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Unidos com Temer, agora PMDB e PSDB querem golpe no Maranhão

Marrapá – Uma estranha parceria veio à tona esta semana. O MDB de Roseana Sarney e o PSDB de Roberto Rocha deram as mãos em um pedido de intervenção na Segurança do Maranhão.

O objetivo não é melhorar a vida do povo. Já que o número de mortes no estado caiu quase pela metade de quando a Segurança era chefiada por Ricardo Murad.

Roseana Sarney e Roberto Rocha reclamam do que seria uma “levantamento” de opositores. Pedido de “levantamento” este que foi assinado por um PM promovido justo na gestão dos Sarney. Uma espécie de ‘espionagem por ofício’ que parece mesmo ter sido inventada para gerar tumulto.

Parece piada, para quem se lembra que a gestão Murad na Segurança foi marcada pelo Guardião, um sistema de escuta telefônica que grampeou grande parte de opositores e blogueiros no fim do governo Roseana.

Médicos, advogados e políticos fazem ato de apoio ao secretário Carlos Lula

Maranhão da Gente – Num grandioso ato amigos, usuários dos serviços de saúde, médicos, advogados e lideranças políticas manifestaram solidariedade ao secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, na noite desta segunda-feira (23). Vítima de perseguição e notícias falsas veiculadas por parte da mídia maranhense, Carlos Lula recebeu o abraço fraterno de uma multidão que lotou o auditório do Grand São Luís Hotel.

O ato de solidariedade contou a presença do governador Flávio Dino, que reiterou o apoio e a confiança no trabalho que Lula vem desenvolvendo à frente da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Dino defende que o que incomoda as pessoas que ficaram anos ligados ao comando do Maranhão não é a saúde de qualidade da população, que tem tem sido melhorada ao longos dos últimos três anos. “Eles estão preocupados com seus pequenos espaços de poder, com suas vaidades, com seus privilégios. Estão preocupados só com seus bolsos, estão sentido falta de helicóptero, de lagosta, de caviar, pago com o dinheiro público e é isso que caracteriza a crítica feita a nós. E ela é tão violenta agora porque eles achavam que a gente ia fracassar”, defendeu Flávio Dino que ainda repudiou o uso do grande império midiático para perseguir o trabalho, definido por ele como, honroso e honesto de Carlos Lula.

É a realidade do Maranhão que, outrora contava com dois Hospitais Regionais, e agora conta com sete, de programas fundamentais implantados, como o Ninar, que atender crianças com problemas neurodesenvolvimentais, o Sorrir, a entrega de ambulâncias aos municípios e muitas outras ações desenvolvidas pela gestão do governador Flávio Dino e de Carlos Lula na Saúde, que amedrontam saudosista, segundo o presidente do PCdoB, Márcio Jerry. “É um ato expressivo e forte, de combate à mentira. Um ato de resgatar tudo de bom e expressivo que tem sido desenvolvido pelo Governo do Maranhão. Hoje damos um abraço afetuoso em reconhecimento à seriedade de Lula, à ética com que ele se pauta no serviço público e também num clamor de pessoas dos mais diferentes setores por justiça, por respeito à lei e contra a baixaria na política”, opinou Márcio Jerry.

Reuniram-se, nessa grande manifestação de apoio, o vice-governador Carlos Brandão, os deputados federais Weverton Rocha, Rubens Pereira Júnior e Eliziane Gama, os estaduais Rogério Cafeteira, Bira do Pindaré, Marco Aurélio, Levy Pontes, advogados como Guilherme Zagalo e o ex-presidente da OAB, Mário Macieira e secretários de estado. Servidores públicos da saúde e usuários dos serviços, num gesto espontâneo, também estiveram presentes.

Num depoimento emocionado, o pai de uma criança atendida pelo serviços do Casa de Apoio Ninar, Victor Hugo, reafirmou a importância das ações que tem sido ofertados pela SES, que garantem a sua pequena um acompanhamento adequado. “Por ser aberto à sociedade civil, me senti no dever de vir aqui prestar solidariedade não apenas por conhecer a biografia de Carlos Lula, mas por receber na minha família e ao meu redor reflexos práticos da sua atuação como gestor”, disse

Carlos Lula agradeceu a iniciativa dos amigos e se disse honrado com a quantidade de pessoas que ocuparam o espaço, em reconhecimento à verdade.

