“Façam as malas, mandem os filhos para o exterior. A morte foi naturalizada no Brasil”, diz Hildegard Angel

Hildegard Angel, Marcelo Arruda e Jorge Guaranho (Foto: Ederson Casartelli/Brasil 247 | Reprodução/Redes sociais)

Brasil 247 – A jornalista Hildegard Angel reagiu pelo Twitter no começo da tarde desta sexta-feira (15) à conclusão do inquérito da Polícia Civil do Paraná que não viu “motivação política” no assassinato do guarda municipal e tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu Marcelo Arruda pelo policial penal bolsonarista Jorge José Guaranho.

Segundo as evidências, Guaranho foi ao local onde Arruda comemorava 50 anos após saber pelas câmeras de segurança que o tema da festa homenageava o PT e o ex-presidente Lula (PT).

Após discutir com Arruda, Guaranho deixou o local e voltou mais tarde, quando invadiu a festa com gritos de “é Bolsonaro” e atirou contra o petista. Arruda morreu, mas antes conseguiu atingir Guaranho, que está hospitalizado.

Para Hildegard, a “morte foi naturalizada” no Brasil e ‘matar petista virou legítima defesa’. A postagem da jornalista é alarmante. “A morte no Brasil foi totalmente naturalizada. Não se sofre, lamenta-se no máximo dois dias e a polícia ensina que, se gritar ‘aqui é Bolsonaro’ e matar petista, é ‘legítima defesa’. Façam as malas, mandem os filhos para o exterior. Aqui já foi. Está tudo dominado pela primeira milícia”.

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