Educação receberá R$ 1,4 bilhão em 2014 graças aos royalties, diz Dilma

Jornal do Brasil

A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que a Educação receberá R$ 1,4 bilhão em 2014 graças aos 75% dos royalties do petróleo. Durante uma cerimônia em São Bernardo do Campo (SP), Dilma afirmou  que esse valor deve subir para R$ 13 bilhões em 2018. “Progressivamente queremos melhorar e dar educação de primeiro mundo aos jovens e aos adultos. É isso que vamos fazer”, disse ela. A presidente disse ainda que os outros 25% dos royalties, destinados à saúde, também deverão trazer resultados melhores para o setor.

Dilma enfatizou que os royalties arrecadados com a produção de petróleo deverão levar investimentos adicionais para a educação por cerca de 30 anos. “Nenhum país se transformou num país desenvolvido sem investir em educação. Por isso saúdo termos dado esse passo da educação, que vai garantir dinheiro pelo menos nos próximos 30, 40, 50 anos para a educação em nosso país. O que é talvez a mais importante medida de todas porque nós vamos dar sustentabilidade para o desenvolvimento de nosso país”, afirmou.

Dilma durante cerimônia de anúncio de investimentos do PAC para cidades do ABC e entrega de 100 máquinas retroescavadeiras a municípios de São Paulo
Dilma durante cerimônia de anúncio de investimentos do PAC para cidades do ABC e entrega de 100 máquinas retroescavadeiras a municípios de São Paulo

A presidente destacou também a importância do investimento na construção de creches, para melhor remunerar os professores, para a alfabetização na idade certa, além da ampliação do ensino médio em tempo integral.

Dilma Rousseff defendeu também a contratação de médicos estrangeiros por meio do programa Mais Médicos, lançado pelo governo federal como forma de atrair profissionais para o interior do país e periferias das grandes cidades. “Ainda temos cerca de 700 municípios sem nenhum médico no Brasil e outros 1,9 mil que tem menos de um médico para cada 3 mil habitantes. Enquanto não se forma médicos em número suficiente, queremos trazer médicos de outras partes do mundo”, concluiu.

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