Governo investe R$ 22 milhões na construção de mais 50 escolas dignas no Maranhão

Desde 2015, o programa estadual possibilita a construção de escolas completamente novas em diversas cidades maranhenses

Construção de novas escolas contribui para melhorar o índice de alfabetização

A educação do Maranhão tem dado um salto de qualidade desde que o Programa Escola Digna começou com a substituição de escolas de taipa por espaços com estrutura digna e adequada para alunos e professores. A parceria entre a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) segue trabalhando em mais de trinta cidades, com a construção de mais 50 novas escolas em vários municípios maranhenses.

Para o secretário da Sinfra, Clayton Noleto, tem sido gratificante para a gestão estadual realizar a construção de novas escolas, pois cada prédio inaugurado é a certeza da chegada de esperança para mudar a vida de milhares de famílias.

“Cada prédio desses em andamento vai impactar a vida de milhares de estudantes, e isso é um ciclo que não vai parar. Há décadas, alunos esperavam por condições dignas de ensino, temos que dar condições para que eles possam sonhar em ter um futuro melhor. Vamos continuar avançando e transformando o Maranhão através da educação”, afirma Clayton Noleto.

O município de Fernando Falcão é um dos assistidos pelo Plano Mais IDH, onde o Governo do Maranhão tem investido em várias ações, e uma delas é a construção de novas escolas para melhorar o índice de alfabetização. A cidade é destaque no mapa das obras educacionais feitas pelo Governo do Maranhão, sendo a única que está com cinco obras simultaneamente em andamento, com mais de 90% da estrutura já concluída nos povoados de São Pedro, Canto Bom, Águas Claras, Buriti Velho e Riacho Fundo. Além dela, mais de 30 cidades também estão sendo beneficiadas com a construção de novos espaços.

O secretário da Seduc, Felipe Camarão, avalia o programa e reforça que as obras têm avançado e mudado a vida da comunidade escolar do Maranhão. “O programa Escola Digna, do Governo do Estado, continua avançando em locais que necessitam de um prédio escolar digno e de qualidade. A meta da gestão estadual é garantir educação de qualidade a todos os maranhenses”, reforça.

Educação no Maranhão

Desde 2015, o Governo do Maranhão já inaugurou, reformou e concluiu mais de 800 unidades em todo o Estado, beneficiando milhares de alunos em todas as regiões maranhenses. Os espaços, que antes estavam em péssimas condições, estão sendo substituídos por novos prédios com estrutura adequada e segura para alunos e professores com salas de aula, banheiros, biblioteca, sala de informática e salas administrativas.

OBRAS DO ESCOLA DIGNA POR MUNICÍPIO

UMA ESCOLA – Maracaçumé, Vargem Grande, Bom Jardim, Araioses, Barreirinhas, Timbiras, Pirapemas, São João do Sóter, Matões do Norte, São João do Carú, Campestre do Maranhão, São Pedro dos Crentes, São Bento, São Benedito do Rio Preto, Pedro do Rosário, Santa Luzia, Amarante do Maranhão, Itinga do Maranhão.

DUAS ESCOLAS – Caxias, Gonçalves Dias, Santa Quitéria do Maranhão, Presidente Vargas, Cajari, Lagoa do Mato, Codó, Governador Newton Belo, Brejo, Santa Luzia, Cachoeira Grande, São João do Paraíso.

TRÊS ESCOLAS – Presidente Juscelino.

CINCO ESCOLAS – Fernando Falcão.

