Polícia Militar do Maranhão recebe doação de drones pela Receita Federal

Representantes da PMMA recebem os equipamentos doados pela Receita Federal – Foto: Divulgação

A Polícia Militar do Maranhão (PMMA) recebeu doação de equipamentos da Receita Federal. O material, resultado de apreensões realizadas pela Receita Federal do Maranhão, foi entregue, na quinta-feira (20), à PMMA pelo inspetor-chefe da Alfândega da Receita Federal no Maranhão, Alexandre Magno.

Foram doados quatro drones, três câmeras fotográficas, um escâner de mão e uma filmadora HDTV. Os equipamentos passaram por registro nos órgãos competentes e serão utilizados diretamente na prevenção e combate a criminalidade. Os drones deverão ser utilizados em operações da PMMA em todo o estado.

Drones doados pela Receita Federal à PMMA – Foto: Divulgação

O tenente coronel da PMMA, Brito Junior, que possui um estudo como tese de doutorado sobre a utilização de drones como ferramenta de vídeo monitoramento móvel em operações policiais, disse que os veículos aéreos não-tripulados auxiliam em casos de ocorrências com reféns, acidentes envolvendo veículos  com produtos perigosos,  reintegração de posse, busca de pessoa perdida, ações de controle de distúrbios civis, incursões em locais de risco, obtenção de dados pelo serviço de inteligência policial, monitoramento móvel em grandes eventos, dentre outras ações.

O subcomandante-geral da PMMA, Jorge Luongo, explicou que a utilização de drones é um avanço nas ações de inteligência, prevenção e combate a criminalidade. “Quem sai ganhando é a população maranhense que tem, cada vez mais, segurança e qualidade de vida”, disse.

Fonte: SSP/MA

Buscas pelo voo MH370 revelam mundo submarino escondido

Embora nenhum rastro do MH370 tenha sido encontrado, os dados obtidos mostram um retrato detalhado do fundo do mar

EXAME

Por AFP

Oceano: cientistas esperam que os novos mapas gerem um maior conhecimento sobre os oceanos (PlanctonVideo/Thinkstock)

A busca minuciosa pelo voo desaparecido da Malaysia Airlines MH370 revelou um mundo submarino desconhecido de vulcões, vales profundos e cumes elevados, de acordo com mapas detalhados divulgados pela Austrália.

Embora nenhum rastro do MH370 tenha sido encontrado durante a busca no sul do Oceano Índico – a mais cara desse tipo já registrada -, grandes volumes de dados que mostram um retrato detalhado do fundo do mar tiveram que ser coletados para orientar a investigação.

– (Commonwealth of Australia (Geoscience Australia)/Handout/Reuters)

Os cientistas esperam que os novos mapas deem a sua comunidade um maior conhecimento sobre os oceanos.

“Estima-se que apenas 10% a 15% dos oceanos do mundo tenham sido pesquisados ​​com o tipo de tecnologia utilizada na busca do MH370”, disse o diretor de geociência ambiental da agência federal Geoscience Australia, Stuart Minchin, na quarta-feira.

“Isso faz dessa parte remota do Oceano Índico uma das regiões mais bem mapeadas do oceano profundo no planeta”, acrescentou.

“Então, esses dados são únicos, tanto por causa da localização remota da área de busca quanto por causa da grande dimensão da área pesquisada”, completou.

Minchin disse que os mapas também seriam úteis para futuras pesquisas científicas, como a modelagem oceanográfica e de habitat.

A Austrália, a Malásia e a China suspenderam as buscas pelo MH370 em janeiro, quase três anos depois que o Boeing 777 desapareceu com 239 pessoas a bordo.

As buscas – baseadas na análise por satélite da trajetória provável do avião depois que ele desviou da sua rota de voo – abrangeram uma zona de 120.000 quilômetros quadrados, um pouco menor do que a Inglaterra.