“Hoje foi um ato de apoio organizado por amigos para que a gente pudesse falar abertamente sobre as falsas denúncias narradas nos últimos dias. Estamos aqui para prestar esclarecimentos e as verdades que foram ocultadas pela mídia. Infelizmente todas as notícias veiculadas ao longo da semana já fazem parte do período eleitoral que se avizinha” e ainda concluiu, garantindo: “não tenho nada a temer, nem no presente, passado ou futuro”.

“Eu não uso a Secretaria da Saúde pra eleger a filha e o genro”, dispara Carlos Lula

Gilberto Lima – O secretário estadual de Saúde, Carlos Lula, não se intimidou com a série de ataques que vem sofrendo do clã Sarney nos últimos dias. “Não tenho nada a temer pelo que faço”, afirmou Lula durante ato organizado por médicos, advogados e políticos, em solidariedade ao secretário.

“Eu não uso a Secretaria da Saúde pra eleger a filha e o genro”, acrescentou Lula em clara referência ao ex-secretário de Saúde do governo Roseana Sarney (MDB), Ricardo Murad (PRP).

Nas eleições de 2014, Murad usou sua influência como secretário de Estado para garantir a eleição da filha, a deputada estadual Andrea Murad, e do genro, o também deputado estadual Sousa Neto.

Murad, líder de organização criminosa

Enquanto o secretário Carlos Lula vem sendo vítima de ataques inconsistentes, as acusações gravíssimas que pesam contra Ricardo Murad simplesmente caíram no limbo.

O julgamento do inquérito que aponta Murad como o chefe de uma organização criminosa que desviou mais de R$ 1 bilhão do sistema estadual de Saúde durante a gestão Roseana caminha a passos de tartaruga. Murad chegou a ser conduzido coercitivamente em 2015 para prestar depoimento na sede da PF.

Portela – ‘Em três anos e meio de gestão, não deixamos de investigar um crime, seja quem for’

Comando da Segurança do Estado concedeu coletiva para tratar do suposto registro de adversários políticos.

Página 2 – Durante coletiva de imprensa sobre o documento ilegal que versava sobre um suposto registro de adversários políticos do Governo do Estado, o secretário de Estado da Segurança, Jefferson Portela, declarou que “em três anos e meio de gestão, não deixamos de investigar um crime, seja de quem for”.

“Não há diálogo sobre isso, é a posição do governo. Existe algo sagrado, chamado legítima defesa, mas luta partidária está fora do controle legal da segurança pública”, disse Portela.

Em seguida, o secretário citou alguns números positivos da gestão Flávio Dino, como a redução no número de mortos no estado, em relação à gestão anterior.

“Somos campeões nacionais em apreensão de drogas no Nordeste, antes da distribuição, 60% de redução de homicídios, são 3500 mortes a menos que no mesmo período de 2014. Enre 2009 e 2014 a taxa de morte só cresceu no MA”, destacou.

Sobre ataques de políticos, Portela disse que não se esquivará em responder. “Sou um cidadão maranhense, se atacarem vamos responder. Não temos medo de perguntas”, completou Portela, se dirigindo aos jornalistas presentes.

Segundo a SSP, é feito um levantamento das cidades em todas as eleições, para que se possa traçar um plano de segurança como, por exemplo, qual o efetivo a ser destacado para cada lugar para garantir a segurança.

Confira o caso:

Ofício da PM diz que são ilegais documentos sobre identificação de lideranças políticas

Apuração sobre documento ilegal emitido sem conhecimento do comando da PM tem prazo de 30 dias

Improvável que o prefeito Cristino consiga derrubar a CP se essa for a Plenário para votação

Imagem de facebook

Tem gente manifestando suas preocupações nas redes sociais sobre uma suposta compra de 5 vereadores por parte do prefeito de Araioses, Cristino Gonçalves Araújo, para evitar sua provável cassação, caso a CP – Comissão Processante em curso, vá a Plenário para votação.

Isso é muito improvável, pois todos os vereadores araiosenses sabem que diante das circunstâncias, seria desistir da carreira política e cair em desgraça perante a opinião pública.

Mesmo diante da oscilação de atitude e pensamento de alguns vereadores, cinco é muito. Não que entre eles não tenha quem goste de dinheiro, porém o futuro preocupa mais.

Outra verdade nesse fato é que entre comprar o voto de vereador – isso mesmo, pois ninguém de sã consciência acredita que haja motivo para um vereador não votar pela cassação de um prefeito estupidamente incompetente – seria mais fácil para ele usar dos mesmos “argumentos” que fez uso para paralisar a primeira CP.