Por Carla Kassis

Fotos: Arquivo

Fonte: Sinfra

 

Vox Populi: distância cai para 6 pontos

Pesquisa Vox Populi/CUT divulgada na manhã desta sexta-feira aponta: Bolsonaro tem 53% das intenções de voto válidos e Haddad tem 47%; a diferença entre os dois é de apenas 6 pontos percentuais, o que indica que a disputa eleitoral está aberta e o país terá uma reta final emocionante, com uma subida do candidato do PT que tem sido a tônica das últimas eleições

247 – Pesquisa Vox Populi/CUT divulgada na manhã desta sexta-feira aponta: Bolsonaro tem 53% das intenções de voto válidos e Haddad tem 47%. A diferença entre os dois é de apenas 6 pontos percentuais, o que indica que a disputa eleitoral está aberta e o país terá uma reta final emocionante, com uma subida do candidato do PT que tem sido a tônica das últimas eleições. Nos votos totais, considerados brancos, nulos e indecisos, o número é de 44% para Bolsonaro e 39% para Haddad, uma diferença de apenas 5 pontos, com 12% de brancos, nulos e “ninguém” e 5% de “não sabe” e “não respondeu”.

O cenário é bem diferente da pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta e que havia indicado Bolsonaro com 59% e Haddad com 41% de votos válidos -uma diferença de 18 pontos percentuais. Ou seja: está aberta uma disputa entre os institutos de pesquisas na chegada do segundo turno. A pesquisa Vox/247 feita na véspera do primeiro turno foi a que mais se aproximou do resultado das urnas -leia aqui.

Em votos espontâneos válidos, a pesquisa indica Bolsonaro com 54% e Haddad com 46% – oito pontos percentuais de diferença. Haddad tem 41% de rejeição contra 38% de Bolsonaro. 7% dizem que podem votar em qualquer um dos dois, 8% dizem que não votam em nenhum e 5% não sabem ou não responderam.

Dos entrevistados, 66% acreditam em vitória de Bolsonaro e 24% na de Haddad. 56% disseram ter assistido o horário eleitoral gratuito e 44% disseram que não assistiram. 23% afirmaram que o melhor programa do horário eleitoral gratuito é o de Haddad e 22% disserem que é o de Bolsonaro.

A pesquisa foi contratada pela CUT e contou com 2 mil entrevistas aplicadas em 120 municípios nos dias 16 e 17 (terça e quarta). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, estimada em nível de confiança de 95%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-08732/2018.

Veja os principais números da pesquisa em tabelas:

O silêncio escandaloso da Globo diante do Bolsolão

Por Tiago Barbosa

GLOBONEWS

Já deu a formação de quadrilha de Bolsonaro para bombardear zaps anti-PT no Brasil?

Globo

Já fez matéria sobre o crime de caixa dois cometido pela candidatura fascista para fraudar as eleições?

G1

Já checou com o Fato ou Fake se a Folha de São Paulo mentiu ao reportar a compra massiva de mensagens no aplicativo para destruir a reputação de Haddad?

Jornal Hoje

Já teve Sandra Annenberg aos prantos emocionada porque a democracia foi ferida de morte pelo esquema ilegal dos empresários a favor do ex-militar?

R7

Já fez matéria para desqualificar a repórter da Folha pela matéria sobre a indústria milionária de mensagens com fake news?

Band

Já escalou Boechat para normalizar o crime eleitoral dos asseclas de Bolsonaro e mandar um “isso acontece todo dia” como fez com a morte do capoeirista?

Gerson Camarotti

Já emparedou ministros do TSE e do STF sobre a denúncia apresentada pela Folha tal como ocorre com qualquer traque de massa contra o PT?

Andréia Sadi

Já consultou fontes em off para saber se Michel Temer, o ministro Raul Jungmann e o convescote de Brasília deflagraram operação para punir os responsáveis pelo crime eleitoral?

Merval Pereira

Já divagou sobre o impacto na sociedade brasileira e no funcionamento das instituições da revelação de fake news importada pela turma de Bolsonaro via WhatsApp?

Sardenberg

Já fez piada para ironizar a onda de notícia falsa encomendada pelos bolsonaristas contra Haddad?

Jornal Nacional

Vai dar a notícia ou pedir desculpas daqui a 50 anos?

Tão grave quanto disseminar milhões de notícias falsas é silenciar diante dos fatos e esconder do público a informação adequada para viver a democracia.