“Esperançosos”

Dois naufrágios foram descobertos durante as buscas, mas os investigadores não encontraram nenhum vestígio do avião, aprofundando um dos mistérios mais duradouros da era da aviação.

No entanto, os dados revelaram cumes de seis quilômetros de largura e de 15 quilômetros de comprimento que se elevam a 1.500 metros acima do fundo do mar, bem como vales de falhas com 1.200 metros de profundidade e cinco quilômetros de largura.

– (Commonwealth of Australia (Geoscience Australia)/Handout/Reuters)

Um segundo conjunto de dados será divulgado em meados de 2018.

Embora as buscas pelo avião perdido tenham sido canceladas, Canberra disse que estas poderiam ser reiniciadas se surgirem novas evidências sobre a localização específica da aeronave.

“Continuamos esperançosos de que novas informações surgirão e que em algum momento a aeronave será localizada”, disse o ministro australiano dos Transportes, Darren Chester.

O órgão nacional de Ciência da Austrália, CSIRO, divulgou um relatório em abril confirmando que o MH370 estava “provavelmente” ao norte da antiga zona de busca.

Três fragmentos do avião foram recuperados nas margens ocidentais do Oceano Índico, incluindo uma parte da asa de dois metros de comprimento conhecida como “flaperon”, que foi encontrada na ilha Reunião.

As especulações sobre as causas do desaparecimento do avião se concentraram principalmente em um possível sequestro, uma ação não autorizada do piloto ou uma falha mecânica, mas nada foi comprovado.

Justiça determina retirada do Maranhão do Cadin

A 4ª Vara da Fazenda Pública de São Luís determinou que o Estado do Maranhão seja retirado do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), por conta da inexistência de débito cobrado pela Petrobras Distribuidora S/A. A inscrição indevida do Estado tem bloqueado o repasse de parcelas do empréstimo realizado junto ao BNDES, além de celebração de operações de crédito e recebimento de transferências voluntárias.

A Petrobras incluiu o Estado do Maranhão no Cadin sob a alegação de que o Centro Tático Aéreo (CTA), subordinado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), mantinha débitos pendentes relativos a combustíveis usados nas aeronaves do CTA. Ao detectar o fato, a SSP solicitou o encaminhamento de tabela com a discriminação dos supostos débitos da Secretaria com a Petrobras. O pedido foi feito no dia 26 de outubro de 2016, por e-mail, a servidor da estatal federal.

Ocorre que, na análise da tabela enviada pela Petrobras, foi constatado que as notas fiscais e as multas por atraso de pagamento estavam devidamente quitadas, fato comprovado por documentos apresentados pela SSP. As notas fiscais que estavam sendo cobradas e seus respectivos valores não constavam do material enviado pela empresa.

O Governo do Maranhão também alegou que a Petrobras criou dificuldades para o pagamento das contas, pois a empresa demorava a enviar as notas fiscais. Em outras oportunidades, os documentos vinham com dados errados, o que demandava maior demora na quitação da dívida. Também foi identificado que a Petrobras fez a inscrição da Secretaria de Segurança no Cadin sem a devida comunicação prévia da existência do débito.

“Essa atitude da empresa foi uma afronta direta ao princípio da legalidade, do devido processo legal e do contraditório e ampla defesa. Contraria jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal e isso tem impedido o Estado do Maranhão de celebrar operações de crédito e receber transferências”, disse o autor do texto da alegação, o procurador Miguel Ribeiro.

A Procuradoria Geral do Estado do Maranhão (PGE/MA), ajuizou ação contra a Petrobras e requereu tutela de urgência para a retirada do Estado dos cadastros de inadimplentes (Cauc, Siafi e Cadin) – o que permitiria a retomada de transferências de recursos federais.

Na decisão que beneficiou o Estado, o juiz responsável pelo caso, José Edilson Caridade Ribeiro, disse que “as provas apontam para a presença dos pressupostos que autorizam a antecipação tutelar de urgência”.