Em breve, os membros da Comissão Processante apresentarão em Plenário para votação, o relatório sobre a defesa já apresentada pelo prefeito. Se for reprovado tem início as sessões de ouvir testemunhas.

Se nada de extraordinário não ocorrer até lá, o mandato de Cristino não dura mais nem dois meses.

Máfia maranhense não quer eleições, quer tapetão, diz Flávio Dino

O governador Flávio Dino usou as redes sociais para criticar o pedido de intervenção federal feito por deputados estaduais sarneysistas junto à Procuradoria Geral da República (PGR).

Página 2 – O governador Flávio Dino usou as redes sociais para criticar o pedido de intervenção federal feito por deputados estaduais sarneysistas junto à Procuradoria Geral da República (PGR). Eles pedem forças de segurança nacionais no Estado até as eleições de outubro.

“A máfia maranhense agora quer intervenção federal no Maranhão, com base em um papel assinado por um oficial do 5º escalão da PM. Não querem eleições, querem “tapetão”, disse o governador.

Ele afirmou que o clã Sarney deve estar com saudade do tempo da ditadura militar, quando mandavam sem ter votos.

Flávio Dino avalia que a máfia está insatisfeita com os resultados obtidos pela Polícia do Maranhão, nos últimos três anos.

“No esdrúxulo pedido de intervenção federal, a máfia demonstra insatisfação contra a Polícia que tirou São Luís das 50 cidades mais violentas do mundo, acabou com o caos em Pedrinhas, reduziu os crimes violentos. Sarney não deve gostar desses êxitos”, tuitou.

Exemplo de uso da PM para fins políticos foi de Roseana ao mandar invadir PF no auge do Caso Lunus

Carros da PM e da PF em frente a casa no Cohajap

Raimundo Garrone – A oposição sarneyzista no Maranhão tem se ocupado, desde a semana passada, a dar vida a uma armação orquestrada na cozinha de Ricardo Murad, segundo o deputado Rogério Cafeteira, sobre um suposto monitoramento de adversários com a utilização da Polícia Militar. A farsa, que chegou a ganhar notoriedade nacional, visa criar no governo Flávio Dino a pecha de perseguidor.

O curioso é que os mesmos que apontam o dedo para a atual administração, pertencem a uma oligarquia que era useira e vezeira da utilização da PM para fins políticos.

Em 2002, a PM da então governadora Roseana Sarney chegou ao cúmulo de realizar um cerco a casa onde funcionava o serviço de inteligência da Polícia Federal em São Luís. Á época, a ex-governadora acusava os órgãos de inteligência do governo federal de espionagem e de ter armado um complô que teria levado à apreensão de R$ 1,34 milhão, que seriam destinados à sua campanha presidencial, na sede da empresa Lunus, de sua propriedade.

A própria assessoria de Roseana confirmou que foi a polícia do Estado a autora do pedido de busca no local. Cerca de 50 PMs do GOE (Grupo de Operações Especiais), alguns encapuzados, chegaram à casa onde funcionava um escritório da Polícia Federal no Cohajap, em São Luís.

O superintendente da PF à época, Augusto Serra Pinto, disse que ficou “surpreso” com o “aparato” usado pela PM na ação. Ele afirmou também que seus agentes disseram ter visto carros da TV Mirante, que pertence à família Sarney, rondando o local. Dentro da Polícia Federal houve a convicção de que a PM foi usada politicamente por Roseana Sarney, em represália à corporação.

A apreensão de 26.800 notas de R$ 50, na sede da empresa Lunus, de propriedade de Jorge Murad, marido de Roseana, elevou a temperatura entre o governo e a PF. De modo autoritário, a ex-governadora ordenou que a PM invadisse a sede da Polícia Federal, em um absurdo jamais visto na história do Brasil.

São esses os mesmos que forjaram documentos para dizer que Flávio Dino está perseguindo seus adversários. Olhando para o passado, é possível notar que eles são capazes de tudo.

Golpista, grupo Sarney quer intervenção do governo Temer no Maranhão

Jorge Vieira – Sem condições de ganhar de Flávio Dino nas urnas, o clã Sarney/Murad prepara um golpe para tentar tomar a eleição na mão grande.

Usando a filha de Ricardo Murad, a deputada estadual Andrea, a oligarquia enviou documento à Procuradoria Geral da República pedindo que interventores comandem a Secretaria de Estado da Segurança Pública e o comando da Polícia Militar até após o resultado das eleições de outubro.

