A palavra convence, o exemplo arrasta: a objetividade de Lula encanta até o mercado

Por Carlos Henrique

A Postagem – Ao contrário do que se vê hoje, fruto de uma ambição perigosa que produziu um desequilíbrio econômico e social recorde na condução do país, com Bolsonaro e Paulo Guedes, Lula, diferente do que a mídia quis vender, é matéria viva, tanto que a amplitude de suas ideias marca, de forma encantadora, um candidato com experiência de oito anos de governo que deixou o poder com 87% de aprovação, mas não para de sonhar e, consequentemente, de se aperfeiçoar.

Na entrevista com blogueiros nesta quarta-feira (19), que serviu de laboratório até para o mercado, Lula assume uma postura de quem, quando esteve na direção do país, buscou colocar luz em cada passo que deu.

O significado disso foi a segurança que ele transmitiu a todos, desde o miserável ao banqueiro mais abastado.

Agora, com um grande e vasto currículo de quem foi o melhor presidente da história do Brasil, assim avaliado pelo povo em pesquisa, Lula está mais objetivo e seguro do que nunca. Não dá uma resposta vaga, ao contrário, simula novas questões em torno da pergunta para ampliar o raio de alcance, mostrando que não está aí para contornar nada, mas para lidar frontalmente com as questões, conversando, negociando e tomando atitudes concretas para dar sentido às coisas e, consequentemente, dar tranquilidade ao país, de A a Z.

Lula tem pressa e com sua fala e raciocínio, buscará atalhos de quem conhece o caminho para ter uma administração exitosa e, por isso, ele nem deixa a bola quicar com as perguntas dos entrevistadores, respondendo tudo de primeira, com uma segurança encantadora.

Imediatamente, o mercado entendeu sua postura e reagiu positivamente, por sua clareza e transparência sobre regras e condutas que adotará, caso seja eleito, e reagiu muito bem a ponto do Valor Econômico, principal jornal de mercado dos Marinho, reconhecer.

Otávio Guedes, da GloboNews, há poucos dias usou uma figura de linguagem em que compara Paulo Guedes a um corretor de imóveis que vende o empreendimento na planta, prometendo maravilhas, mas que depois que o comprador descobre que esse vendedor trabalha para uma empresa que não entrega a construção prometida, desiste do negócio, porque, na verdade, essa empresa é de destruição, de implosão, que é o caso do governo Bolsonaro.

Há um consenso que vai do mercado até a grande mídia de que Paulo Guedes é um grande embuste, o que não é nenhuma novidade no universo do neoliberalismo, pois um neoliberal convicto é, por natureza, um embusteiro que vende mentiras futuras para uma plateia de tolos.

Por isso essa forma objetiva de Lula, que já é parte de sua experiência como presidente da República que colocou o Brasil entre as seis maiores economias do mundo depois de um pragmatismo nunca visto antes no país. E tendo o grau de consciência que tem de que foi o ponto fundamental para obter o sucesso que obteve nas ações do seu governo, é que Lula não cansa de repetir que não está preocupado ou voltado a buscar uma forra e, sim, salvar a população da miséria, deixando claro quais serão os principais propósitos do seu governo.

Por isso o mercado reagiu tão bem, porque Lula não deixa nenhuma dúvida de como se comportará diante dos miseráveis e da elite, e não escolher como tratar as coisas como parecem ser.

Não se viu Lula, em nenhum momento, apelar para o discurso fácil da revanche, reivindicando uma condição de mártir. É nítido que Lula não permite cair nessa esparrela a partir do seu bom senso, sobretudo a consciência de que a vida do outro, principalmente a do pobre é muito mais importante do que sua própria vida.

Por isso enfatiza o quanto é essencial que parte do orçamento da União atenda às camadas da sociedade que não têm acesso às condições essenciais de vida e, portanto, precisam tanto das políticas sociais.

Isso mostra a gigantesca diferença entre Lula e as demais candidaturas. É o que basta para mostrar que, em seu governo, as questões que envolvem a sociedade serão tratadas de forma diametralmente opostas ao clima presente no país desfavorável a qualquer forma de investimento, porque causa uma insegurança.

Lula deixou claro e tem respaldo histórico para isso, que ele, como presidente, precisa organizar o país para obter um nível de acerto que modifique por completo essa situação que hoje só se agrava no Brasil, sobretudo para as camadas mais pobres da população.

Lula não deixa margem para qualquer especulação.

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