MPE vai apurar suspeita de doações ilegais à campanha de Bolsonaro

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

O Ministério Público Eleitoral (MPE) vai apurar a suspeita de que empresas privadas estejam fazendo doações ilegais para a campanha do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Pelo menos dois pedidos de investigação já foram protocolados hoje (18) na Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). A expectativa é que outras representações sejam apresentadas diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com reportagem publicada hoje (18) pelo jornal Folha de S.Paulo, empresas que apoiam Jair Bolsonaro estariam pagando pelo serviço de disparo de mensagens pelo WhatsApp a fim de favorecer o candidato Jair Bolsonaro. Procurado para comentar a denúncia publicada pelo jornal, o vice-procurador eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros informou, por meio da assessoria do MPE, que não concederá entrevistas, pois o órgão não pode antecipar qualquer posicionamento sobre casos em análise. A atuação dos pedidos de investigação apresentados ao órgão será feita no âmbito das demais representações que forem encaminhadas ao TSE.

A reportagem diz ter apurado que alguns contratos podem chegar a R$ 12 milhões. A prática, conforme lembra o jornal, é ilegal, pois, se confirmada, trata-se de doação de campanha vedada por lei e, evidentemente, não declarada à Justiça Eleitoral.

Ainda segundo o jornal, as empresas de marketing digital se valem da utilização de números no exterior para enviar centenas de milhões de mensagens, burlando as restrições que o WhatsApp impõe a usuários brasileiros. As atividades envolvem o uso de cadastros vendidos de forma irregular. A legislação eleitoral só permite o uso de listas elaboradas voluntariamente pelas próprias campanhas. O financiamento empresarial de campanha também é proibido.

Bolsonaro defendeu-se da acusação por meio de sua conta no Twitter. “O PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela verdade. Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!”, escreveu o candidato, alegando que o PT “desconhece e não aceita apoio voluntário”.

Representações

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), em representação na Procuradoria-Geral Eleitoral, classifica o resultado da apuração do jornal como uma “grave denúncia” envolvendo a “ocorrência de ao menos três atos ilícitos de gravidade avassaladora, uma vez que podem viciar a vontade do eleitor e, assim, fraudar o resultado da eleição”.

O PDT também anunciou que ingressará ainda esta semana com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral contra a candidatura de Bolsonaro. A decisão foi tomada no início da tarde de hoje, durante reunião do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, com a assessoria jurídica e outros integrantes da sigla. O PDT, que declarou “apoio crítico” a Haddad no segundo turno, definiu a suspeita de que um dos candidatos esteja sendo favorecido pela suposta compra de pacotes de divulgação em massa de notícias falsas como crime de abuso do poder econômico.

Mais cedo, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, defendeu que, diante da gravidade das suspeitas, o correto seria que a candidatura de Bolsonaro fosse impugnada e que o candidato Ciro Gomes (PDT), que terminou o primeiro turno em terceiro lugar, disputasse com ele o cargo. Ciro obteve 12,47% dos votos válidos, terminando atrás de Haddad.

*Colaboraram André Richter e Paulo Victor Chagas

Marqueteiro tucano diz que teve oferta de whatsapp ilegal

TIJOLAÇO

O meios para o crime cometido  por aqueles que compraram “disparos”  em massa no aplicativo Whatsapp  estavam disponíveis.

A um partido ao menos – o PSDB – foram oferecidos, como registra Sílvia Amorim, em O Globo. Com testemunhas e a narrativa de uma delas, o publicitário Marcelo Vitorino, responsável pela área de comunicação digital da campanha de Geraldo Alckmin:

O consultor de marketing digital da campanha presidencial de Geraldo Alckmin(PSDB), Marcelo Vitorino, relatou ao GLOBO que participou de reunião em que uma empresa ofereceu ao partido a entrega de disparo de mensagens por WhatsApp para até 80 milhões de pessoas, usando cadastro de terceiros, o que é proibido por lei. 