Em trecho da justificativa, o magistrado confirma o que a PGE já havia dito na alegação. “A tabela de débitos pendentes encaminhados pela Petrobrás […] encontram-se devidamente quitadas. […] Já em relação às notas fiscais das quais estavam sendo cobradas as taxas moratórias, as referidas não foram discriminadas”. Fazendo referência a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, ele reforça a ideia de que não foi dada, ao Estado, a possibilidade de se defender antes de ser incluído nos cadastros restritivos.

Ao final, ele concedeu o pedido de tutela de urgência e determinou que a Petrobras retire o Estado do Maranhão dos cadastros federais. Em caso de descumprimento da decisão, a empresa pode pagar multa diária de R$ 3 mil.

Fonte: PGE

Aumentar tributos é ousadia política

Eliane Cantanhêde

Aumentar taxas, impostos e tributos em geral é coisa para governos fortes politicamente, com apoio garantido da sociedade, dos setores produtivos e do Congresso Nacional. Convenhamos, não é este o caso do presidente Michel Temer, que convive com um índice de popularidade de apenas um dígito e enfrenta uma guerra insana contra a denúncia do procurador geral da República, Rodrigo Janot.

Portanto, a decisão de aumentar impostos justamente num momento político tão delicado exige muita coragem, além da certeza de que as contas públicas continuam num buraco sem fim, com a arrecadação claudicante e os gastos serelepes. Temer  e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, devem se preparar para a rebordosa a partir de agora.

A reação deve vir de três frentes: da oposição, da própria base aliada ao Planalto e da sociedade _ do chamado “cidadão comum”, e talvez principalmente, do setor produtivo, que não apenas sofre bastante com a crise como tem dado sustentação desde a primeira hora ao governo Temer. Tudo isso a treze dias da votação da denúncia de Janot contra Temer no plenário da Câmara.

Além do peso negativo da expressão “aumento de impostos”, que dispensa apresentação mesmo para a camada da população com menor escolaridade, há um outro prato cheio para as críticas à medida: enquanto aumenta os impostos da maioria, o governo abre os cofres para agradar os deputados que vão decidir, em dois de agosto, o destino de Temer.

Temos, portanto, que Temer ficou espremido entre duas realidades: de um lado, as contas não fecham e, de outro, a base aliada está cada vez mais voraz. Por isso, resolveu tentar conciliar o pragmatismo na economia com o pragmatismo na política. Dará certo? As próximas semanas e meses dirão.

Equipe da SEDES visita local aonde será construída a cozinha comunitária

Antonio Oliveira – transportes, Wilma Ramalho – gestora de programas, Dr. Cristino e Neliane Santos – analista técnica 

Em visita ontem (20) a Araioses uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado do Maranhão – SEDES, juntamente com o prefeito de Araioses, Dr. Cristino Gonçalves de Araújo no local aonde será construída a cozinha comunitária – empreendimento fruto de uma parceria da Prefeitura de Araioses com o Governo do Estado – para avaliar e analisar o local que beneficiará as famílias de baixa renda do município de Araioses.

Prematuro de 28 semanas, menino tem alta após 3 anos em hospital

O menino nasceu prematuro em 2014, com 28 semanas de gestação, pesando pouco mais de 1 quilo e medindo apenas 34 centímetros.

EXAME

Prematuros: com um pulmão só funcionando, o bebê lutou bravamente pela vida (REUTERS/ Fredy Builes/Reuters)

Sorocaba – Em três anos e quatro meses, esta foi a primeira noite em que Luiz Miguel Monteiro Filomeno dormiu em sua casa, cercado pela família, em Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo.

Desde que nasceu, em fevereiro de 2014, o pequeno Mig, como é chamado, não conhecia nada além da ala pediátrica do Hospital Celso Pierro, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), em Campinas.

