O Globo escancara ligação entre milícia e Flávio Bolsonaro

A ligação do caso Bolsonaro-Queiroz e as milícias no Rio de Janeiro, que havia sido insinuado ontem na coluna de Lauro Jardim foi escancarada hoje pelo jornal O Globo:

Transcrevo:

O gabinete do senador eleito e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou até novembro do ano passado a mãe e a mulher do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega , tido pelo Ministério Público do Rio como o homem-forte do Escritório do Crime , organização suspeita do assassinato de Marielle Franco. O policial foi alvo de um mandado de prisão nesta terça-feira e ainda não foi encontrado pela polícia. Ele é acusado há mais de uma década por envolvimento em homicídios. Adriano e outro integrante da quadrilha foram homenageados por Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Adriano é amigo de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e investigado sob suspeita de recolher parte dos salários de funcionários do político. Teria sido Queiroz – amigo também do presidente Jair Bolsonaro desde os anos 1980 – o responsável pelas indicações dos familiares de Adriano.

Ex-integrante do Bope, Adriano se formou no curso de operações especiais da PM em 2000. Ele foi preso na operação “Dedo de Deus”, de 2011, desencadeada para combater o jogo do bicho no Rio. À época, era capitão da PM.

Raimunda é uma das servidoras do gabinete que fizeram repasses para a conta do ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado pelo Ministério Público do Rio. A ex-assessora, de 68 anos, repassou R$ 4,6 mil para a conta do policial militar. Ela ocupou cargos na Assembleia ao menos desde 2 de março de 2015, quando foi nomeada como assessora da liderança do PP – então partido de Flávio Bolsonaro. A mãe de Adriano permaneceu no cargo até 31 de março de 2016, pouco depois do senador eleito deixar o PP e se filiar ao PSC. No dia 29 de junho do mesmo ano, voltou a trabalhar na Alerj, dessa vez no gabinete de Flávio. Já Danielle aparece como servidora da Alerj ao menos desde novembro de 2010.

Parece que o “Escritório do Crime” funcionava mesmo no seu gabinete da Assembléia…

Fonte: TIJOLAÇO

Paulo Guedes tentou ajudar Globo com investimento suspeito

Revelação foi feita por seu irmão Gustavo ao MPF. Bolsonaro não é inimigo da emissora?

Por André Barrocal – Carta Capital

Jair Bolsonaro está em guerra com a Globo desde a eleição. Privilegia concorrentes em entrevistas, prega novas práticas no mercado publicitário para empobrecer os cofres globais, concorda com seus apoiadores que taxam a emissora de degenerada por desrespeitar os “valores da família”. O que dirá o presidente se souber que Paulo Guedes, seu ministro da Economia, tentou salvar a Globo com um negócio suspeito feito com dinheiro de fundos de pensão?

Paulo Guedes

A tentativa de salvamento foi revelada ao Ministério Público Federal (MPF) por um irmão do “posto Ipiranga”, Gustavo Guedes. Foi em um depoimento em 3 dezembro, em Brasília, perante o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, chefe da operação que desde 2016 faz uma devassa em fundos de pensão estatais, a Greenfield. CartaCapital obteve o depoimento.

“A Rede Globo de televisão foi procurada pelo Paulo Guedes, que falou assim: ‘Olha, todas as empresas de mídia do mundo estão quebrando, todas’”, contou Gustavo. “Você não vai poder mais cobrar quanto você cobra de assinatura, em coisas desse tipo. A tendência é isso custar zero, por causa da internet. E a família (Marinho) virou e falou: ‘Isso nós não queremos’”.

E assim começou a nascer o negócio suspeito. Gustavo depôs por ser sócio do irmão na empresa que concebeu esse negócio, a BR Investimentos.

O ministro é investigado desde outubro por crimes contra o sistema financeiro no uso de dinheiro de fundos de pensão estatais. Deveria depor dois dias após o irmão, mas ficou providencialmente doente (como o amigo e motorista do clã Bolsonaro, Fabricio Queiroz) e não apareceu.

São duas investigações diferentes. Uma delas mira um negócio específico feito por um fundo de investimento concebido por Guedes e sua BR Investimentos e montado por ele com verba de fundos de pensão a fim de apostar em negócios na área da educação, o FIP BR Educacional.