A oferta do serviço, segundo ele, foi feita pelo presidente da empresa DOT Group, Luiz Alberto Ferla, num encontro na sede do PSDB em Brasília em 11 de julho, antes do início da campanha eleitoral. Segundo o PSDB, o serviço não foi contratado. A DOT Group nega que tenha oferecido o disparo de mensagens usando um cadastro de eleitores que não fosse o do partido.

A reunião era com o PSDB Mulher, presidido pela ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius. Participaram também advogados, sócios do marqueteiro de Alckmin, Lula Guimarães, Vitorino, Yeda e assessores

– Ele falou que tinha uma base de contatos de até 80 milhões de pessoas para a qual poderia fazer disparos – disse Vitorino.

A ilegalidade da operação, mesmo paga pelo partido, fez o PSDB recuar da proposta. Empresários ‘bolsonaristas” que chegam ao cúmulo de gravar vídeos coagindo o voto de seus empregados recuariam?

Após declarar apoio a Bolsonaro, Ricardo Murad curte uma temporada em Pedrinhas

Jorge Vieira – A prisão do ex-secretário de Saúde Ricardo Murad (PRP) foi destaque nacional nesta quinta-feira (18). A ironia é que o cunhado de Roseana Sarney (MDB) foi “capturado” pela PF por desvios milionários na Saúde, menos de uma semana após declarar apoio a Jair Bolsonaro (PSL), político que vende a promessa de que vai acabar com a corrupção no Brasil.

Mais inusitado ainda é que Murad foi encaminhado para Pedrinhas no mesmo dia em que a Folha de São Paulo denunciou que empresas estariam comprando pacotes ilegais de envios de mensagens para beneficiar Bolsonaro, prática que se configura como crime de caixa dois.

Após ter sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral e presenciar a derrota nas urnas dos aliados Roseana, Sarney Filho (PV) e Edison Lobão (MDB), o “Gigante da Saúde” resolveu aderir ao projeto do ex-capitão do Exército de olho em “favores” para tentar reverter o resultado das eleições no Maranhão.

Mas as recentes acusações contra Bolsonaro podem ser um novo golpe contra Murad. É que o presidenciável do PSL pode ser acusado de abuso de poder econômico e acabar tendo sua chapa impugnada.

Desvios – Ricardo Murad é alvo da Polícia Federal por envolvimento em esquema criminoso que desviou cerca de R$ 2 milhões do sistema de saúde estadual durante o último governo Roseana Sarney (MDB). Ele foi preso preventivamente por cinco dias com mandado de busca e apreensão em sua mansão no Olho D’Água.

Polícia apreende mais de 200 kg de cocaína, crack, maconha e R$ 19 mil com traficante em Imperatriz

Gilberto Lima – Policiais da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico de Imperatriz (Senarc/ITZ), com apoio operacional da Delegacia de Homicídios de Imperatriz (SHPP/ITZ), prenderam nesta quinta-feira (18) o traficante Caetano Amâncio Pereira.

Ele foi flagrado no momento em que adentrava numa residência, no bairro Vila Vitória, apontada como ponto de guarda de entorpecentes. No local, foram encontrados aproximadamente 213 kg de entorpecentes, sendo 164 kg de maconha, 3,6 kg de crack e 45,4 kg cocaína.

Os policiais encontraram diversos insumos e materiais para a preparação de entorpecentes, havendo indícios de que se tratava de um laboratório.

No interior do veículo, utilizado pelo preso para chegar no local, foi encontrado mais 1 kg de maconha e outros petrechos semelhantes aos localizados no laboratório.

Na residência, os policiais apreenderam R$ 19.500,00, dos quais, até o momento, foram identificados R$ 800,00 em notas falsas.

O autuado já esteve preso no estado de São Paulo por furto a agências bancárias. No Maranhão, ele já foi preso por tráfico, porte de arma de fogo e moeda falsa.

Em almoço, deputados eleitos confirmam apoio à reeleição de Othelino na Assembleia

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto (PCdoB), reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência nesta quinta-feira (18). Todos reafirmaram apoio à reeleição do parlamentar que segue firme nas adesões por sua permanência na Presidência da Casa.