O menino nasceu prematuro, com 28 semanas de gestação, pesando pouco mais de 1 quilo e medindo apenas 34 centímetros.

Durante meses, com um pulmão só funcionando, o bebê lutou bravamente pela vida.

Nesta quarta-feira, 19, quando finalmente recebeu alta, estava com 12 quilos e 84 centímetros.

“Ter ele em casa assim, cheio de vida e energia, todo sorridente, é um grande milagre. Deus iluminou muito a equipe médica que cuidou dele”, disse a mãe, a costureira Lívia da Silva Monteiro, de 33 anos.

Luiz Miguel ainda é alimentado por sonda e tem a ajuda de um respirador mecânico.

Isso não impediu que acordasse alegre, às 9 horas, fazendo festa com a irmãzinha Lavínia, de 7 anos.

“Ele já está grudado na Lavínia, chama ela a todo momento. Os dois são muito ligados desde que ele pôde receber visitas no hospital”, conta a mãe.

Mig conheceu também seu novo companheiro animal, a cachorra Serena, que vai substituir o vira-latas Fred, o “medicão” que acompanhou sua recuperação no hospital.

“Apresentamos a Serena a ele pela janela, pois ele ainda não pode sair do quarto”, explicou a mãe.

Nas primeiras semanas, o menino terá de se contentar com o interior da casa, já que depende de equipamentos para se alimentar e respirar.

Isso não impediu que tomasse um suco de frutas e fizesse um almoço farto em seu primeiro dia de “lar doce lar”.

“Adaptamos o quarto para o conforto dele, mas a cama é normal, tem apenas um sistema para baixar os pés quando ele quer descer”.

Lavínia deixou o serviço numa confecção para cuidar do filho, que também tem o suporte de uma equipe de home care, com enfermeira 24 horas, fisioterapeuta e acompanhamento médico.

O sustento da casa está por conta do marido e pai da criança, o policial militar Lúcio Filomeno, de 30 anos.

“O pai já avisou que, em suas folgas, ele assume o Luiz Miguel. Achamos que logo ele vai querer ir brincar no quintal”, disse a mãe.

A família mora numa casa térrea, no Parque das Monções. Os familiares receberam treinamento intensivo na PUC para cuidar do menino. Seguro de vida familiar: Descubra com a Mongeral Aegon como funciona e para que serve essa modalidade Patrocinado

O avô materno Sizemar Monteiro, de 66 anos, também ajuda a atender a criança.

A saída do hospital foi marcada por uma festa. A equipe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica e Neonatal se reuniu para a despedida.

“Até o Fred ficou emocionado”, disse Lavínia, referindo-se ao cão do Projeto Medicão da PUC, que ajuda a recuperação das crianças internadas.

De acordo com a médica Raquel Vieira da Silva, chefe da UTI Pediátrica, que acompanhou o paciente desde o início, Luiz Miguel é um caso especial.

Por causa da sua prematuridade, ele não estava totalmente formado ao nascer e o pulmão direito não se desenvolveu.

Após o parto, o bebê apresentou quadro de hemorragia intracraniana, hidrocefalia (excesso de líquido no cérebro) e uma anomalia no esôfago, o que resultou em cirurgias.

“Ele superou tudo com muita vontade de viver e agora, mais do que o atendimento intensivo, ele necessita dos cuidados da família.”

A presença do home care, com uma equipe multiprofissional, segundo ela, será necessária até que o menino ganhe maior mobilidade e reduza a dependência do suprimento de oxigênio.

A médica conta que, nesses três anos, a própria cidade melhorou sua estrutura em saúde para atender Luiz Miguel.

“Ele permaneceu no hospital o tempo necessário e teve uma família aqui, mas é sempre um ambiente hospitalar. Esperamos que em casa, com o convívio familiar, ele consiga certa liberdade para andar, brincar, até frequentar a escola. Não há nada como a casa da gente”, disse.