O FIP foi criado no fim de 2009. Era controlado pela empresa dos irmãos Guedes. Tinha como cotistas os principais fundos de pensão do País, como Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, Funcef (Caixa Econômica Federal), Petros (Petrobras) e Postalis (Correios).

O FIP fundo apostou numa companhia que não merecia, conforme um relatório da Previc, o órgão federal fiscalizador dos fundos de pensão. A companhia era a HMS. É aqui que surge a Globo, como CartaCapitalrevelou em dezembro. A aposta na HSM foi para ajudar a Globo, pelo que se vê no depoimento de Gustavo Guedes.

Foi na HSM onde primeiro botou dinheiro o FIP bolado por Paulo Guedes, embora o futuro da empresa fosse nebuloso e houvesse perspectiva real de encerrar as operações, segundo a Previc.

Ao nascer, o FIP tinha 75 milhões de reais de patrimônio líquido, dos quais 80% injetados por fundos de pensão. De cara, gastou 62,5 milhões de reais na compra de 99,99% da HSM.

A empresa tinha uma subsidiária, a HSM do Brasil, e esta era um pepino. De 2010 a 2012, informa o relatório da Previc, a HSM do Brasil acumulou prejuízos de 23 milhões de reais. Seu patrimônio líquido de 62 milhões baixou a 39 milhões.

O balanço de 2011 do FIP admitia que poderia haver problemas com a empresa na qual apostara. Destacava aos leitores que continha “um parágrafo de ênfase quanto à incerteza da continuidade das operações” da HSM.

Em 2012, o balanço da própria HSM mostrava um cenário pior. Sua divisão “HSM do Brasil” tinha dívidas de 16 milhões e patrimônio negativo de 9 milhões. “Essa situação”, segundo o balanço, “suscita dúvida substancial quanto à continuidade operacional” da HSM do Brasil.

Em março de 2013, o FIP criado por Guedes resolveu sair da HSM. Faria isso ao trocar ações que tinha nela por ações de uma outra companhia, a Gaec Educação, hoje em dia Ânima.

Como a Gaec era uma empresa fechada, sem ações na Bolsa, não havia um preço conhecido, fixado no mercado, para suas ações. Foi preciso contratar um laudo para calcular o valor delas. O preço foi definido em 570 reais por papel. Só que, um ano antes, em abril de 2012, o FIP tinha comprado ações da mesma Gaec e pago menos da metade do valor, 217 reais por unidade.

Tudo somado, o FIP, ou seja, os fundos de pensão de trabalhadores de estatais, tomou um prejuízo de 16 milhões de reais ao investir na HSM. Perdas aparentemente geradas porque Paulo Guedes quis ajudar os amigos.

A Globo havia entrada de sócia na HMS. Fez isso através da empresa Geo Eventos, uma sociedade entre ela e a RBS, sua retransmissora no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Recorde-se: na época do nascimento do FIP (2009) e do investimento do fundo na HSM (2010), Guedes era colunista da revista Época e do jornal O Globo, ambas publicações globais. Foi até meados de 2018, aliás.

A RBS também foi uma empresa que Guedes quis salvar através do fundo de investimento que concebeu e montou, o FIP BR Educacional, e da aposta financeira feita por este fundo na HSM. Outra revelação do irmão do ministro ao MPF.

“Nós procuramos vários investidores para falar, em tese, sobre educação”, disse Gustavo. Um dos “investidores que estavam presos em mídia”, aquela atividade que Paulo achava que não ia mais dar dinheiro por causa da internet, e que foi procurado foi a RBS. “A gente ainda não tinha fundo (FIP), não tinha ideia do que ia fazer.”

Parece que tinham ideia sim: ajudar os amigos. A família Sirotski, dona da RBS, era e é apoiadora do instituto Millenium, think tank direitista do qual Guedes é um dos fundadores.

Segundo Gustavo, ele e o irmão fizeram uma proposta à Globo e à RBS. “Tem aqui uma empresa chamada HSM, vocês dois podem vir, você vão agregar valor à companhia, porque você é o rei da transmissão (RBS), você é o rei da mídia (Globo) e nós somos o rei do conteúdo.”

E por que o negócio não deu certo? “As duas (Globo e RBS) brigaram”, afirmou Gustavo. “Elas não executaram o business plan da companhia e ao mesmo tempo estavam brigando.”

Devido à briga, o FIP resolveu sair da HSM, por meio daquela troca de ações com a Gaec. Uma transação com prejuízo estimado em 16 milhões de reais pela Previc.

