A alma do negócio: até outubro governo Roseana já gastou R$ 54 milhões com propaganda

Blog do Garrone

A propaganda é a alma do negócio, e como tal ela é um dos maiores escoadouros de dinheiro público no governo Roseana Sarney.

De janeiro a outubro, o governo já gastou R$ 54 milhões em propaganda, isso sem contar cinco novas prorrogações de contratos com as empresas de publicidade escolhidas pelo Sistema, que foram publicados no Diário Oficial de 21 de outubro, sem que fosse revelado os valores.

Não é também de estranhar que boa parte desse dinheiro foi parar nos cofres do Sistema Mirante de Comunicação, que detém quase toda a fatia publicitária do governo comandado por Roseana,.

Um negócio de família!

O bolo das verbas de comunicação foi dividido entre a VCR, AB Propaganda, Phocus Propaganda, Enter Propaganda, Master MídiaComunicação e Duda Mendonça Associados e Propaganda Ltda.

Todo esse gasto com comunicação, diga-se, é necessário diante da falta de ações concretas para retirar o Maranhão do vergonhoso primeiro lugar em pobreza no País.

A solução é a fantasia, a lógica nazista de que uma mentira repetida várias vezes vira verdade.

É um governo, como já disse o senador Cafeteira, nos tempos em que pelo menos ainda proferia frases de efeito contra a família Sarney, que começa quando se liga a televisão e termina quando se desliga.

Veja quem e quanto cada agência de publicidade faturou no governo

VCR Produções e Publicidade Ltda…………….R$ 10 milhões (publicado dia 25/01/2011)

R$ 5,8 milhões (publicado dia 27/10/2011)

AB Propaganda e Marketing Ltda.……………….R$ 10 milhões (publicado dia 25/01/2011)

Phocus Propaganda e Marketing Ltda…………R$ 10 milhões (publicado dia 25/01/2011)

Enter Propaganda e Marketing Ltda……………..R$ 10 milhões (publicado dia 25/01/2011)

Duda Mendonça Associados e Propaganda Ltda...R$ 6 milhões (publicado dia 12/07/2011)

Master MidiaComunicação Ltda.…………………….R$ 1.847.800,00 (publicado dia 12/07/2011).

* No dia 21 de outubro de 2011 foram publicados no Diário Oficial cinco prorrogações de contratos com a VCR, AB, Enter e Phocus, sem os devidos valores contratuais.

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