Mais de 300 famílias de agricultores familiares comemoram aumento na produção de feijão

Agricultora maria Tereza, do povoado Poço de Dentro, em Igarapé Grande, comemora colheita

“Tirei uma produção que a gente fica admirado de ver”, comemorou o agricultor familiar João Cícero, do povoado Lago do Baiano, do município de Poção de Pedras, na Região do Médio Mearim, beneficiado com incentivos à cadeia produtiva do feijão, ação executada pelo Governo do Maranhão, por meio do Sistema de Agricultura Familiar, composto pela Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Agência Estadual de Pesquisa agropecuária e Extensão Rural (Agerp) e Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma).

“Para mim esse programa foi uma bênção de Deus. Fico emocionada porque a gente nunca tinha sido enxergada por nenhum governo. Tudo chegou no tempo certo, o dinheiro para arar e preparar a terra, a semente ainda no período chuvoso, acompanhamento dos técnicos e batedeira para debulhar o feijão”, disse Maria Tereza, do povoado Poço de Dentro, do município de Igarapé Grande.

A felicidade estampada no rosto de João Cícero e Maria Tereza é resultado do apoio à produção deles e de mais 300 famílias em 16 municípios das regionais de Pedreiras, Bacabal e Presidente Dutra.

“A produção é um dos principais caminhos para o desenvolvimento do nosso estado. É dessa forma que o Governo do Maranhão trabalha para dar dignidade e qualidade de vida aos agricultores familiares”, enfatizou o secretário da SAF, Adelmo Soares.

O objetivo da cadeia produtiva é dinamizar e fortalecer a agricultura familiar diminuindo o trabalho árduo dos agricultores familiares, por meio de técnicas muito simples, entre as quais o inoculante (para a fixação biológica de nitrogênio), responsável por aumentar a produção em até 30%. Entre os outros benefícios, cada agricultor recebe R$ 2.700 para a compra de adubo, calcário, plantadeira, análise de solo e o pátio de secagem.

“Os agricultores estão comemorando a fartura da produção. Toda essa produtividade é resultado de assistência técnica executado pelo Governo do Estado por meio da Agerp. Seu João, dona Maria e todas as outras famílias da região tiveram aumento na produção porque houve acompanhamento técnico, com preparação do solo, dos grãos com o inoculante, espaçamento adequado da produção, quantidade de semente por cova. Tudo isso resultou no aumento da produtividade do feijão”, explicou o gestor Regional da Agerp de Pedreiras, Wilton Sousa.

Além do acompanhamento técnico, os agricultores receberam batedeira para descascar o feijão. O equipamento tem melhorado a vida deles. Seu José, por exemplo, falou que a batedeira tem ajudado bastante. Antes do equipamento o trabalho era manual, demorado, além de ter muitos desperdícios. “Agora em poucas horas temos dez sacos de feijão batido e limpinho. Nossa vida melhorou muito”, enfatizou.

Dia de Campo

João Cicero, agricultor de Poção de Pedras ficou feliz com aumento da produção

Na segunda-feira (24), o Governo do Estado, por meio do Sistema SAF, realizará um Dia de Campo da Cadeia produtiva do feijão caupi, no município de Poção de Pedras, para 200 agricultores.

O objetivo do evento é disponibilizar aos produtores tecnologias de fácil implantação na produção do feijão caupi como o uso do inoculante com estirpes da bactéria rizóbio, que misturados às sementes do feijão caupi, aumenta sua produtividade e não polui o meio ambiente, colaborando assim para a conservação dos recursos naturais.

A ação em Poção de Pedra tem como meta divulgar os resultados preliminares na pesquisa com o inoculante, bem como integrar outros agricultores não beneficiários, abrangendo o maior número de pessoas e tendo um importante papel na vida do futuro desses agricultores.