O relatório da Previc que apontou o prejuízo era preliminar e recomendava aprofundar a análise sobre o negócio FIP-HSM. Uma auditoria foi aberta e não deverá demorar para terminar, Segundo conforme CartaCapital apurou.

Maus presságios à vista para o “posto Ipiranga” que prepara-se para ir a Davos vender o Brasil de Bolsonaro aos bilionários do mundo.

Governo e Banco do Brasil discutem ampliação de investimento na agricultura familiar

Governador Flávio Dino com o secretário Marcelo Tavares,o senador Weverton Rocha e os dirigentes do BB. (Foto: Karlos Geromy)

O governador Flávio Dino recebeu, no Palácio dos Leões, na manhã desta segunda-feira (21), o superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, Alison Aguiar. Durante a visita, foi discutida a ampliação dos investimentos em agricultura no estado, como linhas de crédito que atendam, principalmente, os pequenos produtores.

“O Governo do Maranhão tem um programa de apoio aos pequenos produtores que está totalmente alinhado com o programa do Banco do Brasil. O objetivo é que a gente possa subsidiar e apoiar os agricultores familiares do estado, para que possam desenvolver suas propriedades, fortalecer a economia local e gerar emprego”, disse Alison Aguiar.

Em parceria com o Governo do Maranhão, o Banco do Brasil, também, pretende ampliar o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf ), que fornece crédito aos agricultores familiares. Segundo Aguiar, o banco está trabalhando para identificar novas cadeias produtivas que podem receber fomento, principalmente, em regiões mais carentes, como a Baixada Maranhense e o Baixo Parnaíba.

“Queremos estar mais próximos de cadeias produtivas de pesca, mandioca e frutas. O projeto que temos pretende identificar em cada região qual a produção essencial para fomentar justamente a cultura local”, garantiu Alison Aguiar.

Atualmente, o Pronaf possui operações no Maranhão na ordem de R$ 674 milhões, beneficiando mais de 15 mil famílias e atendendo projetos nas cadeias produtivas de carne, couro, leite, arroz e aquicultura.

Participaram da reunião o senador diplomado Weverton Rocha; o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares; o subsecretário de Planejamento, Marcelo Duailibi; o superintendente regional de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Mohabe Guedes; e os gerentes Daniel Montelo e Helton Paz.

Fonte: MA Agência de Notícias

Governo do Maranhão divulga calendário de pagamento dos servidores para 2019

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores (Segep), divulgou o calendário de pagamento do servidor público estadual para o exercício de 2019, através do Decreto Nº 34.655, de 15 de janeiro. A data estabelecida ocorre até o quarto dia do mês e as parcelas do 13º salário serão pagas nos meses de julho e dezembro.

Segundo a secretária da Segep, Lílian Guimarães, a exemplo do que ocorreu nos quatro anos anteriores da gestão, a determinação do governador Flávio Dino é que, havendo viabilidade financeira, o pagamento seja sempre antecipado.

Confira as datas do pagamento dos servidores estaduais* para o ano de 2019:
• Janeiro – 04.02.2019
• Fevereiro – 04.03.2019
• Março – 02.04.2019
• Abril – 03.05.2019
• Maio – 03.06.2019
• Junho – 03.07.2019
• 1ª parcela do 13º salário – 03.07.2019
• Julho – 02.08.2019
• Agosto – 04.09.2019
• Setembro – 04.10.2019
• Outubro – 04.11.2019
• Novembro – 02.12.2019
• 2ª parcela do 13º salário – 16.12.2019
• Dezembro – 02.01.2020

Fonte: Segep

Flávio Dino deve chamar três deputados para assumirem secretarias

John Cutrim – O governador Flávio Dino deve anunciar mudanças pontuais na sua equipe de governo. As alterações devem ocorrer no início de fevereiro. Ao que se sabe, até o momento, estão mantidos os secretários Felipe Camarão (Educação), Diego Galdino (Cultura), Carlos Lula (Saúde) e Clayton Noleto (Infraestrutura).

Entre as poucas mudanças, três deputados estaduais eleitos (ou reeleitos) devem ser chamados por Dino para assumirem uma secretaria. Com isso, assumem três suplentes na Assembleia. Na ordem, são: Edivaldo Holanda (PTC), Ariston (Avante) e Zito Rolim (PDT).

