prefeituras. O mecanismo está sendo analisado pela Rede de Controle.

Realizando visitas permanentes à Brasília, Tema mobilizou deputados e senadores, que votaram a favor do aumento de 1% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para setembro.

Destaque também para a luta que resultou na implantação do Custo Aluno Qualidade inicial, bem como o parcelamento da devolução dos recursos retirados das prefeituras por força do ajuste do Fundeb, em 2017.

Junto à Assembleia Legislativa, o atual presidente conseguiu que fosse iniciado o processo de análise da Proposta de Emenda Constitucional que limita atos da Corte de Contas, evitando, desta forma, ingerência externa nas administrações municipais.

A intermediação da Famem perante o governo estadual também permitiu que diversos municípios recebessem novos investimentos na saúde, tais como ambulâncias e unidades de atendimento.

Outra vitória importante obtida por Cleomar Tema é o processo de habilitação de 117 municípios maranhenses na gestão plena do sistema de saúde.

“Muitas foram as conquistas alcançadas nestes quase dois anos, é verdade. No entanto, temos a consciência de que muito ainda precisa ser feito pela municipalidade. E é por isso que queremos permanecer e continuar executando este trabalho em favor das cidades de nosso estado”, afirmou o presidente.

A TV começa amanhã e é a chance de desmontar a bomba fascista

Publicado originalmente no TIJOLAÇO

Não será possível, infelizmente, uma campanha “paz e amor” como o Brasil precisaria nestes dias de ódio.

A campanha de televisão, a partir de amanhã, terá de mostrar, explicitamente, do que a Nação está diante.

Expor, publicamente, que é falso o “Jairzinho Paz e Amor” que aparecerá condenando a violência de seus seguidores e dizendo que não vai tirar nada dos trabalhadores, que não vai perseguir ninguém.

Que ele é um político como os que condena, há 30 anos no parlamento e que passou a “boquinha” para três dos seus filhos.

O Bolsonaro é o mesmo que disse que nada se ia mudar pelo voto, que era preciso uma guerra civil que matasse 30 mil brasileiros, que a maneira de educar filhos é “dar um couro”neles.

O mesmo que quis explodir bombas num quartel para ter aumento de salário e ao qual batem continência agora as altas patentes do Exército Brasileiro, sabe-se lá com que planos futuros.

Não temos de medir palavras quando a pátria e o povo estão ameaçados por alguém que, em sete mandatos de deputado, pouco mais foi que um “Tiririca do Fuzil”,  ganhando muito para produzir apenas ódio.

Quem tem restrições ao PT deve ser claramente apresentado ao fato de que, dadas as circunstâncias, Fernando Haddad não propõe e nem fará um governo partidário e que oferece claramente esta ideia de frente.

E que, do outro lado, a perspectiva é a do governo de uma seita, simbolizada por um fanático fundamentalista.

Inelegível, Luciana Trinta estaria preparando o terreno para seu irmão ser candidato a prefeitura de Araioses

Durante a campanha eleitoral – recém encerrada – muito se falou da candidatura de Luciana Trinta a prefeitura de Araioses em 2020. Isso ficou muito claro depois do comício dela com seus candidatos a deputado estadual e federal, onde esteve presente o governador Flávio Dino, que num discurso nada feliz, encheu a bola da ex-prefeita como se apenas ela estivesse envolvida na sua campanha de reeleição.

Mas tem um detalhe importantíssimo nesse processo que é o fato dela está inelegível, segundo o Tribunal de Contas da União, até 2026.

Porém, pessoas próximas a ele já deixaram escapar de que ela não será candidata e sim o seu irmão Luizão.

Vamos aguardar, pois tem ainda muita água para passar debaixo da ponte.

Flávio Dino defende frente ampla contra o extremismo

Por: John Cutrim

Em entrevista à Rádio CBN nesta quarta-feira (10), o governador reeleito no Maranhão, Flávio Dino, defendeu o apoio de partidos e candidatos de esquerda em torno de Fernando Haddad para enfrentar Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições à presidência.