“Agradeço a manifestação de apoio dos deputados eleitos que acreditam e reconhecem o nosso trabalho à frente da Presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão. Este momento é de confraternização para que comecemos a interagir com os colegas que estarão conosco nos próximos anos neste novo mandato”, ressaltou Othelino Neto.

Para a deputada Ana do Gás (PCdoB), uma das parlamentares presentes no almoço, Othelino tem feito um grande trabalho na Assembleia Legislativa do Maranhão e precisa dar continuidade a essa importante aliança política com os colegas. “Nós nos sentimos seguros com Othelino, pois ele sempre defendeu os deputados, tanto de governo, quanto de oposição, sem fazer qualquer distinção. Nada mais justo que reconduzi-lo novamente à presidência da Casa”, afirmou.

O deputado Glalbert Cutrim (PDT) ressaltou o posicionamento do PDT, que terá a maior bancada na Assembleia Legislativa do Maranhão a partir de 2019, e que decidiu, por unanimidade, apoiar a reeleição de Othelino. “Ele é uma pessoa que sempre respeitou a todos na Casa e temos certeza de que ele continuará fazendo um grande trabalho na próxima gestão”, frisou.

Novato na Assembleia Legislativa, a partir de 2019, o deputado eleito Leonardo Sá (PRTB) disse que o melhor nome para conduzir a Assembleia Legislativa é o de Othelino Neto. Ele disse que tem uma relação pessoal muito forte de amizade com o futuro colega de parlamento, além de já terem feito alianças políticas, como foi em Pinheiro nas eleições municipais passadas. “Já estamos fechados. Ele é meu candidato a presidente da Alema”, reforçou.

Presente também no almoço, o deputado Neto Evangelista (DEM) destacou que Othelino Neto cumpriu, com êxito, uma grande missão quando foi vice-presidente da Assembleia. Como presidente, soube conduzir a Casa com sabedoria e instalou uma harmonia grande entre os poderes constituídos do estado. “Ele tem condições de continuar tocando a  Presidência da Assembleia, da forma como fez nesta sua gestão. É uma grande força política no estado, demonstrou isso nessas eleições, portanto é o meu candidato a presidente”, frisou.

Nos últimos dias, Othelino Neto recebeu apoio dos deputados eleitos Zé Inácio (PT), Helena Duailibe (Solidariedade), Welington do Curso (PSDB), Detinha (PR), Leonardo Sá (PRTB), Pará Figueiredo (PSL), Neto Evangelista (DEM), Mical Damasceno (PTB), César Pires (PV), Pastor Cavalcante (PROS), Wendell Lages (PMN), Cleide Coutinho (PDT), Duarte Jr (PCdoB), Zé Gentil (PRB), Márcio Honaiser (PDT), Dra Thaíza (PP), Adriano Sarney (PV), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Professor Marco Aurélio (PCdoB), Fernando Pessoa (Solidariedade), Andrea Rezende (DEM), Edson Araújo (PSB), Rafael Leitoa (PDT), Ana do Gás (PCdoB), Adelmo Soares (PCdoB), Rigo Teles (PV), Glalbert Cutrim (PDT), Paulo Neto (DEM), Daniella Tema (DEM), Vinícius Louro (PR), Yglésio Moisés (PDT), Hélio Soares (PR), Antônio Pereira (DEM), Ciro Neto (PP), Roberto Costa (MDB), Fábio Macedo (PDT), Rildo Amaral, (Solidariedade) e Ricardo Rios (PDT).

Participaram também do almoço os deputados federais eleitos e reeleitos, Márcio Jerry (PCdoB), Gil Cutrim (PDT), Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e André Fufuca (PP), além do vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro (PCdoB) e do Vereador e próximo Presidente da Câmara de São Luís, Osmar Filho (PDT).

Fonte: Blog do Pedro Jorge

Feliz Dia do Médico

No dia de hoje desejo muita saúde pra quem cuida da saúde e da vida de todos, todos os dias da vida. Aproveito para parabenizar a todos os prefeitos e prefeitas maranhenses que exercem a tão nobre profissão, que acaba se transformando num verdadeiro sacerdócio.