Marcelo Tavares é um dos deputados que foram eleitos e deve continuar na Casa Civil, cedendo lugar para Edivaldo Holanda na Asssembleia.

Há a possibilidade de um ou dois deputados federais também serem convidados para o governo. Neste caso, os suplentes beneficiados seriam Gastão Vieira e Paulo Marinho Jr.

Adolescente é apreendida com 15 quilos de drogas na rodoviária de Imperatriz

Gilberto Lima – Uma adolescente de 13 anos foi apreendida na noite de domingo (20), na rodoviária de Imperatriz, por policiais da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Senarc/Itz), no momento em que ela embarcava em um ônibus da empresa Aparecida, transportando aproximadamente 15 Kg de crack, cocaína e maconha.

Os policias chegaram à menor após uma denúncia de que uma mulher iria realizar transporte de drogas para São Luís em um ônibus.  Foram feitas diligências a fim de confirmar essa informação. Por volta das 21h15min, foi feita a abordagem e a apreensão da adolescente, que estava com uma bolsa cheia de drogas.

Funcionários da empresa informaram que uma segunda mulher, que também embarcava no mesmo ônibus em que a menor foi localizada, agia de modo suspeito. Após a abordagem da menor, a mulher havia despachado sua mala no ônibus, mas se recusado a embarcar, evadindo-se pelos fundos da rodoviária.

Os investigadores decidiram checar a mala dessa outra mulher e encontraram grande quantidade de maconha.

No total, foram apreendidos, aproximadamente, 11 kg de maconha, 2,5 kg de cocaína, 1,8 kg de crack.

As investigações irão continuar no sentido de identificar os demais integrantes de uma possível quadrilha de traficantes de drogas. A polícia quer saber a origem e a quem se destinava toda esse droga em São Luís.

Eleição da FAMEM: Uma tragédia anunciada

O aliciamento de prefeitos por autoridades políticas e por membros de instituições públicas na eleição da FAMEM deste ano tem escancarado o quão falido encontra-se o nosso sistema político, principalmente em nosso Estado do Maranhão.

Já não é mais segredo que autoridades em altos cargos das administrações públicas e dos órgãos de controle têm conseguido eleger parentes ou a si mesmo aos cargos do executivo e legislativo de todas as esferas, a custa da influência política, financeira e até através do favorecimento de meios nada republicanos e despidos de toda ética moral subtraídos de suas instituições para pressionar prefeitos a comporem a base eleitoral de quem os interessa eleger.

Recentemente, o presidente da FAMEM denunciou na imprensa o recém-eleito senador Weverton Rocha por estar aliciando prefeitos, segundo ele, para votarem no candidato e prefeito Erlânio Xavier para exercer a presidência da entidade que os congrega. Mas o meio utilizado não ficou explicito, se foi por oferecimento de emendas já distribuídas ou por distribuir. O certo é que neste mundo o que menos vale é a palavra e a dignidade, prevalecendo o oportunismo, o conhecido “toma lá da cá”.

Em fotos divulgadas nas redes sociais dá pra identificar membros de grandes escritórios de advocacia e deputados estaduais e federais envolvidos no processo. Mas os grandes responsáveis pela clientela do primeiro e pelo sucesso do mandato dos últimos ficam nos bastidores achincalhando e fazendo o trabalho sujo de oferecer benesses aos prefeitos e que os manterão na vida pública apesar dos pesares, em troca do voto de uma instituição sem importância em nossas vidas.

Se as denúncias encaminhadas pelo presidente da instituição estiverem corretas, o Maranhão corre um grande risco em 2022 quando teremos as eleições para governo do estado. Pois em uma única instituição estarão todos unidos(prefeitos, senadores, deputados, membros de instituições, entre outros) para um projeto de poder onde o grande fiador será o povo do Maranhão.

Salve-se quem puder!

Unick Forex: supostamente mais uma pirâmide que usa Bitcoin como fachada

Preocupado com o que poderá ocorrer com aplicadores de valores em o que ser uma pirâmide financeira, o Dr. Raphael Reis – Delegado Titular de Araioses enviou ao blog o link da matéria posta abaixo, que no mínimo serve de alerta.

O delgado diz que teve notícias de que pessoas estão trabalhando com “esse produto” em Araioses. Segundo ele é golpe e teme que depois possa chover de gente na DP para fazer reclamações.

