A difícil arte de comunicar sem desagradar

Um leitor do blog, amigo no Facebook publicou na parte de comentários sobre o post Bolsonaro anuncia demissão de Vélez do Ministério da Educação uma foto da campanha de Flavio Dino ao governo do Maranhão de 2014. Nela o então candidato a Presidência da República Aécio Neves aparece ladeado por Carlos Brandão e Flávio Dino.O fato ocorreu na convenção do PSDB do Maranhão naquele ano, que foi um dos partidos da coligação de Flávio Dino, que esteve naquela convenção e de outros partidos coligados com seus devidos candidatos. Brandão foi o vice de Dino e o leitor nadou a foto e pergunta: E o que me diz da relação de Flávio Dino com Aécio Neves? Um dos alvos da Lava Jato? Fala sério amigo, pois parece brincadeira.

Vida difícil tem quem trabalha a serviço da comunicação que aborda temas políticos, pois corre o risco a todo o momento de desagradar aqueles que têm suas preferências e opiniões contrárias ao que se torna público.

No momento vivo um dos momentos mais difíceis nessa área, pois me deparam com críticas e comentários que estão longe de respeitar o direito de opinião e a liberdade de imprensa.

A situação chegou a um ponto que não posso mais informar que não seja contestado por uns através de comentários que existem até para publicações sem nenhum caráter opinativo, pelo contrário, totalmente informativo.

Para mim, informar está acima do opinar, mas atualmente me sinto como que contestado a não fazer nem uma coisa nem outra.

A coisa vai mais além, pois colocam as coisas de tal forma a entender que todos podem, mas eu não, o direito de ter, ou melhor, de pertencer a um partido político.

Pior ainda, pois embora eu não seja do PT esses usam uma boa parte de seus tempos para dizer que sou petista, aliás, petralha.

Lógico que tenho um alinhamento (ideológico) com partidos que priorizam em seus programas e ações a distribuição de renda, mas respeito os demais com suas ideologias – independente de eu concordar ou não -, até porque homens e mulheres de bens têm em todas as agremiações partidárias, assim também como tem gente corrupta e de mau-caráter.

Identifico entre os que mais me criticam eleitores de Bolsonaro a nível nacional e no plano regional os que ainda não se deram conta de que a era Sarney é coisa de um passado que não mais retornará e entre os locais tem os oriundos de várias correntes que já estiveram no poder e querem voltar, mas tem entre eles uns que hora se dizem meus amigos, ora não, dependendo do que eu publico em meu blog.

Com os daqui eu me entendo muito bem, pois não vejo em suas críticas ao meu trabalho nenhum mal e sim parte do processo democrático.

O que publico sobre Flavio Dino é notícias de seu governo, mas não opino sobre elas. A meu ver o governador tem débitos sim a saldar com o povo maranhense, mas tem crédito também.

Se ele desandar não ficarei omisso e muito menos calado, até porque a ele como a outros políticos não devo nem favor.

Quanto aos bolsonaristas não vejo nenhum motivo para está feliz com o ocorrido até agora, principalmente com essa política de entregar o que é nosso para o capital – EUA – internacional.

Apesar dos rumores acredito que ainda não estamos vivendo em uma ditadura, ou estamos?

Quanto aos demais vos digo que não me queiram o mal, pois só lhes quero o bem.

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