O pedido dos oligarcas é um acinte à democracia no Maranhão e uma maneira do clã Sarney/Murad usar a Polícia do governo Temer durante as eleições com o objetivo de atrapalhar o pleito. É também uma tentativa desesperada daqueles que sabem que vão perder no voto popular.

O que eles querem é parecido com o que acontece no Rio de Janeiro. Sem condições, o estado sofreu intervenção federal para frear a criminalidade crescente. Muito diferente do que ocorre no Maranhão, estado que ostenta a menor diminuição de violência do país e que está sentindo os efeitos dos investimentos em segurança.

O atabalhoado pedido de intervenção federal por parte dos Sarney e Murad escancara a armação ocorrida por aliados deles dentro da Polícia Militar do Maranhão. A armadilha sempre visou a ingerência do governo Temer durante o pleito eleitoral no estado.

O que eles querem é dar um golpe na democracia, da mesma forma que urdiram durante o governo da presidente Dilma Rousseff. Os maranhenses conhecem bem o modus operandi do coronel Sarney, que usou a força bruta do Judiciário para retirar do Palácio dos Leões o ex-governador Jackson Lago legitimamente eleito pelo voto popular.

Sarney subestima a força e indignação da população maranhense, a popularidade e prestígio nacional do governador Flávio Dino. Vai dar com os burros n’água.

Para ser candidata, Roseana exigiu de Sarney que baixe a popularidade de Flávio Dino

Gustavo Lopes – É notável a falta de disposição da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) em movimentar sua pré-campanha ao governo. Após o fracasso da sua caravana, Roseana sabe que o cenário é amplamente desfavorável para ela no Maranhão. Com uma rejeição estratosférica e poucas chances de vitória é cada vez mais real a possibilidade de Roseana abdicar do pleito.

Fontes ligadas ao grupo Sarney afirmam que a ex-governadora teria dado uma condição a seu pai – maior entusiasta do retorno de Roseana ao Palácio dos Leões – para manter sua candidatura: baixar a popularidade de Flávio Dino (PCdoB) a todo custo. Parece que o oligarca José Sarney já anda tramando forte contra o comunista.

Nos últimos dias o número de ataques ao governo Dino disparou. Reportagens tendenciosamente editadas, fake news em blogs e “escândalos” mal arranjados pela oposição deixam claro que o plano do grupo Sarney é mandar chumbo grosso contra Flávio Dino até o dia da eleição.

O governador disse que não tem medo da “maldade politiqueira dos ataques”. “Não tenho medo desses demônios. E tenho muita confiança no trabalho sério e honrado que fazemos e divulgamos nas redes sociais. Já que a TV do Sarney esconde”, pontuou Dino.

Polícia tenta localizar pai que matou o filho a facadas na cidade de Colinas

O menino foi assassinado quando dormia em uma rede

Gilberto Lima – As polícias Civil e Militar continuam realizando buscas na cidade de Colinas, no leste do Maranhão, com o intuito de prender José Alberto Pereira da Silva, o “Capila”, que matou o próprio filho, de apenas 5 anos, a facadas. O crime ocorreu na madrugada de domingo (22) e teria sido por vingança, pois ele não aceitava o fim do relacionamento com a ex-mulher.

O delegado Rildo Portela, da Delegacia de Colinas, comunicou que o assassino seguiu a ex-esposa e descobriu que ela entrou em um local onde ocorria uma seresta.

Indignado, Alberto retornou para a casa da vítima, sendo que na residência estavam a sua ex-sogra e o filho dele. Com uma faca na mão, aplicou os golpes no menino, que dormia em uma rede quando recebeu as facadas.

Depois, o homem enrolou o corpo do garoto em um lençol e o transportou até a rua, mas abandonou a criança porque populares se aproximavam para tentar linchá-lo.

O delegado disse que o autor do filicídio (homicídio contra o filho) entrou em um matagal. Policiais civis e militares entraram na vegetação, mas desistiram porque estava muito escuro, o que dificultou a incursão.

As diligências continuam até que o assassino seja preso.

OPINIÃO – O alvo é o povo do Maranhão

Robson Paz – Qual o alvo do ataque sistemático midiático à gestão do governador Flávio Dino? Óbvio que a mudança de práticas na política do Maranhão incomoda os privilegiados de outrora.

Deixar para trás os tempos em que crianças eram obrigadas a escrever com toco de lápis desagrada a uns poucos. Afinal, são mais de 1 milhão de alunos de baixa renda com acesso a material escolar, por meio do Bolsa Escola.