“Movimentos de aliança em torno do Haddad ajudam a demonstrar de que se trata de uma frente ampla contra uma posição extremista de direita, ditatorial, que ataca pessoas no meio da rua”, frisou Flávio Dino.

Para ele, a candidatura do PT não é mais exclusiva do partido, pois expressa anseios de vários setores sociais. Flávio Dino aponta, ainda, à tendência de que o PDT de Ciro Gomes se junte nessa aliança, assim como o PSB, em apoio declarado à Haddad nesta terça-feira (9).

“Pela trajetória comum entre o brizolismo, o trabalhismo e as correntes populares nacionais democráticas, eu não tenho dúvida que o PDT caminhará com esse campo nosso, assim como o PSB fez ontem”, disse.

Segundo Flávio, os desafios da frente ampla estão em desconstruir a falsa polarização entre as duas candidaturas, e defender uma agenda positiva, de propostas e soluções para a vida prática da população, onde o candidato do PT obteria vantagens.

“Nós temos que fugir do lugar comum que Haddad e Bolsonaro são dois extremos. Não são”, enfatiza. “A candidatura extremista, sem dúvida alguma, é demostrada pelo uso da violência, por ataques à liberdade de imprensa, por ideias esdrúxulas”, completou, se referindo à campanha de Bolsonaro.

Dino reforçou, ainda, o compromisso de Haddad com à democracia, na esteira dos demais governos progressistas desde a redemocratização. “Todas as vezes que a esquerda chegou ao governo foi por intermédio do voto popular e nunca houve uma virada de mesa”.

O mesmo, reitera, não pode se dizer em relação a Bolsonaro e seu vice, o general Hamilton Mourão, “que tem demonstrado, por intermédio de declarações, que é contra a Constituição de 88”, que deve ser preservada, por se tratar de “um pacto civilizatório fundamental”.

Agenda positiva

Dino enfatizou a importância de promover uma agenda próxima do cidadão atualmente preocupado com questões práticas fundamentais, como emprego e segurança pública. Essa agenda real da campanha tem sido desviada pelas fake news, na opinião do governador.

“Nós temos que trazer o debate para esses pontos concretos, porque aí se evidencia que o Haddad tem propostas, claras e muito melhores, do que aquelas que o candidato Bolsonaro pode apresentar”, afirmou.

Em relação à segurança, Flávio Dino sugere a criação de uma força nacional permanente para auxiliar as polícias estaduais, como contraproposta ao armamentismo defendido pela chapa adversária.

“Segurança pública precisa de armas, a questão é nas mãos de quem. Existem profissionais treinados para manusear armas. Qualquer sociedade que optou por outro caminho aumentou a violência”, finalizou o governador do Maranhão.

Cinco suspeitos de crimes morrem em confronto com policiais em São José de Ribamar/MA

Na troca de tiros, os suspeitos de crimes foram atingidos e socorridos ao Hospital de Ribamar, mas não resistiram aos ferimentos.

Gilberto Lima – Cinco suspeitos de crimes morreram após confronto com a polícia nos bairros Sarnambi e Mojó, em São José de Ribamar, no início da tarde de ontem, quarta-feira (10).

Segundo informações da PM, policiais da Rotam realizavam uma operação de combate ao tráfico de drogas e homicídios no município, quando foram recebidos a balas, iniciando-se um confronto.

Eles ainda chegaram a ser socorridos e levados ao Hospital de Ribamar, mas não resistiram aos ferimentos e morreram. 

Os mortos foram identificados como Kailson Reboucas Almeida, de 20 anos, residente na Rua 28 de julho, no bairro São Benedito; Gleison Santos da Silva, de 20 anos, residente na Rua 01, no bairro Sarnambi; Adriano de Oliveira Silva, de 20 anos, residente na Rua 03, na Vila Sarnambi; Wesley Silva, conhecido como “De Menor” ou “Jacarezinho”, residente na 2ª Travessa da Rua 03, no bairro Recanto São José; eCleilson da Silva dos Santos, de 18 anos, residente na Rua Dr. José Silva, no Moropóia.

No local do confronto, os policiais apreenderam, dois revólveres, três armas de fogo de fabricação artesanal, três facões, uma faca, coletes balísticos e droga.