Para ele não existe dinheiro fácil, o que é uma verdade.

Como é sabido, o Guia do Bitcoin recebe denúncias de leitores, apura e divulga essas informações, com o intuito de ajudar a comunidade e evitar que mais pessoas caiam em golpes que envolvem empresas prometendo lucros fixo e usando esquema de Marketing Multinível com criptomoedas. A comunidade brasileira está ativamente denunciando várias empresas que dizem “trabalhar com Bitcoin” e prometem lucros aos chamados “afiliados”, e a Unick Forex é mais um esquema em que nada tem a ver com Bitcoin.

A “empresa” da vez que promete resultados exorbitantes é a Unick Forex, que segundo uma simples consulta supostamente “é uma empresa brasileira que realiza operações no mercado financeiro e com Criptomoedas Fundada em 2013”, contudo não existe nenhuma prova de tal feito. É muito fácil a empresa se posicionar dessa forma, sem mostrar na realidade de onde está vindo o lucro.

Leia a reportagem completa do Guia do Bitcoin lendo aqui

Registro fotográfico da procissão e missa do festejo de São Sebastião em João Peres

Ausente de Araioses desde os últimos dias de 2018, não pude fazer a cobertura jornalística da procissão de São Sebastião em João Peres, este ano como fiz em outros.

Mas aqui faço o registro fotográfico da procissão e da missa que foi posto em um grupo de WhatsApp, onde se pode ver que mais uma vez os devotos do padroeiro de João Peres fizeram uma bela e merecida festa.

Abaixo imagens da missa:

Bomba: O escândalo é maior e Queiroz movimentou R$ 7 milhões em suas contas

247 “O Coaf sabe muito mais do que já foi revelado sobre o caso Fabrício Queiroz, o ex-motorista de Flávio Bolsonaro. Nos arquivos do órgão federal de controle de atividades financeiras consta que Queiroz transacionou um volume de dinheiro substancialmente maior do que veio a público até dezembro. Além dos famigerados R$ 1,2 milhão movimentados atipicamente entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, passaram por sua conta mais R$ 5,8 milhões nos dois exercícios imediatamente anteriores. Ou seja, no total Queiroz movimento R$ 7 milhões em apenas três anos. Segundo o próprio Jair Bolsonaro, Queiroz ‘fazia rolo’. Haja rolo”, informa o colunista Lauro Jardim, em nota publicada neste domingo no jornal O Globo.

Em sua coluna, Lauro Jardim cita o fato de o ministro Luiz Fux ter trancado as investigações, numa decisão contestada por todo o meio jurídico, mas diz que o caso será retomado assim que terminar o recesso judicial. O ministro Marco Aurélio Mello, que é relator do caso, já disse que a decisão ilegal, imoral e inconstitucional de Fux irá para a lata de lixo. Segundo Lauro Jardim, as explicações de Flávio Bolsonaro sobre as movimentações de Queiroz terão que ser mais convincentes do que as até agora apresentadas.

Saiba mais sobre o caso:

(Reuters) – Novo documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostrou depósitos em dinheiro no valor de quase 100 mil reais na conta do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no período de um mês, segundo reportagem do Jornal Nacional na sexta-feira.

Segundo o JN, foram 48 depósitos, no valor de 2 mil reais cada, entre junho e julho de 2017. Vários dos depósitos foram feitos em poucos minutos, concentrados no posto de autoatendimento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O Coaf, segundo a reportagem, apontou que não foi possível identificar quem fez os depósitos, mas que o fato de serem vários depósitos do mesmo valor sugerem tentativa de ocultar a origem do dinheiro.

O Ministério Público do Rio de Janeiro havia pedido relatórios para o Coaf de assessores parlamentares da Alerj. Um ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, é investigado pelo MPRJ por movimentações atípicas identificadas pelo Coaf no valor de 1,2 milhão de reais.

A reportagem do JN afirma que o MPRJ pediu para o Coaf ampliar o levantamento para movimentações dos deputados estaduais fluminenses porque há suspeitas de que funcionários devolvessem parte dos salários aos parlamentares.

Segundo nota do MPRJ divulgada na sexta-feira, Flávio, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, não é investigado.

Decisão do presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre Queiroz a pedido de Flávio.

Uma fonte do Judiciário, no entanto, disse à Reuters que Flávio é investigado na esfera cível.