Os municípios que fazem parte da cadeia do feijão são Bernardo do Mearim, Esperantinópolis, Igarapé Grande, Lima Campos, Pedreiras, Poção de Pedras, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto, Trizidela do Vale, Joselândia, Santo Antônio dos Lopes, Capinzal do Norte, São Luís Gonzaga do Maranhão, Lago da Pedra, Lago do Junco e Lago dos Rodrigues.

Por Claudilene Maia

Fonte: SAF 

SEMUS realiza capacitação para os enfermeiros de Araioses

A Secretaria Municipal de Saúde de Araioses (SEMUS) realizou ontem e hoje (19 e 20), uma oficina de capacitação de utilização dos testes rápidos para as doenças HIV e Sífilis aos profissionais de enfermagem da rede pública de saúde do município.

Segundo Ana Lays Brandão, coordenadora do programa Saúde da Mulher e co-organizadora do evento, a capacitação tem o objetivo de ampliar as testagens no município porque os testes estão disponíveis nos postos de saúde, mas até então não se tinha capacitação necessária para a utilização dos testes.

A oficina foi dividida em teórica e prática, com palestras, discursões e aplicação dos testes.

Os índices de sífilis em Araioses são preocupantes, nos últimos anos mais de 20 casos foram notificados no Sistema Único de Saúde, e sabe-se que a maioria dos casos não são notificados, seja por vergonha do paciente ou a busca por instituições particulares.

Em breve será possível se realizar os testes rápidos – de HIV, sífiles e hepatite B e C – e em qualquer posto de saúde do município.

Por que os protestos contra Temer continuam vazios? 3 hipóteses

As manifestações contra peemedebista são muito menores do que as que pediam o impeachment de Dilma Rousseff. O que pode estar acontecendo?

EXAME

Por Luiza Calegari

Preparação do protesto em Brasília: acesso fechado, mas poucos manifestantes (./Agência Brasil)

São Paulo – Às vésperas do impeachment, a ex-presidente Dilma Rousseff amargava uma rejeição de 64%, segundo o Datafolha; atualmente, a rejeição ao governo de Michel Temer chega a 69%.

Nesta quinta (20), movimentos de esquerda prometem uma série de atos em diversas cidades brasileiras pela saída de Temer e em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar da presença confirmada do petista, a expectativa é de que os protestos desta quinta não encham as ruas como os atos pelo impeachment de Dilma.

EXAME.com ouviu três cientistas políticos para tentar explicar a aparente apatia dos brasileiros: Cícero Romão, da USP; Paulo Baía, da UFRJ; e Dawisson Lopes, da UFMG.

Uma sondagem do grupo de Pesquisas em Inteligência de Mercado da Abril, em parceria com a MindMiners, também forneceu alguns indicativos, a partir de entrevista com 500 pessoas, de todas as classes sociais e maiores de 18 anos.

Cansaço

De acordo com o professor Paulo Baía, da UFRJ, o momento atual é de uma espécie de ressaca de manifestações.

“Tudo leva a crer que as pessoas têm se manifestado nas redes sociais, que se mantêm informadas sobre a situação política do país, mas ainda não houve um grande catalisador capaz de levá-las às ruas”, disse.

A percepção, no entanto, é de que manifestar-se muda pouca coisa. “O quadro de corrupção não muda com os protestos, e as pessoas acabam exercendo uma revolta individualizada”, opina Baía. Por dentro do assunto: Quais foram as manifestações políticas que reuniram as maiores multidões no Brasil?

Medo

Além da rejeição aos sindicatos, apontada por Dawisson Lopes, da UFMG, e por 43% dos entrevistados na sondagem, uma justificativa específica se destaca: o medo da violência policial.

Ao contrário das manifestações pelo impeachment, nas quais a polícia não interveio, Lopes afirma que nos atos contra Temer e suas medidas é comum que as manifestações sejam dispersadas com gás lacrimogêneo.