Que dizer dos filhos de pobres viajando para o Canadá, Estados Unidos e Argentina para aprender idioma e ter experiências com novas culturas? Antes, este era um privilégio de um séquito de herdeiros palacianos.

As crianças e adolescentes submetidas a estudar debaixo de mangueiras ou em palhoças de chão batido experimentam o direito a escolas dignas em alvenaria com banheiros e salas climatizadas…

Nossa juventude começou a sonhar e tornar realidade seus sonhos. Com inédita rede de escolas em tempo integral, planejam o futuro com a certeza de que tem ensino de qualidade e podem aprender uma profissão.

Os professores antes recebidos com cassetetes em manifestações são os mais bem pagos do país. Os mestres da rede estadual de ensino têm salário duas vezes maior que os docentes de São Paulo, o estado mais rico do país.

A casa de farras homéricas de governantes do passado agora abriga crianças com microcefalia. Tratamento especializado em ambiente digno, iniciativa que deixou revoltados quem antes utilizava o prédio público como bem privado.

A rede de hospitais regionais muda progressivamente a realidade dramática das procissões de ambulâncias. Homens e mulheres antes esquecidos recebem atendimento médico dos profissionais da Força Estadual de Saúde em suas casas.

As cenas de barbárie em que presos eram decapitados em Pedrinhas como nas masmorras medievais, foram substituídas por apenados trabalhando na construção de blocos de concretos, que pavimentam ruas das cidades mais pobres do estado no programa Mutirão da Rua Digna.

Os incêndios a ônibus e toques de recolher implantados por facções em São Luís sucumbem diante de uma polícia fortalecida com a maior tropa da história do Maranhão.

Aqueles que cultuavam as casas de taipa sob a falácia de hábito cultural devem estar ensandecidos em ver os maranhenses com acesso a moradia digna e programa Cheque Minha Casa, que garante recursos para melhorias nas habitações da população de baixa renda.

As pontes e estradas fantasmas cederam espaço para rodovias que pavimentam o desenvolvimento e a qualidade de vida de milhares de maranhenses e deixam assombrados aqueles que se acostumaram a desviar recursos públicos.

Instituições de respeitabilidade nacional e internacional atestam o equilíbrio fiscal do estado e a transparência na aplicação dos recursos públicos. Para o incômodo daqueles que escamoteavam por meio de filtros suas patranhas.

O Maranhão é referência de gestão eficiente para todo o Brasil. Não é difícil, pois, imaginar porque tanta agressão e perseguição ao governador Flávio Dino. Mas o verdadeiro alvo dos ataques é o povo que ousou mudar e hoje é tratado com o respeito e a dignidade.

Robson Paz – Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Relatório da Moody’s confirma que Maranhão tem saúde fiscal vigorosa 

Palácio dos Leões

O mais recente relatório da agência de classificação de risco Moody’s sobre o Maranhão reforça aquilo que vem sendo atestado por diversas fontes e organismos: a saúde fiscal do Estado é sólida e vigorosa.

O boletim manteve a manteve o rating (nota) da economia do Maranhão, com perspectiva estável, em Ba3 (escala global, moeda local e estrangeira) e A3.br (escala nacional, moeda local). Isso representa a manutenção da confiança na capacidade de o Estado honrar seus compromissos.

No relatório, a Moody’s destaca a saúde fiscal do Maranhão, referindo-se à “dívida relativamente baixa” e à “posição de liquidez adequada”. Isso mostra que o Estado tem um equilíbrio em suas contas públicas.

Essa análise está ligada à boa relação entre a Dívida Consolida Líquida e a Receita Corrente Líquida. Ou seja, quanto arrecada e quanto gasta.

Diferentemente de muitos Estados, o Maranhão está distante do Limite de Alerta ou do Limite Prudencial estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O Maranhão está com 42,39%, abaixo do Limite de Alerta, de 44,10%, ou do Limite Prudencial, de 46,55%. E bem longe do Limite Máximo, de 49%.

Essa conta significa que o Maranhão tem espaço fiscal para honrar seus compromissos e manter a ampliação dos investimentos.

Melhora da gestão

Para o presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), Felipe de Holanda, o Maranhão manteve o rating estável em função do respeito ao Limite de Alerta e Limite Prudencial, além das medidas de reforço fiscal alcançadas pelo Governo Estado.

“Entre os fatores, estão a resiliência fiscal, o baixo grau de endividamento em comparação a Estados de porte semelhante e, ainda, o índice de liquidez. Todos eles são indicadores de melhora na qualidade da gestão pública”, diz o presidente do Imesc.