         Cleomar Tema

Médico e presidente da FAMEM

Ex-secretário de Saúde do Maranhão é alvo de mandado de prisão por suspeita de desvio

A Polícia Federal apura o desvio de cerca de R$ 2 milhões do sistema estadual de Saúde, entre 2011 e 2013.

Foto: Painel Politico

Por Camila Bomfim , TV Globo e G1 MA

O ex-secretário de Saúde do Maranhão Ricardo Murad é alvo de uma operação que apura desvios de recursos públicos. Agentes da Polícia Federal (PF) foram até a casa dele, na manhã desta quinta-feira (18), para cumprir um mandado de prisão, mas não o encontraram. Segundo a TV Mirante, Murad se apresentou depois à PF. Ele é cunhado de Roseana Sarney (MDB), ex-governadora do estado, e foi secretário estadual entre 2012 e 2014, durante o quarto mandato de Roseana no Maranhão.

Trata-se da sexta fase da Operação Sermão dos Peixes, chamada de Peixe de Tobias.

A PF apurou indícios de que, entre os anos de 2011 a 2013, aproximadamente R$ 2 milhões destinados ao sistema de saúde estadual foram desviados para uma empresa sediada na cidade de Imperatriz (MA). A polícia verificou ainda pagamentos mensais a blogueiros.

O advogado de Ricardo Murad, Marcos Lobo, disse ao G1 que ainda não teve acesso à decisão judicial e que não pode respoder sobre o caso.

prisão de Murad já havia sido pedida em 2015, mas foi negada pelo juiz federal Roberto Carvalho Veloso.

Outra operação

A Polícia Federal também deflagrou uma nova operação para apurar vazamento de informações da primeira fase da Sermão aos Peixes. Ela é chamada de Abscondito II e foi iniciada em 2016. A PF avançou na investigação sobre o vazamento e reuniu prova de que os membros da organização criminosa conseguiram cooptar servidores públicos para a obtenção de informações privilegiadas. Depois, destruíram e ocultaram provas.

Além disso, violando medidas cautelares impostas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, um dos investigados teria dilapidado seu patrimônio e transferido seus bens para terceiros para impedir que fosse decretada a perda de tais bens.

Mandados judiciais

Ao todo, considerando as duas operações, foram expedidos 19 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão temporária e um mandado de prisão preventiva.

As pessoas investigadas poderão responder pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, dentre outros que possam ainda ser apurados. Após os procedimentos legais, os presos serão encaminhados ao sistema penitenciário estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

As diligências estão sendo realizadas em seis cidades: São Luís, Imperatriz, no Maranhão, Parauapebas, no Pará, Palmas, no Tocantins, Brasília, no Distrito Federal e Goiânia, em Goiás.

Foi determinado o bloqueio judicial e sequestro de bens num valor total que supera R$ 15 milhões.

Bolsonaro não é o homem do cavalo branco empunhando uma poderosa espada

Tem sido posto em grupos de WhatsApp o link de um vídeo com uma suposta psicografia que Chico Xavier teria feito em 1952, onde diz que uma personalidade apareceria nos destino do Brasil, corrigindo injustiças e fazendo voltar a confiança e a esperança no futuro do País.

Diz ainda que ele seria combatido e criticado por seu temperamento e atitudes, mas que ele contará com a proteção das Forças Supremas que habitam o Cosmo…

Finaliza dizendo que esse homem tem em seu nome a letra B  de Brasil o que muitos estão interpretando como sendo o presidenciável Jair Messias Bolsonaro.

Sou espírita e tenho Chico Xavier como o médium mais completo que já existiu no Brasil. Porém, pelo pouco que conheço da Doutrina do Consolador jamais poderia ver em JMB o cavalheiro montado no seu cavalo branco brandindo sua poderosa espada contra o que há de errado na política brasileira.