Em entrevista ao Jornal da Record na noite de sexta-feira, gravada antes da veiculação da matéria do JN, Flávio afirmou que reivindicou ao STF que sejam cumpridas obrigações legais, embora seja contra o foro especial.

“Quando tive acesso aos autos, descobri que o Ministério Público estava me investigando de forma oculta desde meados do ano passado, e além disso usando vários atos ao longo desse procedimento ilegais também. E pior, descobri que o meu sigilo bancário havia sido quebrado sem a devida autorização judicial”, disse ele.

“Não quero privilégio nenhum, mas quero ser tratado dentro da lei e dentro da Constituição. Não estou me escondendo atrás de foro nenhum. Não tenho nada para esconder de ninguém. Aonde o Supremo determinar que eu tenho que ir eu vou fazer”, completou.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a defesa de Flávio disse que os procuradores produziram provas ilegalmente e quer a anulação delas.

Queiroz foi convidado duas vezes para prestar esclarecimentos no MP do Rio de Janeiro, mas não compareceu alegando problemas de saúde. A família dele também foi chamada para esclarecer a movimentação atípica de mais de 1,2 milhão de reais entre 2017 e 2018, mas não apareceu na data marcada.

Flávio Bolsonaro também não compareceu a um depoimento, mas havia prometido marcar uma nova data. Por ter prerrogativa de foro, ele podia acertar com os promotores uma data para se apresentar e dar seus esclarecimentos. O parlamentar usou sua conta em uma rede social para justificar a ausência e argumentou que não teve acesso ao processo.

Em dezembro, Queiroz afirmou em entrevista ao SBT que entre suas atividades está a de revenda de carros. Ele disse que ganhava cerca de 10 mil reais por mês quando fazia assessoria a Flávio Bolsonaro e que seus rendimentos mensais eram de cerca de 24 mil reais, incluindo remuneração como policial.

De acordo com o relatório do Coaf, entre a movimentação suspeita de Queiroz de 1,2 milhão de reais estavam depósitos à hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Terceira edição do Programa Moto Legal já registra 20 mil adesões em todo Maranhão

A 3ª edição do Programa Moto Legal, do Governo do Estado, coordenada pelo Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), continua beneficiando milhares de proprietários de motocicletas, levando a oportunidade de legalização de dívidas em atraso do veículo. Até janeiro deste ano, 20 mil pessoas em todo o Maranhão aderiram ao programa.

A notícia veiculada nas redes sociais de que o prazo para a adesão ao Moto Legal teria encerrado é inverídica. Os interessados em participar podem, com tranquilidade, buscar as unidades do Detran-MA na capital ou em qualquer uma das 15 Circunscrições Regionais de Trânsito do Maranhão (Ciretrans).

A diretora geral do Detran-MA, Larissa Abdalla, ressalta que além de conscientizar os motociclistas sobre segurança em duas rodas, o programa tem como objetivo tirar da ilegalidade o maior número de veículos em circulação em todo o estado. “O Governo do Estado continua oferecendo o programa, visando proporcionar mais chances para que proprietários de veículos, com impostos atrasados, quitem seus débitos e andem na lei”, explica.

Em Imperatriz, cidade maranhense com a segunda maior frota do Estado, estimada em 146.824 veículos de acordo com dados do Detran-MA, cerca de 5 mil donos de motocicletas já haviam feito a adesão ao programa. As motos representam mais de 51% da frota local. O programa Moto Legal tem contribuído para facilitar a vida das pessoas, principalmente, as que utilizam o veículo como meio de trabalho.

De acordo com a chefe da 1ª Ciretran, Maria Helena Aires, a unidade continua realizando a adesão dos proprietários dos veículos que atendem aos requisitos do programa. “Basta o proprietário levar o número do CPF e placa do veículo no setor de atendimento da 1ª Ciretran que, após a consulta do atendente e verificação dos dados apresentados, o dono da motocicleta  tem acesso ao Moto Legal”, explicou.

Benefícios

O Moto Legal permite a legalização do veículo com o pagamento de R$ 50,00 por cada ano de atraso. O programa, também, oferece a oportunidade para a quitação do IPVA. Nesse caso, o beneficiado é dispensado de pagar juros e multas por atraso e, ainda, tem desconto de 50% do valor devido.