Ainda segundo Felipe de Holanda, a disponibilidade de espaço fiscal para aumentar a contratação de créditos e a crescente ampliação de investimentos reforçam a atuação do Governo do Maranhão na manutenção do rating do Estado como um dos mais elevados dentre os as unidades da federação avaliadas no país.

Além disso, o Estado manteve o grau de investimentos, mesmo com a queda de transferências federais previstas na Constituição:

“O Maranhão manteve seu rating BA3, com perspectivas estáveis, não obstante o cenário fiscal difícil enfrentado pelo Estado no ano passado, com a queda de 6%, descontada a inflação, das transferências federais para o Estado e para os municípios maranhenses”, observa Felipe de Holanda.

Outros estudos

Diversos outros estudos e relatórios têm mostrado a solidez da saúde fiscal do Maranhão. Em dezembro, por exemplo, o Tesouro Nacional mostrou melhora na avaliação do Maranhão. Em 2014, a nota da Capacidade de Pagamento (Capag) do Maranhão era C. Segundo o boletim do Tesouro divulgado na quarta-feira (6), o Maranhão agora tem uma nota B, desempenho que vem se mantendo desde 2015.

Segundo a classificação do Tesouro Nacional, as notas A e B indicam boa situação fiscal. Já os conceitos C e D sinalizam o contrário. O Tesouro Nacional é um órgão do Governo Federal.

Fonte: Secap

Governo inicia vacinação contra gripe no Maranhão

O Governo do Estado iniciou, nesta segunda-feira (23), a vacinação contra gripe. A meta no Maranhão é imunizar 1.687.524 pessoas. A imunização segue até o dia 26 de maio e as doses contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde, de segunda a sexta-feira.

No Centro de Saúde Genésio Rego, a aposentada Lucimar Martins Viana, de 66 anos, fez questão de procurar o serviço de saúde no primeiro dia de vacinação contra gripe. “Acho importante ter esse cuidado com a minha saúde. Idoso pega gripe fácil e graças a Deus desde que comecei a tomar a vacina não tive gripe forte”, relata.

Denise Maranhão Ferreira também não quis esperar e antes das 9h levou seu filho Yan Victor, de 9 meses, para receber a imunização. “A preocupação com a saúde dele está acima de tudo e essa é uma oportunidade que os pais não podem perder. É muito importante a vacinação, por isso trouxe ele o quanto antes”, afirma.

Segundo a chefe do Departamento de Imunização da SES, Helena Almeida, cada município definirá a estratégia da vacinação, mas a meta da Secretaria de Estado da Saúde (SES) é vacinar pelo menos 90% dos maranhenses que integram o público-alvo, o que corresponde a 1.687.524 pessoas.

“Estamos abastecidos com vacinas contra gripe e de todas as outras do calendário vacinal estabelecido pelo Programa Nacional de Imunização. Durante este período, todas elas continuarão sendo oferecidas, não somente as contra a Influenza H1N1/H3N2. Já no Dia D vacinaremos somente contra a gripe”, informa. O Dia D da campanha será em 12 de maio.

Denise Maranhão Ferreira levou seu filho Yan Victor, de 9 meses, para receber a imunização – Fotos: Hilário Neto

Além de idosos a partir de 60 anos, fazem parte dos 9 grupos prioritários atendidos na campanha de vacinação as crianças de 6 meses até 4 anos 11 meses e 29 dias; pessoas com doenças crônicas como: diabetes, hipertensão, câncer, asma, bronquite e doenças degenerativas do sistema nervoso central; gestantes, independente do mês gestacional; mulheres em pós-parto, até 45 dias após o nascimento do bebê; profissionais de saúde da rede pública ou privada; povos indígenas; população privada de liberdade; e servidores do sistema prisional.

A vacinação inclui também os professores ativos de escolas públicas e privadas (ensino infantil, fundamental, médio e ensino superior). As pessoas portadoras de doenças crônicas (de 5 a 59 anos) e condições especiais devem apresentar prescrição médica/receita de uso contínuo.

Precauções

Em doenças agudas febris, sejam moderadas ou graves, recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença. Em caso de ocorrência de síndrome de Guillain-Barré (SGB) no período de até seis semanas após uma dose anterior, recomenda-se realizar avaliação médica criteriosa sobre os benefícios e risco da vacina antes da administração de uma nova dose.

Contraindicações

A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores bem como a qualquer componente da vacina ou alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. Reações anafiláticas graves a doses anteriores também contraindicam doses subsequentes.

Por Michel Sousa

Fonte: SES