Não posso crer que o espiritismo, uma doutrina onde um dos preceitos básicos é a importância da caridade, que tem como lema: Fora da caridade não há salvação, entendida como sendo a benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas, possa ver em quem faz apologia da tortura, que não respeita os direitos de negros, índios entre outros, e ainda que faz uma campanha tendo como base a mentira, a fraude e a difamação possa ser o personagem da profecia do iluminado irmão Chico Xavier.

Ao invés de dá fé a uma patranha dessa natureza, prefiro acreditar que esse cavaleiro ainda virá num futuro incerto, ou então aqui já esteve e lutou contra tudo e contra todos pelo ideal de um Brasil livre do domínio das grandes elites e do capital estrangeiro e não foi percebido, nem reconhecido por nós.

Empresas, como a Havan, bancam disparo de mensagens antipetistas no WhatsApp; prática é ilegal

DCM

Reportagem de Patrícia Campos Mello na Folha de S.Paulo informa que empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno. A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

De acordo com a publicação, a Folha apurou que cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan. Os contratos são para disparos de centenas de milhões de mensagens.

As empresas apoiando o candidato Jair Bolsonaro (PSL) compram um serviço chamado “disparo em massa”, usando a base de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato (números cedidos de forma voluntária), completa o jornal.

Luciano Hang, dono da Havan

Pesquisa constata só 8% de imagens verdadeiras em grupos de WhatsApp

Levantamento em 347 grupos verificou fotomontagens e mensagens falsas

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil Brasília

Um levantamento realizado pelos professores Pablo Ortellado (USP), Fabrício Benvenuto (UFMG) e pela agência de checagem de fatos Lupa em 347 grupos de WhatsApp encontrou entre as imagens mais compartilhadas apenas 8% podendo ser classificadas como verdadeiras. O estudo buscou analisar o fenômeno da desinformação e das mensagens falsas em grupos na plataforma, que vem sendo apontada como principal espaço de disseminação desse tipo de conteúdo.

O estudo analisou conteúdos enviados entre os dias 16 de setembro de 7 de outubro, ou seja, em boa parte do 1º turno das eleições deste ano. A amostra trouxe 347 grupos monitorados pelo projeto Eleição sem Fake, da UFMG. Os resultados, portanto, não podem ser generalizados. Mas trazem indícios importantes para a compreensão deste fenômeno. Ao todo, eles reuniram mais de 18 mil usuários. No período, circularam 846 mil mensagens, entre textos, vídeos, imagens e links externos.

Mensagens compartilhadas por meio do WhatsApp foram checadas por pesquisadores – Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Das 50 imagens mais compartilhadas nos grupos checadas pela agência Lupa, considerando foto e texto, apenas quatro foram consideradas verdadeiras (8%), entre elas uma de Bolsonaro em uma maca e outra do autor da facada no candidato, Adélio Bispo de Oliveira. Do total, oito (16%) eram falsas, como a montagem de Dilma com Che Guevara.

Quatro (8%) foram consideradas insustentáveis, conceito da agência para conteúdos que não se baseiam em nenhum banco de dados público confiável, como fotos de Lula e FHC afirmando que os dois se reuniram para planejar assaltos a banco. Outras nove eram fotos reais, mas com alusões a teorias da conspiração sem comprovação.

Da amostra, sete fotos eram reais, mas tiradas de contexto, como um registro de Aécio Neves e Fidel Castro acompanhado da acusação do político tucano ter virado “aluno” do dirigente cubano. Três imagens foram consideradas sátiras, seis estavam associadas a textos de opinião, o que a agência não checa, e três não foram examinadas por não ser possível aferir se a foto havia sido tirada no Brasil ou não. No total, 56% das imagens que mais circularam foram consideradas “enganosas”.

Caso BNDES

O levantamento dos professores e da Agência Lupa detalhou o caso das mensagens sobre supostos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras fora do Brasil. De oito sobre o tema acompanhadas de fotos, apenas duas eram verdadeiras. Outras três traziam dados considerados “exagerados” e duas eram falsas, como a alegação de que o banco teria financiado um gasoduto em Montevidéu e o soterramento de uma ilha em Sarmiento, na Argentina.