O Moto Legal não inclui a quitação de débitos relativos ao DPVAT, pois este é de competência federal. O programa vale para veículos de valor venal de até R$ 10 mil. Esse valor venal é aquele que consta das tabelas de veículos usados.

Fonte: MA Agencia de Notícias

“Lugar de senador é em Brasília”, dispara Tema contra Weverton Rocha

Luís Pablo – O prefeito de Tuntum-MA e candidato à reeleição da FAMEM, Cleomar Tema, detonou o deputado federal e senador eleito Weverton Rocha, durante entrevista coletiva à imprensa nesta tarde, na Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM).

Tema acusou Weverton de aliciar seus aliados para apoiar o prefeito Erlanio Xavier (Igarapé Grande), seu adversário a disputa pela Famem.

“Lugar de senador é em Brasília, lutando em benefício do Estado e não agindo numa disputa de uma entidade municipalista como a FAMEM. É uma luta desigual e o senador tem que adotar outra postura e não aproveitar essa disputa para a montagem do seu projeto de poder”, disparou Cleomar Tema.

Daniela Tema atenciosa e simpática como sempre

Estive ontem (18) à tarde na sede da FAMEM para acompanhar a entrevista coletiva que o presidente Cleomar Tema concedeu a imprensa de São Luís.

Na oportunidade tive a oportunidade de ligeiramente conversar com a deputada Daniella Tema, que mostrou interesse em saber notícias de Araioses e dizer que gostou muito da cidade quando a visitou ainda como pré-candidata, em 26 de julho do ano passado.

Daniella que toma posse do cargo dia 1º de fevereiro, já visitou vários municípios onde foi votada nas eleições que passaram. Pelas suas colocações apostamos em dizer que será uma deputada muito atuante na defesa dos interesses do povo do Maranhão.

Como na campanha, continua muito atenciosa e simpática com todos. Um ótimo sinal.

Queiroz complica de vez Flávio Bolsonaro: 48 depósitos suspeitos, no valor de R$ 98 mil

247 Um trecho do Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) divulgado na noite desta sesta-feira, 18, pelo Jornal Nacional, complica de vez a situação do deputado Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

O relatório do Coaf traz informações sobre movimentações financeiras de uma conta corrente de Flávio Bolsonaro, entre junho e julho de 2017. Neste período, o Coaf registrou 48 depósitos em espécie na conta do senador eleito, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legistativa do Rio (Alerj), e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil.

O Coaf diz que não foi possível identificar quem fez os depósitos. O relatório afirma que o fato de terem sido feitos de forma fracionada desperta suspeita de ocultação da origem do dinheiro. O Coaf classifica que tipo de ocorrência pode ter havido com base numa circular do Banco Central que trata da lavagem de dinheiro.

A revelação foi feita um dia depois que Flávio Bolsonaro pediu e o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a investigação. Ele foi citado no procedimento aberto pelo Ministério Público do Rio contra Fabrício Queiroz. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro é investigado por movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão durante um ano.

Padrasto é preso por estuprar enteada de 12 anos em Balsas

Gilberto Lima – Policiais da Delegacia Regional de Balsas, a 816 km de São Luís, prenderam em flagrante delito, nesta sexta-feira (18), o mestre de obras Abdias de Jesus Abreu, de 40 anos, pela prática do crime de estupro de vulnerável contra sua enteada, uma adolescente de 12 anos.

O preso foi denunciado pela mãe da criança que flagrou o companheiro, durante o horário do almoço, tocando em sua filha, no quintal da casa onde moram.

Em depoimento, a mãe afirmou que, ao flagrar o abuso, o agressor estava de calça arriada e pênis ereto. A mulher disse ainda que Abdias ficou muito desconfiado, fingiu que estava urinando e foi para o trabalho; provavelmente, acreditando que ela não o denunciaria.

De acordo com o Delegado Fagno Vieira Silva dos Santos, a investigação mostra que o crime acontecia há quase um ano, desde que a menina tinha 11 anos. A adolescente disse que não contou sobre o crime por medo e vergonha.

Após receber a denúncia, a Polícia Civil seguiu até a construção onde Abdias estava trabalhando como mestre de obras e o conduziu à delegacia, onde confessou o crime.

Abdias foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro (CPB), com pena de 8 a 15 anos de reclusão.

Apesar de a vítima e agressor negarem que tenha havido penetração, ela será submetida a exame de conjunção carnal.