Há medo da violência da polícia, discordância das ações dos próprios manifestantes e um outro aspecto mais psicológico: o receio de que novas mudanças piorem ainda mais o cenário político.

“Pode haver uma percepção de que as pessoas foram às ruas, teve o impeachment, mas a situação econômica está delicada, e o resultado de novos protestos pode ser ainda pior”, segundo Cícero Romão, da USP.

Não era a corrupção

Embora a corrupção tenha aparecido na maioria das respostas dos entrevistados na pesquisa da MindMiners, a hipótese de Cícero Romão, da USP, é a de que essa não era exatamente a raiz dos protestos. Na visão dele, o que levou milhares às ruas pelo impeachment de Dilma Rousseff foi o sentimento contra o PT.

“Se fosse contra a corrupção, as mesmas pessoas estariam nas ruas contra o governo Temer também. Acho que na verdade, as classes médias, que normalmente vão às ruas, são muito mais tolerantes a um governo antipetista, qualquer que seja”, afirmou.

ACAMPRE e SEBRAE/MA realizam curso de empreendedorismo

A Associação Cultural e Artesanal dos Moradores do Povoado Remanso – ACAMPRE em parceria com o SEBRAE/MA e apoio da Prefeitura de Araioses realizaram na última terça-feira (18) um curso de empreendedorismo para um público de 25 pessoas.

O evento foi realizado no auditório da Secretaria de Trabalho e Assistência Social e o aprendizado será utilizado para viabilizar e beneficiar a comunidade do Remanso e região.

Temática do curso:

Estudar as nossas potencialidades

Análise da produção dos produtores de leite

Beneficiamento do leite

Levantamento das propriedades para ver o potencial da produção agrícola

Capacitação para Hortaliças

Capacitação dos artesanatos

Produção de aves

Capacitação na piscicultura

Cozinha industrial

Projeto de comércio varejista

Ampliação da rede elétrica

Produção de suínos e caprinovinocultura

Pesquisa para solução do Rio Santa Rosa

A ACAMPRE é presidida por Euzebina Batista Santos Ridlon, que coordenou o evento.

Mulher é presa por trocar criança por droga e outra por jogar bebê no lixo

Francileia Frazão e Ana Núbia Almeida, presas em São Luís e Timon, respectivamente

Policiais Civis e militares prenderam nesta quarta-feira (19) duas mulheres em São Luís e Timon, uma com um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e outra acusada de infanticídio e ocultação de cadáver.

Na capital maranhense, policiais do Grupo Tático Móvel (GTM), do 9º Batalhão da Polícia Militar (9º BPM), prenderam Francileia Frazão de Araújo. Ela concordou em trocar uma criança de um ano por droga na boca de fumo localizada na Rua Nossa Senhora de Santana, no bairro do João de Deus, na própria casa dela. A polícia localizou a acusada através de informações repassadas ao Disque Denúncia.

Francileia foi presa e conduzida ao 11º Distrito Policial (DP) no São Cristóvão. O menino foi entregue ao Conselho Tutelar que, com ajuda da policia, tenta localizar os responsáveis por ele.

Em Timon, a Polícia Civil identificou e prendeu a mulher suspeita de ter jogado um bebê morto em uma lata de lixo na Avenida Tiúba, ontem (18), encontrado por um gari.

Na delegacia, Ana Núbia Almeida da Silva negou o fato e também negou que estivesse grávida. Porém, após exames ficou comprovado que ela passou por um parto e chegou a fazer uma curetagem na última sexta-feira (15), sem informar que a criança havia morrido.

O Instituto Médico Legal constatou que a criança nasceu viva e que possivelmente foi morta por asfixia. A mulher disse que o parto aconteceu durante o banho, que o bebê ficou em uma toalha até ela decidir descartá-lo no lixo.

Núbia deve responder por infanticídio e ocultação de cadáver e foi apresentada na Central de Flagrantes de Timon.

Fonte: Blog do Minard