Propostas

Os autores divulgaram propostas em artigos e em documento ao WhatsApp solicitando a redução da possibilidade de encaminhamento de mensagens para, no máximo, cinco destinatários. Hoje, este limite é de até 20 pessoas ou grupos. Segundo o professor da USP Pablo Ortellado, o WhatsApp respondeu que tal medida seria inviável.

“Nós discordamos. Na Índia, após uma série de linchamentos causados por boatos difundidos no aplicativo, o WhatsApp conseguiu implementar mudanças em poucos dias. Nossa situação é bastante grave. Estamos conclamando também o TSE e outras instituições com poder regulatório para agir”, escreveu Ortellado, em texto em sua rede oficial sobre o relatório.

Temer indiciado; prisão para o Coronel Lima. Os mortos que vão morrer

Publicado originalmente no TIJOLAÇO

A Polícia Federal já tem pronta a “primeira realização” para o caso de Jair Bolsonaro chegar à presidência da República.

indiciamento de Michel Temer pela Polícia Federal pelas maracutaias do atual Presidente no favorecimento de empresas no Porto de Santos, dependendo de se dar um destino rápido ao processo que está nas mãos de Luís Roberto Barroso, pode fazer com que, a partir do dia 1° de janeiro torne-se réu e tenha, até, prisão preventiva decretada.

Depende de como a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, e o próprio Barroso resolverem tratar o assunto.

O mais provável é que executem uma medida dura contra o Coronel João Baptista Lima Filho, amigo e possível “mala” de Temer e, talvez, um bloqueio dos bens do futuro ex-presidente, mesmo antes de remeterem o processo para a primeira instância.

Embora a tentação de decretar a prisão de um ex – mas ainda quase – presidente seja uma tentação imensa para a vaidade de Barroso, o clima político que se criaria com um presidente entrando no Planalto e outro entrando numa cela é “over” até para ele.

A partir do dia 1° de janeiro, recorde-se, não há mais empecilhos como a autorização da Câmara para que se possa  transformar Temer em réu e isso pode ser uma interessante “marcação de território” do Supremo diante do novo presidente, cheio de ambições de submeter a corte a seu poder de mando.

E Temer, já hoje um cadáver insepulto, é o objeto ideal – por deméritos – para essa disputa, porque é corpo que não tem nem mais família que o requeira.

O nosso estado policial-judicial dificilmente deixará de ser hiena neste processo.

Haddad diz que a História irá cobrar FHC pelo silêncio sobre Bolsonaro

Fernando Haddad. Foto: Reprodução/Twitter

Do BuzzFeed News

Após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) falar que a porta de diálogo entre ele e o PT está “enferrujada”, o candidato petista a presidente, Fernando Haddad, disse que a História irá cobrar os tucanos por essa decisão.

“A História às vezes cobra os nossos posicionamentos. Nem sempre à vista, às vezes a prazo”, disse o petista, que esperava receber apoio de FHC no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSL), o líder nas pesquisas.

Haddad afirmou que o próprio candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, foi traído pela legenda, que migrou para campanha de Bolsonaro antes do fim do primeiro turno.

“Na verdade, uma parte do PSDB já tinha rifado o próprio Alckmin”, disse o petista. “Alckmin foi traído pelo PSDB ainda no primeiro turno. A vida é assim.”

Haddad afirmou que teve esperança de receber apoio do ex-presidente tucano. Ontem, ele conversou com um dos principais auxiliares de FHC, o cientista político Sérgio Fausto. Mas uma conversa com o próprio FHC não aconteceu.

“Quando ele [FHC] falou que de um lado tinha um muro e do outro tinha uma porta, eu ouvi isso com alguma esperança. Só soube que ela está enferrujada hoje. Aos poucos, ele está contando toda a história”, disse Haddad nesta quarta-feira (17), depois de participar de um encontro com líderes evangélicos.