Maranhão tem mais de um milhão passando fome


O Maranhão, em frangalhos, pede socorro.

Blog do Luis Cardoso

Um dado intrigante foi revelado no último seminário sobre segurança alimentar, realizado na semana passada em São Luís.
Foi informado de que, no Maranhão, mais de um milhão de pessoas estão vivendo abaixo da linha de pobreza absoluta, passando fome ou comendo o pão que o diabo amassou e jogou fora.
Um número alarmante. A maior parte se concentra em povoados mais distantes das sedes do interior do Estado. Dos 50 municípios brasileiros em que a pobreza espanta o olhos, temos a maioria em todo o país. O Hait é aqui.
São famílias que não têm sequer o que colocar na mesa para sustentar os filhos. Aqui mesmo na capital, em algumas periferias, a fome é presente nos lares, assim que o dinheiro do bolsa família acaba antes de findar o mês.
Um assunto que precisa ser tratado a sério pelo poder público. Um debate que precisa ser levantado nas Casas Legislativas e servir de pauta para a imprensa local.
Um quadro triste que precisa ser abolido da nossa tela, do nosso cenário. Uma lástima!

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Maranhão tem mais de um milhão passando fome

O Maranhão, em frangalhos, pede socorro.

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Um dado intrigante foi revelado no último seminário sobre segurança alimentar, realizado na semana passada em São Luís.

Foi informado de que, no Maranhão, mais de um milhão de pessoas estão vivendo abaixo da linha de pobreza absoluta, passando fome ou comendo o pão que o diabo amassou e jogou fora.

Um número alarmante. A maior parte se concentra em povoados mais distantes das sedes do interior do Estado. Dos 50 municípios brasileiros em que a pobreza espanta o olhos, temos a maioria em todo o país. O Hait é aqui.

São famílias que não têm sequer o que colocar na mesa para sustentar os filhos. Aqui mesmo na capital, em algumas periferias, a fome é presente nos lares, assim que o dinheiro do bolsa família acaba antes de findar o mês.

Um assunto que precisa ser tratado a sério pelo poder público. Um debate que precisa ser levantado nas Casas Legislativas e servir de pauta para a imprensa local.

Um quadro triste que precisa ser abolido da nossa tela, do nosso cenário. Uma lástima!

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